AC/DC: Chris Slade ansioso por mais 50 anos tocando bateria

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Por Luiz Figueiredo, Fonte: Rádio WebRoots
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Vitalidade, energia, simpatia... Chris Slade mostrou todas essas características na sua passagem por Minas Gerais, no último fim de semana. Mas o que chamou mais atenção, e não podia ser diferente, foi o peso de suas baquetas em cada batida que dava nos pratos e outras parte de sua bateria. Isso pode ser normal para muitos na casa do 20 ou 30 anos de idade, mais difícil quando chegam aos 40 ou 50, mas, no caso de Chris Slade, com seus 66 anos, é impressionante. Destacando que o pique dele é mantido durante toda a duração do show que conta com os maiores clássicos do AC/DC.

Nascido no País de Gales em 1946, Christopher Rees tem uma carreira longa e diversificada na música. Ele sempre acompanhou bandas de grande nome como Uriah Heep, Asia e AC/DC e músicos como Paul Rodgers e Jimmy Page. No AC/DC deixou sua marca em dois discos clássicos, o The Razors Edge (1990) e o Live at Donington (1992). Atualmente, ele está no Brasil para shows que já passaram por Minas Gerais e segue para São Paulo, onde toca hoje (dia 21) na capital e em Campinas amanhã (dia 22).

Nesta entrevista, gentilmente concedida por ele, são abordados vários momentos de sua longa carreira; e ele avisa: depois de 50 anos tocando, já está preparado para outros 50. Leia trecho abaixo:

RÁDIO WEBROOTS: Olá Chris Slade, é um prazer realizar esta entrevista. Você já tocou com grandes nomes da música como o AC/DC, Paul Rodgers, David Gilmour, Asia entre outros. Para você como foi fazer parte de tantas bandas de sucesso?

CHRIS SLADE: Foi e sempre é um prazer de fazer música com tantos grandes artistas. Eu tenho tocado profissionalmente por 50 anos agora e tocando mais alto e mais duro que eu consigo e eu ainda estou amando cada momento e ansioso para os próximos 50 anos.

RWR: Como é o seu contato com os membros da banda AC/DC? Vocês ainda se falam?

CHRIS: Sim, muitas vezes eu vejo Cliff (Williams, baixista) nos shows da NAMM na Califórnia todos os anos. Inclusive, eu vi todos os caras há dois anos, quando eles estavam em turnê pelos Estados Unidos, foi ótimo ir aos bastidores e dizer oi.

RWR: Outra grande banda que você fez parte foi o Asia, onde gravou dois discos. Conte pra gente como foi fazer parte da banda e o significado desse período na sua carreira?

CHRIS: Eu estive com o Asia durante sete anos. Em geral, foi bom tocar solos de bateria de novo com eles, uma habilidade que não foi usada com o AC/DC e com razão, já que não há espaço para solos de bateria na banda.

Leia a entrevista completa em
http://www.radiowebroots.com

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