Polêmica: as músicas mais controversas da história do Rock

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Por William Douglas
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O Rock sempre foi motivo de polêmica, já que sempre trouxe um motivo de rebeldia, além de focar muitas vezes em temas mais obscuros e quebrar paradigmas. Abaixo, estão algumas das músicas mais polêmicas do gênero, lembrando que é uma lista pessoal e não está em ordem, logo, fique à vontade para comentar e sugerir novas músicas.

SEX PISTOLS - GOD SAVE THE QUEEN:

O ano era 1977 e a rainha Elizabeth II comemorava o seu Jubileu de diamante (25 anos no trono). Junto com a comemoração vieram dezenas de homenagens principalmente de artistas ingleses, e os “Sex Pistols” também resolveram “homenagear” a vossa majestade.

A canção era a personificação do movimento Punk inglês, tratando de temas como a Anarquia e com frases que marcaram história como “Não há futuro para a Inglaterra!” e “Deus salve a rainha e seu regime fascista”, além de várias outras acusações regadas ao sarcasmo típico da banda que deixavam evidente o sentimento de revolta do proletariado que sofria uma crise de desemprego, e não aceitava as demonstrações de riqueza da monarquia enquanto a população sofria.

O single trazendo a música foi o segundo mais vendido no Reino Unido, o que causou uma onda de acusações por parte de músicos afirmando que a banda havia sido boicotada e a lista “manipulada” para que “God Save the Queen” não ficasse em primeiro. Isso, aliado ao fato de ter sido proibida pela BBC e por muitas emissoras de rádio, colocam “God Save the Queen” e os “Sex Pistols’ entre as músicas mais controversas da história do Rock.

THE BEATLES - HELTER SKELTER:

Os Beatles já estavam com a convivência desgastada, quando em 1967 Paul McCartney leu em uma edição da “Melody Maker” (famosa revista especializada em música) uma entrevista de Pete Townshend do “The Who” onde ele afirmava que “I Can See For Miles” era a canção mais alta e barulhenta que alguém já tinha feito. Ao ler isso Paul achou que a música era um “barulho organizado” e decidiu criar a sua própria ópera barulhenta e suja.

Helter Skelter é um nome de um brinquedo que consiste em um tobogã (famoso escorregador) e foi usado por Paul para dar a ideia de como se pode ir do topo ao nível mais baixo rapidamente.

A letra da música é difícil de entender, no começo fala sobre o brinquedo em si: "Quando eu chego ao chão, eu volto para o topo do escorregador, onde eu paro, me viro e saio para outra volta até que eu volte ao chão e te veja novamente." Visto por esse lado a música não é nada polêmica, o problema é que o famoso Serial Killer Charles Manson interpretou os Beatles como “Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse” e acreditava que a música anunciava uma futura guerra racial. Entre os dias 9 de agosto e 10 de agosto de 1969, a "família Manson" cometeu duas chacinas em Hollywood e escreveu nas paredes "Helter Skelter" com o sangue das vítimas. Durante o julgamento de seus crimes, em novembro de 1970, Manson explicou sua interpretação de "Helter Skelter" na corte: "Helter Skelter significa confusão. Literalmente. Não significa Guerra com ninguém. Não significa que eles irão matar outras pessoas. Apenas significa o que significa. Helter Skelter é confusão. Confusão está vindo rápido. Se você não vê que a confusão está vindo rápido, chame do que quiser. Não é minha conspiração, não é minha música. Eu escuto o que relato. Ela diz, ‘Apareça!’ ela diz, ‘Mate!’ Porque me culpar? Eu não escrevi a música. Eu não fui a pessoa que projetou isso na consciência das pessoas.

BODY COUNT – COP KILLER:

Body Count é uma das bandas que geralmente figura nas listas de “Melhores bandas pouco conhecidas”. A banda surgiu como um projeto paralelo do rapper Ice-T e tinha como proposta trazer as letras que tratavam de violência e desigualdade social típicas do Rap para o Rock, com uma pegada bem punk Rock.

Com uma proposta dessas era de se esperar que a banda criaria polêmica, mas ninguém imaginava que seria tanta polêmica como a alcançada pela música “Cop Killer”. A letra da canção contava a história de um jovem que, cansado da violência policial, decide tomar medidas mais drásticas e atacar oficiais da polícia e como qualquer banda Punk traz um vocabulário pesado e direto como na intro: “Eu ponho minha camisa preta/ Eu ponho minhas luvas pretas/ Eu ponho minha touca preta/ Essa merda já durou muito/ Eu pego minha calibre doze cerrada/ Eu desligo os faróis do carro/ Estou para dar uns tiros/ Estou para mandar uns 'polícias' pra vala".

A música foi duramente criticada por autoridades de altíssima patente, incluindo o então presidente George Bush (pai) e seu vice Dan Quayle, e quando Ice-T percebeu que a polêmica sobre a música havia ultrapassado o verdadeiro interesse sobre a letra decidiu relançar o álbum “Body Count” sem a música, e lançá-la como um single separado.

OZZY OSBOURNE – SUICIDE SOLUTION:

Bon Scott, do AC/DC deixou o mundo de luto com a notícia de sua morte, então era de se esperar diversas homenagens por outros artistas, e quando Blizzard of Ozz foi lançado trouxe a homenagem de Ozzy Osbourne, mas não foi bem assim que algumas pessoas entenderam a música.

A música tratava do alcoolismo, mas alguns versos em especial foram tratados como um incentivo ao suicídio: “Faça sua cama/ descanse sua cabeça/ Mas você se deita ali e se lamenta/ Onde se esconder?/ Suicídio é a única saída/ Você não sabe sobre o que realmente é...”

A controvérsia começou com o título da música, o “Solution” foi tido por muitos como uma afirmação de que o suicídio seria a solução, mas na verdade significava “solução” como uma mistura de substâncias que poderia levar ao suicídio. Para aumentar ainda mais a polêmica sobre a música, John McCollum e Eric A. (dois adolescentes fãs da banda) se mataram com tiros na cabeça e seus pais acusavam a canção de ter sido um dos incentivos para tal ato. Tendo a família do primeiro, inclusive, processado Ozzy, que teve que explicar a letra da música nos tribunais.

KINGSMEN – LOUIE LOUIE:

Talvez a canção mais antiga a causar polêmicas no Rock’n Roll, foi escrita em 1956 e gravado por “Richard Berry & The Pharaohs” num ritmo R&B para o lado B do single "You are my sunshine" em um ritmo de Calypso e passou desapercebida na época.

Mas foi no início da década de 60 que a música começou a ser revivida e regravada por algumas bandas de pouca expressão, até que em 1963 a banda “Kingsmen” (uma das precursoras do Garage Rock) regravou a canção e foi responsável pela explosão da música, tanto que na década de 90 foi estimado que haviam mais de 1200 regravações por bandas diferentes.

A letra em si não é controversa, trata de um marujo jamaicano, que em uma mesa de bar explica ao barman que vai encontrar sua ex-namorada a todo custo. Mas como parte da letra era ininteligível, pouco tempo depois a música foi acusada de obscenidade e estudada pelo FBI, mas o inquérito acabou “inocentando a letra”.

Leia mais detalhes sobre "Louie, Louie" no link abaixo:
5000 acessosRichard Berry: se uma música pudesse definir o rock de garagem...

RAUL SEIXAS – SOCIEDADE ALTERNATIVA:

O poeta brasileiro, Raul Seixas, foi definitivamente uma das vozes que mais se opôs ao regime da ditadura no Brasil, e "Sociedade Alternativa" sem dúvidas foi o auge de sua carreira. Aleister Crowley foi uma das personalidades que mais influenciou bandas e artistas de Rock, e não foi diferente com Raul. E a sociedade era a utopia criada por Raul baseada na ordem O.T.O., seguidora dos seguimentos de Crowlei, e que Raul definiu perfeitamente em Novo Aeon: "Sociedade alternativa, Sociedade novo Aeon, É um sapato em cada pé, É direito de ser ateu, Ou de ter fé, Ter prato entupido de comida, Que você mais gosta, É ser carregado, ou carregar gente nas costas, Direito de ter riso de prazer, E até direito de deixar, Jesus Sofrer".

Isso era uma afronta ao regime ditatorial vigente no Brasil, tanto que em 1974 Raul e Paulo Coelho receberam um convite do porta-voz do general Ernesto Geisel que dizia querer maiores informações sobre a Sociedade Alternativa, já que o governo acreditava que a música realmente tratava de uma sociedade secreta, algo que não era realidade.

Raul fez contatos com diversos assessores do governo militar, e o resultado dessa confiança traduziu-se em buscas ilegais em seus apartamentos, prisão e posterior exílio nos Estados Unidos. Os jornais da época falavam que Raul tinha ido para os Estados Unidos bater um papo com John Lennon. A história do exílio só estourou nos anos 80, quando se podia falar um pouco do que aconteceu na época.

Hoje a música é vista como um verdadeiro hino do Rock Nacional, e continua trazendo a sensação utópica de uma sociedade onde a liberdade seja completa.

THE BEATLES – LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS:

O “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é tido até hoje como um dos maiores álbuns da história da música, e ele também teve seu lado polêmico com “Lucy in The Sky with Diamonds”. A versão original é que John Lennon teve a ideia para a música após observar um desenho feito por seu filho que ele chamou de “Lucy no céu com diamantes”. Lennon achou o desenho bastante colorido e viu que ele se encaixava na ideia do seu novo álbum, ou seja, era algo psicodélico e inovador.

As polêmicas começaram após o lançamento do álbum, muitos acusavam de ser uma apologia às drogas, primeiramente as inicias do titulo que formavam a palavra LSD. Além disso a letra da música era “diferente” por ser extremamente psicodélica e muitos tomaram ela como uma descrição de uma viagem em ácido. Para completar, o clipe da música só engrossou as teorias.

Apesar de nunca ter sido provado, a BBC e dezenas de rádios na época tiraram a música de sua programação, mas isso não impediu a canção de ser aclamada pelo publico e pela critica e de se tornar um marco tanto na carreira dos Beatles como do Rock em geral.

SLAYER – ANGEL OF DEATH:

Um dos clássicos da banda de Thrash-Metal Slayer, "Angel of Death" foi lançada no álbum “Reign in Blood” de 1986. A música foi escrita por Jeff Hanneman, guitarrista da banda, e trata de Josef Mengele, médico do regime nazista que foi o responsável por diversas mortes e experimentos doentios no campo de concentração de Auschwitz, naquele que se tornaria o período mais obscuro da humanidade.

Jeff escreveu a música enquanto estava em turnê com o Slayer e declarou como surgiu a inspiração para a canção: “Eu me lembro de parar em algum lugar e comprar dois livros sobre Mengele. Eu pensei: 'Isso é uma coisa doentia', então quando chegou a hora de gravar para o álbum aquilo ainda estava na minha cabeça – foi daí que veio 'Angel of Death'".

"Angel Of Death" trazia frases fortes como: “Destruindo, sem piedade/ Ao benefício da raça Ariana” e “Patéticas vítimas inofensivas/ Abandonadas para morrer/ Podre anjo da morte/ Voando livremente”, e quando tirada do contexto (que deveria ser de repúdio para com os atos de Mengele) muitas pessoas começaram a afirmar que a banda era Nazista e a música era um tributo a Mengele.

MARYLIN MANSON – GET YOUR GUNN:

Manson sempre foi um artista polêmico, que por várias vezes chegou a deixar sua vida pessoal sobressair sobre sua música, graças a várias lendas sobre sua figura, como a de que ele havia tirado uma de suas costelas cirurgicamente para poder praticar sexo oral em si mesmo. E as polêmicas começaram cedo, logo em seu primeiro single para ser mais exato, "Get Your Gunn" foi lançado em 1994 e foi inspirado no assassino Michael Frederick Griffin, que em 1993 assassinou David Gunn por ser contra as operações que ele realizava em seu consultorio.

A canção também traz gravações da conferência onde o político Budd Dwyer se suicida em frente as câmeras após discursar, incluindo o som do tiro que o matou. Como se isso não fosse o bastante ainda foi divulgado pela imprensa (erroneamente) que os dois garotos que cometeram o famoso massacre na escola de Columbine eram fãs de Manson e que a música os inspirou a cometer tal ato.

GUNS N' ROSES – ONE IN A MILLION:

"One in a Million" é a 8ª música do "GnR Lies" de 1988, e se destaca não só por suas muitas polêmicas mas também pelo fato de ter sido uma das primeiras canções escritas completamente por Axl Rose, sem a participação de nenhum outro integrante da banda.

Antes do lançamento de Lies, os membros da banda tentaram inutilmente convencer Axl a retirar a música do album, e Axl não só não aceitou como ainda pôs na contra-capa uma manchete de jornal falsa assinada por ele mesmo onde em tom de brincadeira criticava a música, uma previsão do que realmente aconteceria já que a cançõa foi acusada de ser homofóbica, além de atacar policiais e imigrantes, e foi muito mal recebida pela critica e por críticos em geral.

Axl defendeu a música dizendo que não era homofóbico e citou como seus ídolos Freddie Mercury e outras personalidades assumidamente gays. Algum tempo depois assumiu que o verso mais controverso da música - “Imigrantes e bichas/ Não fazem sentido para mim/ Eles vem para nosso país/ E acham que podem fazer o que quiserem/ Como começar um mini Iran/ Ou disseminar doenças horríveis/ Eles falam de tantas malditas maneiras/ É tudo grego para mim” - não eram necessários e realmente foram pesados demais, apesar de continuar defendendo que eles foram mal interpretados.

IRON MAIDEN – THE NUMBER OF THE BEAST:

O álbum “Number of the Beast” foi o responsável por firmar o Iron Maiden na cena Heavy Metal, principalmente pela faixa título, que se tornaria um verdadeiro marco do Rock. A música foi muito bem recebida pelo público (tanto que é obrigatória nos shows da banda até hoje), mas também foi atacada por diversos grupos religiosos pela letra que já começava pelo titulo: “O numero da besta”.

A canção fez o grupo ser acusado de satanismo, o que influenciou grupos religiosos a queimar o disco da banda e organizar vários protestos durante a turnê de lançamento do álbum. O clipe também foi editado, e quando era exibido na MTV, o mascote da banda, Eddie, era cortado do final da música.

Os músicos sempre defendiam a canção dizendo que ela era uma espécie de literatura de alguém que está observando a história, e não tinha uma conotação satanista. Algo que é claramente observado no verso: “Isto não pode continuar, devo informar a lei/ Pode ainda ser real, ou apenas um sonho louco?”, mas mesmo assim, as acusações continuam e até hoje muita gente usa ela, o mascote Eddie e outras canções para classificar o Maiden como “uma banda do demônio”.

ROLLING STONES – SYMPATHY FOR THE DEVIL:

Em 1968 os Stones se firmavam de vez na história da música com o álbum Beggars Banquet, e logo na primeira faixa já tínhamos a canção que foi de longe a mais polêmica da banda. Escrita por Jagger sobre o nome inicial de “The Devil Is My Name” ela traz a narrativa em primeira pessoa do ponto de vista do próprio Lucifer.

A música trazia uma sonoridade diferente, trazendo um riff que lembrava muito o ritmo do Funk, e a letra consistia em Lucifer relatando de forma narcisiva seus feitos durante a história da humanidade. Com versos como: “E eu estava por lá quando Jesus Cristo teve seu momento de dúvida e dor/ Certifiquei-me de que Pilatos lavasse suas mãos e selasse seu destino”, e “Estava por perto de São Petersburgo quando vi que era a hora de uma mudança/ Matei o Czar e seu ministros, Anastásia gritou em vão”.

A canção também trazia referências diretas aos assassinatos dos Kennedys, e fez com que a banda fosse acusada de incitação à Magia Negra, e muitos inclusive diziam que a letra era uma espécie de “admiração ao demônio” o que causou o boicote de várias emissoras de rádio.

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