Tribuzy: lançamento de novo álbum em 2012

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Por Monica Fontes
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Afastado dos palcos há mais de quatro anos, o vocalista Renato Tribuzy voltou a se apresentar como convidado em um show que reuniu vários nomes do metal nacional no Rio de Janeiro, além de confirmar presença no Ceará In Rock a ser realizado em Fortaleza, de 18 a 21 de fevereiro.

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O evento “For Those About To Rock – We Salute You!” aconteceu no último domingo no Teatro Odisséia onde Renato concedeu a entrevista a seguir:

Depois de todo esse tempo afastado, como você avalia a sua volta aos palcos?

Tribuzy: Aconteceu meio sem querer. Quando eu comecei a compor o novo álbum, pude perceber que ele estava ficando realmente muito bom e isso me fez querer voltar. A questão da minha ausência dos palcos por esse período não foi a cena nacional estar ruim ou algo assim como algumas pessoas falam; eu simplesmente não via razão pois eu não estava com tempo e nem cabeça para compor. Quando comecei a me dedicar a isso, fiquei animado e aqui estou eu de volta! (risos) Eu queria voltar com um álbum que realmente valesse a pena.

E esse disco está na mesma linha do Execution?

Tribuzy: Basicamente sim, a sonoridade remete um pouco, mas tem alguns arranjos bem diferentes. A primeira música é fantástica, ninguém vai esperar uma música de abertura como essa, mas como passei esses últimos anos produzindo e empresariando alguns artistas, acabei trabalhando em vários campos diferentes de composição e estou experimentando algumas dessas coisas no novo álbum.

Alguma participação especial?

Tribuzy: Por enquanto, não. Estou pensando em chamar o Kiko Loureiro, mas ainda não o convidei. Quando eu fiz o Execution, na verdade, foi a realização de um sonho. Eu queria reunir os músicos dos quais eu era grande fã, e na época conheci algumas pessoas que me ajudaram a concretizar isso. Foi uma honra poder gravar com o Bruce Dickinson e Michael Kiske, que são dois dos cantores que eu mais gosto, mas além deles eu curto o Dio, que cheguei a conversar quando ele veio ao Brasil sobre uma possível participação, mas infelizmente esse talento incontestável não está mais conosco. Resumindo, o Execution nunca teve a intenção de ser uma espécie de Opera Metal, é simplesmente um CD de Heavy Metal com participações de pessoas que eu admiro muito, então se eu não tiver como ter pessoas que eu realmente admire no CD, não existe razão para convidar só por convidar. Seria muito legal ter o Halford ou Glenn Hugues, seria mais um sonho realizado, mas até o momento é só sonho mesmo.

Quais são os músicos que estão gravando com você agora? É essa mesma formação que irá tocar nos shows?

Tribuzy: Da banda que fará a tour comigo, dois já estão em estúdio, o baterista e um dos guitarristas, mas gosto de gravar com vários músicos convidados, pois cada músico tem uma pegada ou um estilo que cai bem nessa ou naquela canção, mas ao vivo os músicos que me acompanharão serão:

* Leo Pagani - Um baterista com quem trabalhei em várias produções. O cara é um monstro, um dos melhores músicos com quem já tive o prazer de tocar;

* Davis Ramay – Um guitarrista que conheço faz muitos anos. Sempre gostei do estilo dele tocar e depois que assisti a tour dele com Ted Poley e Tony Martin, onde ele foi excelente, não pude deixar de convidá-lo;

* Kiko Dittert – Guitarrista da banda Dreadnox. Eu produzi o álbum novo deles ano passado e gostei muito do Kiko como guitarrista e pessoa. Eu também já o conhecia faz muitos anos, somos bons amigos, e isso conta muito para mim;

* Thiago Velásquez – Baixista, sempre gostei muito do trabalho dele junto a sua banda Statik Majik e ele funcionou perfeitamente com a nova formação.

Qual é a previsão de lançamento?

Tribuzy: Ainda não tenho uma data precisa, mas certamente vou lançar esse ano. Como nunca conseguia me focar 100% no álbum por ter compromissos com vários outros artistas, tive que optar por abrir mão de alguns os quais eu empresariava para me dedicar ao álbum novo. Como foi uma decisão complexa e delicada, pensei bastante e só me desliguei de alguns deles no início desse ano. Agora terei mais tempo para me dedicar a minha música, pois estava sentindo MUITA falta disso.

Contato:
http://www.tribuzy.com

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Sobre Monica Fontes

Mônica Fontes - Carioca, nascida em 1968, vive no Rio de Janeiro e é tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por música, leitura e cinema, começou a ouvir rock aos 13 anos, já tendo presenciado grandes shows e eventos desse gênero. Além do rock, também se interessa por outros estilos, como o Pop e MPB. Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, U2 e Guns N'Roses são algumas de suas bandas preferidas, sem deixar de prestigiar as excelentes bandas e artistas nacionais. Acessa o Whiplash há alguns anos e começou a colaborar por gostar de traduzir os diversos assuntos relacionados no site.

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