Tony Martin: não tenho interesse em me reunir com o Sabbath

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Por Samuel Coutinho, Fonte: CriticalMass.se, Tradução
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Em 25 de fevereiro passado o repórter Jens Lundell, da CriticalMass.se, conduziu uma entrevista com o ex-vocalista do BLACK SABBATH Tony Martin, quando o cantor participou de uma apresentação em Gotemburgo, Suécia. Alguns trechos da conversa seguem abaixo:

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CriticalMass.se: Está bem claro que você não está interessado em se reunir com o Black Sabbath novamente, certo?

Tony: Não tem nada a ver com a banda, pois não tenho nenhum problema com eles. Por exemplo, eu até voltaria a trabalhar com Tony Iommi, talvez. Só que eu não gostaria de fazer as mesmas coisas que eu fiz antes, só cantando músicas do Ozzy, Dio e toda a minha parte deixada de lado. Esse era o meu problema.

CriticalMass.se: Você também deixou claro que os fãs não vão vê-lo em uma turnê nunca mais?

Tony: Não. E isso é muito difícil. Toda vez que vamos para a estrada, perdemos dinheiro. Estão querendo que toquemos de graça e por menos tempo, é impossível aceitar isso. Nâo é apenas realidade mas também é decepcionante, porque tenho ainda tenho vontade de fazer turnês. O lugar de um músico é na estrada. Fazer shows é parte da diversão. Mas você não pode fazer isso de graça, e se você tiver que vender sua casa e seu carro e começar a trabalhar como eletricista só para pagar para tocar, não será nada divertido.

CriticalMass.se: Como você se vê hoje? Você é um músico em tempo integral?

Tony: Bem, sim. A música é o meu trabalho. Embora eu não seja uma pessoa estúpida, eu não recebo uma papelada me oferecendo emprego, por isso a música é a minha carreira. Mas é realmente dificil viver da música. Está ficando cada dia mais difícil de sobreviver. E não está sendo nada confortável.

CriticalMass.se: Muitas pessoas consideram "Headless Cross"(1989) o melhor álbum que você fez com o Black Sabbath. Mas você disse que prefere "Tyr" (1990) e "Cross Purposes" (1994). Por qual razão?

Tony: "Cross Purposes" tinha letras um pouco mais inteligentes. As histórias eram sobre coisas diferentes. "Tyr" era mais sobre os vikings escandinavos embora houvesse alguma influência russa também. "Headless Cross" contava mais sobre o folclore Inglês e eu achei as músicas e as harmonias de "Tyr" e "Cross Purposes" melhores. Mas eu ainda amo "Headless Cross"! Eu não odeio ele em tudo. Eu acho um ótimo áblum, e eu estou realmente orgulhoso dele.

CriticalMass.se: Quais são seus planos para o futuro como artista?

Tony: Nâo tenho idéia. Talvez eu pare definitivamente. Isso é muito triste, pois não consigo viver fora da música. Neste momento estou tentando fazer coisas acontecerem, eu estava pensando em fazer alguma coisa no teatro. Mas não posso te dar uma resposta certa.

A entrevista completa (em inglês) está no site CriticalMass.se.

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Sobre Samuel Coutinho

Nascido no interior de SP no dia 15/12/1986, em uma cidade chamada Ilha Solteira, Samuel Coutinho se entregou ao heavy metal logo na adolescência. Seu forte sempre foi o heavy metal melódico, variando desde o prog-metal até ao power-metal.

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