Rhapsody of Fire: entrevista com o vocalista Giacomo Voli
Por George Ramos
Fonte: Assessoria do artista
Postado em 31 de março de 2019
Recentemente o Rhapsody of Fire lançou seu décimo terceiro disco intitulado "The Eighth Mountain" que é o primeiro registro de músicas inéditas com a nova formação, que conta com Giacomo Voli que substituiu Fabio Lione nos vocais. Confira a seguir a entrevista que fiz com o vocalista.
Olá Giacomo. É um prazer entrevistá-lo, conte sobre o início da sua carreira.
Oi pessoal!
Eu comecei quando tinha 17 anos, tentando fazer rock com alguns amigos em uma garagem.
Depois eu cresci e tive muitos projetos covers de Deep Purple, Led Zeppelin, Queen, Toto, Van Halen e muitas outras grandes bandas!
Quais foram/são suas maiores influências como vocalista?
Eu me apaixonei por Freddie Mercury quando eu era apenas uma criança então... Eu acho que ele será meu guia para sempre! Não só pela sua voz, mas também pela sua arte 360 °, pela qualidade da sua composição e dedicação à MÚSICA.
Sua coragem ainda é forte hoje, me dando a vontade de dizer "você pode ser o que quiser".
Você participou da edição do The Voice Itália em 2014 chegando a ser um dos finalistas. Como foi essa experiência?
Eu acho que tenho que dizer "obrigado" por essa experiência. Pessoas ao redor do mundo me conheceram devido a esse programa, até Alex Staropoli!
Em 2016 você foi chamado para substituir Fabio Lione no Rhapsody of Fire. Como surgiu o convite?
Como eu disse, Alex me conheceu através da TV, então ele me escreveu um e-mail. Ele estava procurando alguns músicos para construir uma banda alternativa. A idéia era envolver até mesmo seu irmão para realizar uma banda mais orientada para Barock / medieval.
Então o Fabio saiu e ele resolveu me ligar: já tínhamos uma boa amizade!
Quais desafios você teve que enfrentar para realizar essa tarefa? Sentiu alguma dificuldade em relação a aceitação dos fãs por exemplo?
Não foram tantos... Tem sido um trabalho de 3 anos, mas finalmente todos os fãs descobriram meu desafio mais importante no disco "The Eighth Mountain". Foi escrito para se encaixar perfeitamente com a minha voz e suas diferentes peculiaridades, como o tom mais alto e a melodia mais brilhante.
No ano seguinte você gravou o disco "Legendary Years" que reuniu regravações de músicas consagradas da banda. Qual música você sentiu mais dificuldade e qual mais te marcou?
Eu posso facilmente dizer que, provavelmente, é a mesma canção: "Flames of Revenge". Foi a primeira que gravei para este álbum regravado, e me sinto bem no clima quando a executo ao vivo. Realmente desafiador mas... Perfeita para mim!
Esse ano a banda lançou o "The Eighth Mountain", que é o primeiro disco de músicas inéditas com a nova formação. Conte como foi essa experiência, você participou ativamente nas composições?
Sim! Eu escrevi todas as letras. Estou muito grato a Alex (tecladista) e Roby (guitarrista) por esta oportunidade. Todos estamos felizes com os ótimos resultados, a mistura perfeita entre orquestras e melodias, riffs de guitarra, palavras e temas.
Caso não fosse músico e vocalista que outra profissão teria seguido?
Provavelmente eu seria um designer gráfico e desenhista! Esta é a outra grande arte que eu amo, e eu ainda desenho temas de fantasia ;)
Se tivesse que escolher uma única música pra ouvir pro resto da vida qual seria?
"Who Wants To Live Forever"...
Eu realmente amo baladas melódicas então... Esta provavelmente será a minha favorita para o resto da minha vida.
Você conhece bandas brasileiras de metal? Quais?
Quando eu era jovem, conheci o power e o progressive metal mesmo com o Angra, e então ouvi um pouco do Sepultura.
Já existem planos para a banda fazer shows da nova turnê aqui no Brasil?
Todos nós esperamos por isso! Não tenho novidades sobre isso, mas... é um dos nossos objetivos!
Agradeço por ceder seu tempo pra responder esta entrevista. Deixe um recado para os leitores do site e para os fãs brasileiros...
Obrigado a você cara! Aqui está minha mensagem:
Oi pessoal! Lembrem-se que a MÚSICA está falando por nós!
Não há nada mais poderoso do que uma verdadeira amizade na música.
Espero ter em breve a oportunidade de fazê-los ouvir o que Alex, Roby, Sala, Manu e eu somo capazes de fazer no palco: cuidem-se!
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