Dirk Verbeuren conta como virou baterista do Megadeth; "Tudo foi muito rápido"
Por Mateus Ribeiro
Postado em 21 de janeiro de 2025
O baterista belga Dirk Verbeuren se juntou ao Megadeth em 2016, como substituto de Chris Adler. Antes de se tornar companheiro de Dave Mustaine, ele integrou o Soilwork por cerca de uma década, e gravou álbuns interessantes, como "Stabbing the Drama", "The Panic Broadcast" e "The Living Infinite".
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Dirk contou como entrou no Megadeth durante entrevista a Andrew Daly, fundador do site VWMusic. O músico afirmou que o processo foi muito rápido, e que não teve muito tempo para aprender as músicas do grupo.
"Eu estava em turnê com minha banda anterior [Soilwork], e recebi uma ligação da equipe do Megadeth. Me disseram: ‘Dave quer falar com você sobre tocar com o Megadeth’. Esse foi, claro, um momento muito especial e meio irreal. Então, conversamos por telefone e, quando a turnê com o Soilwork terminou, eu basicamente tive cerca de dez dias para estudar o set do Megadeth, e depois fui direto para um ensaio, que foi um dia antes do primeiro show. Então, tudo foi muito rápido."
Inicialmente, Dirk iria apenas "quebrar um galho". Porém, o líder do Megadeth gostou do que viu e resolveu contratar o talentoso e preciso baterista.
"Na verdade, fui contratado apenas como substituto temporário, mas fiz minha lição de casa e acho que tudo correu bem. Então, talvez uma semana depois dos shows, Dave basicamente disse: ‘Você é meu baterista agora. Você vai ficar aqui’. Foi uma experiência bastante surreal, mas tenho a sorte de já ter estado nesse lugar antes. Sempre me envolvi aqui e ali quando podia para ajudar as pessoas, portanto, quando Dave precisou de alguém, não foi minha primeira dança nesse sentido. Fico feliz por ter tido toda essa experiência anterior para poder assumir isso, entrar e basicamente fazer com que o resto dos caras sentisse que as coisas estavam acontecendo como normalmente aconteceriam no palco."
Quase dez anos depois, Dirk continua no Megadeth (o que pode ser considerado uma vitória, levando-se em consideração o número de músicos que passaram pelo quarteto). Ele gravou um álbum de estúdio ("The Sick, the Dying… and the Dead!", de 2022), e contribuiu com algumas das composições.
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