A formação que Slash chamou de "nós contra eles" e definiu como a melhor do Guns N' Roses
Por Bruce William
Postado em 10 de junho de 2025
Em meio a tantas mudanças de formação, é difícil apontar uma fase efetivamente "estável" na história do Guns N' Roses. Desde os primeiros ensaios, a banda já juntava gente de um monte de projetos anteriores, e os ajustes foram acontecendo até que surgisse o grupo que gravou "Appetite for Destruction". Pra Slash, nada nunca chegou perto daquele grupo original com cinco caras.
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A entrada de Matt Sorum na bateria, substituindo Steven Adler durante as gravações de "Use Your Illusion", trouxe técnica e disciplina. Mas, para Slash, faltava algo essencial: a química de rua, o instinto que havia definido o primeiro disco. Anos depois, mesmo com os talentos que o Guns abrigou em sua fase mais grandiosa, o guitarrista nunca escondeu sua preferência pela formação original.
Em uma declaração franca para a Collector Magazine, Slash resumiu: "A formação original era composta pelos únicos cinco filhos da puta em Los Angeles que poderiam ter feito aquela banda. Havia uma camaradagem, uma ligação entre os cinco. Era como uma gangue, nós contra eles", e em seguida destacou a amizade com Adler: "Steven era meu melhor amigo. Foi ele que me fez começar a tocar guitarra!", e a relação de longa data entre Axl e Izzy, que cresceram juntos.
Mesmo assim, as fraturas internas logo falaram mais alto, relembra a Far Out. Adler acabou demitido, Izzy saiu depois das turnês, e o Guns passou a ser moldado conforme a vontade de Axl. O resultado foi um projeto gigantesco, com músicos excepcionais, e eventualmente um disco como "Chinese Democracy", que dividiu opiniões e demorou mais de uma década para sair.
Hoje, com parte da formação clássica reunida e os cinco integrantes originais ainda vivos, muitos fãs seguem sonhando com uma reunião completa. Slash já deixou claro qual era o espírito da melhor fase do grupo. Falta saber se aquele "nós contra eles" ainda pode ser reconstruído, ou se ficou para sempre preso lá naquele mágico ano de 1987.
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