Para Chris Adler, Grammy com Megadeth teve mais significado do que teria com Lamb of God
Por João Renato Alves
Postado em 12 de setembro de 2025
Em 2017, o Megadeth ganhou o primeiro – e até agora único – Grammy de sua carreira. A vitória veio na categoria Melhor Performance de Metal, com "Dystopia", faixa-título do álbum lançado no ano anterior. Além de Dave Mustaine e do baixista David Ellefson, as gravações do disco marcaram a estreia do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro e contaram com Chris Adler na bateria.
Ao podcast Chris Akin Presents..., o ex-membro do Lamb of God falou sobre como se sentiu com a conquista. Ele não marcou presença na cerimônia, visto que Dirk Verbeuren já era o titular das baquetas àquela altura dos acontecimentos. Sobrou até espaço para uma comparação.

"Quando o Lamb of God foi indicado, Randy (Blythe, vocalista) promoveu um boicote, disse que era uma besteira, bem no estilo punk. Compreendo essa atitude, pois sempre víamos as pessoas erradas sendo indicadas e ganhando. Ainda assim, era algo que podíamos nos orgulhar e mostrar às nossas famílias que os 30 anos investindo nisso não haviam sido em vão. Traz credibilidade."
Tendo isso em mente, o instrumentista reconhece que ter conquistado a estatueta com o Megadeth teve um sabor especial. "Nunca me decepcionei por não termos ganhado um Grammy com o Lamb of God e fiquei completamente emocionado por ter ganhado com o Megadeth. Eles já tinham sido indicados umas 12 vezes e, na minha cabeça, mereciam todas as 12. Então, para mim, fazer parte disso e ganhar o prêmio provavelmente significou mais do que se tivéssemos ganhado um com o Lamb, já que a mentalidade dentro da banda era: 'Isso é tudo besteira'."
Atualmente, Chris faz parte do Firstborne, que também conta com o vocalista Girish Pradhan (George Lynch, The End Machine) e o guitarrista Hugh Myrone. A banda lançou seu segundo álbum, "Lucky", no último dia 8 de agosto.
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