Os melhores álbuns de março de 2025 - Fabricio Cunha
Por Fabricio Cunha
Postado em 29 de abril de 2025
10º - The New Aeon - Magistry
Se você curte folk metal europeu, mas também valoriza aquela identidade única da música brasileira, precisa ouvir este álbum. A banda mistura o peso e do death melódico com a força do heavy metal melódico, tudo isso temperado com uma pegada genuinamente brasileira. O resultado? Um álbum impecável, poderoso e cheio de personalidade, que merece um lugar na sua playlist.
9º - Circuition - Nephylim
Um álbum grandioso em todos os sentidos, desses que você sente o impacto logo nos primeiros acordes. Com composições de altíssimo nível, a banda entrega um death metal melódico que transita com maestria entre momentos atmosféricos e passagens pesadas de tirar o fôlego. O resultado é uma obra imponente, carregada de intensidade e emoção, que transmite um verdadeiro ar épico
8º - The Way - Dorothy
O álbum surpreende do início ao fim, principalmente pela forma como Dorothy transita com leveza e confiança pelos estilos que propõe. Com uma sonoridade vibrante, marcada por um hard rock agitado e cheio de energia, o disco é uma verdadeira vitrine para o talento vocal da cantora. Ela entrega interpretações poderosas e cheias de atitude, consolidando este como um dos melhores trabalhos de sua carreira.
7º - Bloody Dynasty - Arch Enemy
Esse álbum consolida de vez que a entrada de Alissa White-Gluz foi um divisor de águas para o Arch Enemy. Com uma performance vocal feroz e cheia de personalidade, Alissa domina cada faixa com facilidade, deixando claro que nasceu para estar ali. Seguindo a fórmula melódica dos últimos trabalhos, o disco entrega tudo que eu esperava: peso, velocidade e agressividade em doses generosas. Um verdadeiro petardo que reafirma a identidade da banda com força total.
6º - Everything Rots - Cabal
Uma surpresa grandiosa e totalmente devastadora! Este álbum entrega um deathcore de altíssimo nível: potente, agressivo, brutal e tecnicamente impecável. É o tipo de som que não alivia em nenhum momento, com riffs esmagadores e vocais intensos que fazem tudo vibrar. Sem dúvidas, um dos melhores álbuns de deathcore do ano… só ficando atrás de outro da lista.
5º - Belly Of the Beast - Combust
Esse álbum é um verdadeiro soco sonoro — um crossover denso, agressivo e ao mesmo tempo incrivelmente bem lapidado. Cada faixa é uma pancada, com peso na medida certa e uma produção refinada que valoriza cada detalhe. É o tipo de som que te energiza instantaneamente. Perfeito pra dar aquela animada no dia e sair quebrando tudo
4º - Hymns In Dissonance - Whitechapel
Convenhamos! Não dava pra esperar nada menos do que um baita álbum vindo do Whitechapel. Os caras entregaram um trabalho de tirar o fôlego, sem dar trégua no peso e mantendo a qualidade lá em cima do começo ao fim. É brutal, intenso e ao mesmo tempo refinado, sem nunca perder a essência que a "Capela Branca" domina com maestria. Um álbum que mostra por que eles seguem no topo do deathcore.
3º - Concord - Judicator
Esse álbum de power metal foge completamente do mais-do-mesmo que a gente costuma ouvir no gênero. Com composições elaboradas e arranjos de tirar o chapéu, ele entrega uma experiência rica, empolgante e cheia de personalidade. Pra quem curte os álbuns clássicos do Blind Guardian, essa é uma pedida certeira — ainda mais se for pra embalar uma boa sessão de RPG. É trilha sonora perfeita pra quem gosta de peso, fantasia e qualidade andando lado a lado!
2º - Kaltfront°! - Eisbrecher
Um industrial metal maduro, coeso e de altíssima qualidade. Esse álbum acerta em cheio na construção sonora — cada instrumento entra na hora certa, com precisão cirúrgica, criando uma parede sonora poderosa e cheia de identidade. O resultado é um som uníssono, pesado e marcante, que mostra domínio total do estilo. Se você curtiu os últimos álbuns do Rammstein, prepare-se: esse aqui soa como uma "extensão espiritual"... e ouso dizer, talvez até superior.
1º - Te Rã - Alien Weaponry
Os neozelandeses entregaram um dos álbuns mais autênticos e únicos do ano. Com grande parte das letras cantadas em maori, o disco carrega uma força cultural rara no metal — algo que você não vai ouvir de novo tão cedo. A banda mistura essa identidade forte com uma pegada tribal marcante e um peso avassalador, criando o que poderia ser descrito como uma versão maori, ainda mais intensa, do clássico Roots do Sepultura.
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