Os 5 discos favoritos de todos os tempos para Yungblud
Por Bruce William
Postado em 21 de outubro de 2025
Durante participação no podcast Lipps Service, Yungblud foi convidado a listar os cinco álbuns que não conseguiria viver sem. A seleção misturou clássicos do rock britânico e um único nome fora do gênero, revelando um panorama das referências que moldaram sua música e sua identidade artística, relata a Loudwire, que fez a transcrição.
O quinto lugar ficou com "Urban Hymns" (1997), do The Verve. "Foi o que meu pai me apresentou quando eu era criança. Lembro de músicas como 'Catching the Butterfly', e é um álbum que dá pra ouvir do começo ao fim", contou. O disco traz "Bitter Sweet Symphony", uma das canções mais marcantes do britpop.

Na quarta posição, ele citou "Rumours" (1977), do Fleetwood Mac, mas com um detalhe: a edição Super Deluxe de 2013. Segundo Yungblud, as versões ao vivo e faixas extras tornaram o álbum indispensável para ele.
Em terceiro, veio "London Calling" (1979), do The Clash. "É simplesmente foda, com uma das melhores capas acidentais de todos os tempos", disse o cantor, resumindo o impacto que o disco teve em sua formação musical.
A quarta escolha - e a única fora do rock - foi "Back to Black" (2006), de Amy Winehouse. "É um momento na música que quase nunca acontece, quando tudo realmente se encaixa para um artista. Acho que entre 'Frank' e esse disco, ela passou de uma tocha de luz a um laser focado - da música à estética e à imagem", afirmou. "A tragédia da Amy estava fundamentalmente dentro desse álbum. Acho que é por isso que ele é tão bonito: ela colocou sua dor no vinil para sempre."
O topo da lista ficou com "Never Mind the Bollocks" (1977), do Sex Pistols, álbum que, segundo Yungblud, ajudou a moldar sua identidade. "A sagacidade dele, a arte de Jamie Reid na capa, o que significou para a cultura britânica, a poesia e a guitarra... é simplesmente inacreditável", resumiu.
Entre os cinco títulos, é possível traçar um fio condutor que vai do lirismo do britpop à rebeldia punk, passando pela vulnerabilidade de Amy Winehouse - um mapa sonoro que explica boa parte do espírito inquieto que Yungblud leva para o palco.
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