Masterplan: Roland comenta álbum e trabalho como produtor

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Por Robson B. Leite, Fonte: LoudTrax, Tradução
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Antonio Marsillo, do site Loudtrax, recentemente fez uma entrevista com o lendário guitarrista Roland Grapow (MASTERPLAN, ex-HELLOWEEN) onde ele relata um pouco do que esteve fazendo nos últimos tempos.

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Em 1989, Roland Grapow substituiu Kai Hansen na lendária banda de power metal HELLOWEEN. Durante 12 anos, seu trabalho como guitarrista e compositor ajudou na criação de grandes álbuns como "The Dark Ride", "Better Than Raw", e "Master of Rings". Em 2001, Roland e o baterista Uli Kusch formaram a banda "MASTERPLAN" com o grande vocalista Jorn Lande e desde então começaram a escrever seu próprio capítulo na história das grandes bandas de Metal.

Tive o prazer de conversar com Roland direto de seu estúdio na Eslováquia.

LoudTrax: Olá Roland, é um grande prazer entrevistá-lo tendo sido uma fã seu desde a primeira ouvida no disco "Pink Bubbles Go Ape" até agora no novo álbum "Time to be King". Conte-nos sobre esse novo álbum do MASTERPLAN, "Time to be King". Das primeiras idéias do que poderia ser até a composição e então o processo de gravação.


Roland Grapow: Bem, deixe-me voltar um pouco ao passado quando tínhamos outro vocalista na banda, Mike DiMeo, que cantou no álbum MK II. Eu estava ficando um pouco frustrado com ele na turnê que fizemos com o SAXON, que foram 50 shows na Europa. Então, Mike descobriu que eu não estava feliz e deixou a banda porque achou que a mágica não estava lá, especialmente quando tocávamos ao vivo. Mas o álbum ainda foi bem legal apesar de tudo.

Então entrei em contato com Jorn novamente. Levou certo tempo pra convencê-lo a voltar à banda. Ele também estava de algum modo compreendendo que faltava algo em sua carreira. Muitas pessoas estavam indo aos shows de sua banda solo e lhe dizendo "você é ótimo mas porque saiu do MASTERPLAN?". E a mesma coisa acontecia conosco, com os fãs sempre perguntando porque Jorn havia deixado a banda. Olhávamos para nós mesmos e ainda havia muita conversa e entendimento de que poderíamos continuar em nível certo. Porque não cometeríamos os mesmos erros do passado. Tivemos muitos desacordos sobre o direcionamento musical da banda por exemplo.

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Quando finalmente começamos a trabalhar juntos, no Natal há um ano e meio atrás, havia material novo escrito. Jorn tinha um par de idéias e Axel, o tecladista, tinha algumas também. Mas eu escrevi tudo de uma forma nova porque queria me inspirar pela nova situação. E também eu estava muito feliz e entusiasmado compondo o material, tivemos um ótimo período de trabalho e composição das músicas por aproximadamente 3 ou 4 meses. Então pegamos o material que gostamos e escrevemos 14 canções. No fim gravamos somente 12, então tínhamos duas fora. Todo o processo de gravação durou honestamente um ano, mas com muitos, muitos intervalos porque atualmente estou produzindo outras bandas aqui no meu estúdio. Estou ficando meio famoso aqui no leste da Europa como produtor e muita gente está querendo a produção e o som de guitarra do MASTERPLAN e dizendo que trabalharam com o cara que já foi do HELLOWEEN. É um pouco excitante pra essas bandas pequenas. Ganhar um dinheiro extra e experiência é muito bom, eu estou feliz em entrar nesse negócio de produção, mixagem, masterização e tudo mais.

Então isso significa que não trabalhamos por 1 ano inteiro no álbum por causa das bandas que vinham gravar aqui, mas trabalhamos em torno disso. Por fim o atraso no lançamento do álbum foi erro meu porque por um lado, as letras não haviam sido finalizadas por Jorn e por outro, eu tinha bandas agendadas pro meu estúdio 6 meses antes. Não conseguimos finalizar o álbum então tudo foi adiado. Por isso o álbum veio a ser lançado eu diria 4 ou 5 meses depois do esperado.

Esse foi mais ou menos o processo de gravação e criação do álbum. Tudo foi gravado na Eslováquia em meu estúdio. Todos vieram pra cá. Foi tudo descontraído. Eu gosto de ter muitas pausas durante as gravações porque normalmente você faz um álbum em dois ou três meses sem pausas. Mas é belíssimo voltar depois de umas 6 semanas sem ouvir o que a banda fez e ouvir de novo, você pensa "Uau! Fizemos um belo trabalho há uns meses atrás!.

LoudTrax: Você tem uma nova perspectiva...

Roland Grapow: Sim, uma nova forma de julgar enquanto ouve suas próprias músicas novas muitas vezes e gravando e mixando. Eu acho que você nunca é honesto consigo mesmo e acho que até o fim eu senti que nós tínhamos um material forte e me senti muito bem com a coisa toda.

LoudTrax: Vocês ensaiaram como banda freqüentemente durante esse tempo?

Roland Grapow: Não. Esse é o jeito velho, o jeito nos anos 70. São vinte anos, eu não faço mais isso. Acho que a última vez que ensaiei com uma banda pra um álbum foi provavelmente gravando "Pink Bubbles Go Ape".

LoudTrax: Quão importante foi para a banda ter Jorn Lande de volta?

Roland Grapow: Como eu disse, estava muito inspirado. Sentia que o estilo do MASTERPLAN estava de volta. Nada por algo contra Mike DiMeo. Ele é um grande cantor e um bom sujeito, mas a química entre nós e Jorn é especial. A composição Power Melódica Alemã com a influência do HELLOWEEN e a experiência que tenho com Jorn da Noruega. É uma relação meio mágica bem interessante. Acho que qualquer coisa em que tocamos soa incrível.

Mesmo na Europa há bandas novas que tentam copiar nosso estilo, o que não acho possível. Soa fácil o que estamos fazendo, soa bem melódico, nada espetacular, não criamos um novo estilo. Mas acho que o modo como fazemos isso é bem único pela minha experiência dos anos de HELLOWEEN e ter trabalhado com produtores como Roy Z e Andy Sneap. Eu tomo conta da coisa toda. Não sou o chefe ou algo assim, mas digamos que sou o "engenheiro da banda". Não gosto quando alguma coisa está fugindo da direção. Você precisa de uma visão. Talvez tenha sido coincidência que no primeiro álbum tenhamos feito isso certo e não quero mudar mais isso. Eu quero dar qualidade. As pessoas podem dizer que você sabe o que elas querem, mas pra mim é qualidade o que estou dando. Você ouve uma música do MASTERPLAN e sabe que é o MASTERPLAN. Pela produção e pela voz do Jorn.

LoudTrax: Ele ainda estará trabalhando em sua carreira solo depois desse álbum do MASTERPLAN?

Roland Grapow: Sim, acho que ele lançou um álbum há um mês. É um pouco triste agora com a morte de DIO e Jorn fez um álbum tributo a ele antes disso acontecer. Ele o mixou no fim de janeiro. Ele realmente queria fazer um tributo só para DIO. Ele escreveu uma música especialmente pra ele, não é um cover. A letra é um agradecimento porque ele foi uma enorme influência para Jorn. Os maiores ídolos de Jorn são Dio e Coverdale.

LoudTrax: Você passou por várias mudanças de membros nas bandas em sua carreira. Em seus 12 anos e meio com o Helloween, houve a substituição do vocalista e do baterista. No MASTERPLAN houve várias mudanças de formação. Como você lida com isso e qual a parte mais difícil dessa realidade?

Roland Grapow: A parte mais difícil é sempre em como tratar essas situações e achar novos membros. No HELLOWEEN eu honestamente acho que ninguém poderia substituir Michael Kiske. Não acho também que eles procuraram por alguém que tentasse imitá-lo. Por isso escolheram Andi Deris. Eu honestamente não o escolhi, foi decisão de Michael Weikath. Mas quando Ingo estava ficando doente e tivemos que substituir o baterista foi horrível. Ingo tinha um estilo incrível para a banda. Ele era um grande baterista e um ótimo sujeito. Ele era importante para a banda.

Depois quando Uli veio, ele não era um compositor no começo, mas a partir do álbum "Better than Raw" ele começou a escrever e estava indo muito bem com a ajuda do resto da banda, claro. Em "The Dark Ride" ele compôs uma das melhores músicas ("Mr. Torture"). Mas tenho que ser sincero, a banda e o produtor também o ajudaram. "Soulburn" foi perfeita, ele escreveu os versos iniciais e o bridge, eu escrevi o refrão e os solos. Acho que o trabalho conjunto estava sendo importante no MASTERPLAN. Sabe, não me importo mais se eu componho as músicas ou quantas eu componho ou se eu componho sozinho. Só quero o melhor resultado. Creio que a qualidade é a chave principal e não problemas de ego. O ego é apenas pra você mesmo e você pode guardar pra si. Seus fãs querem ouvir um bom material e isso também é possível quando se tem ajuda dos outros caras da banda. O MASTERPLAN é mais mente aberta agora e até temos compositores externos. Desde o último álbum temos um cara que escreveu "Lost and Gone".

Nesse álbum, eu não pedi ajuda, mas pessoas nos mandaram material. Um sujeito que o fez foi Carl Johan Grimmark, da banda NARNIA, da Suécia. Ele escreveu uma ótima canção para o MASTERPLAN ("Fiddle of Time"), então porque não pegá-la? É tudo a respeito de trabalho conjunto e decidir o que é bom para a banda, é como eu me vejo. Vi-me um pouco como alguém de fora, de uma gravadora, escolhendo as músicas para a banda.

Então, voltando à sua pergunta... Quando Uli deixou a banda foi uma situação um pouco complicada porque ele não era só o baterista, ele era um ótimo compositor. Estou muito feliz que Axel Mackenrott, nosso tecladista, está ficando cada vez mais e mais envolvido na composição. Axel está agora preenchendo totalmente o espaço deixado por Uli e ele tem um jeito bem familiar de compor que eu adoro muito e isso é muito importante para a banda. Todas as melhores músicas do álbum são co-escritas por ele: "Time to be King", "Blue Europa", a melodia no refrão e as letras são de Jorn. O trabalho da guitarra e os solos são meus, então é tudo sobre a química que há na banda.

LoudTrax: Há planos para uma turnê do MASTERPLAN? América do Norte é parte do plano? (nota do tradutor: belo trocadilho)

Roland Grapow: Eu sinceramente odeio essa pergunta! Planos para turnê nós temos e são bem reais agora. Nos encontramos há 3 semanas atrás e planejamos uma turnê na Europa em novembro para 25 shows. Pode ser uma excursão das bandas da nossa gravadora a AFM Records. São tempos difíceis atualmente e queremos ter certeza de que não vamos perder dinheiro, queremos ir a lugares seguros com muita gente nos shows. É mais fácil quando se tem muitas bandas juntas. O MASTERPLAN vai ser a banda principal e a AFM estará dando assistência e fazendo os trabalhos de divulgação finais.

Já temos datas e convites vindos do Japão. América do Norte seria um sonho. Nunca tocamos nos Estados Unidos. Sinceramente só há dois continentes que eu nunca toquei o da Austrália e dos EUA/Canadá. Então sinto muita vergonha disso, já tive muitos sonhos de tocar no Canadá e sei que há muita gente boa do metal lá, sempre me contando que há lá uma grande cena. É um problema financeiro ir pra lá e ter de criar toda uma turnê na América do Norte é um pouco difícil pra nós.

O novo álbum já faz muito sucesso aqui. Na Alemanha, alcançou o Top 20 e na Suécia o Top 15 e não foi nos charts de Metal, mas nos charts Pop o que é incrível eu acho. É bem legal ver isso e se nós pudéssemos chegar a uma fração disso na América seria incrível, ter uma chance de tocar lá seria um sonho pra mim e para o Jorn também. Canadá é claro, é um dos primeiros na minha lista de lugares a tocar.

LoudTrax: Eu vi o GAMMA RAY abrir um show do HELLOWEEN alguns anos atrás e no bis final, Kai Hansen e as duas bandas dividiram o palco e tocaram clássicos juntos. Do ponto de vista de um fã, foi ótimo de se ver. Você aceitaria uma turnê com o HELLOWEEN ou prefere mantê-los como parte do passado?

Roland Grapow: Não tenho certeza se isso combinaria porque os fãs do HELLOWEEN e do GAMMA RAY são mais ou menos os mesmos. No MASTERPLAN, temos alguns elementos que são claramente bem próximos do HELLOWEEN, mais no primeiro álbum do que agora. Não estou mais à procura deste tipo de comparação.

Se o empresário do HELLOWEEN dissesse pra tentarmos alguma coisa, talvez com GAMMA RAY e MASTERPLAN juntos. Todos os membros envolvidos de alguma forma, então até Uli Kusch poderia estar lá... Eu não diria que não, depende das condições. Depende se Jorn gostaria dessa idéia porque não posso arranjar algo sem a aprovação dele. Acho que ele não iria gostar muito da idéia.

Eu preferia realmente que fossem os membros do HELLOWEEN fazendo algo especial juntos. Eles têm seu aniversário de 25 anos, mas isso já foi, talvez no de 30 anos com Kai e Uli. Isso seria legal e eu não me importaria de participar.

LoudTrax: Você mencionou anteriormente sobre trabalhar com bandas novas. Há algum artista novo que lhe chamou atenção nos últimos anos?

Roland Grapow: Muitas bandas. Algumas são mais Thrash. Sou um grande fã das produções de Andy Sneap. Toda a banda em que ele trabalha eu dou uma conferida! Estou muito por dentro do som e do trabalho dele. Ele produziu os novos álbuns do ACCEPT e do EXODUS, e claro, do TESTAMENT. Tem também um cara chamado Colin Richardson. Esse cara é incrível, ele trabalha com o BULLET FOR MY VALENTINE que eu gosto.

As bandas que vem aqui me dão CDs e pedem por um som específico então tenho que checar muitas bandas. Tem uma banda que eu gosto e que foi mixada aqui, Caliban, é bem legal. Sou um grande fã do RAMMSTEIN. Eu amo essa banda. A única banda que eu sempre compro CDs e pego todos os DVDs. Cinco semanas atrás eu fui a Budapeste assistir a um show deles. Os vi em Hamburgo também e fui até os bastidores com eles e foi incrível.

LoudTrax: Você comprou o box especial com as raridades deles!?

Roland Grapow: Não, não - lol - Só ouvi falar. Estou mais por dentro da música. Lol.

LoudTrax: Estávamos falando antes sobre os produtores e um dos meus favoritos é Roy Z. Dos álbuns do BRUCE DICKINSON e do HALFORD, até "The Dark Ride" do HELLOWEEN. Notei que você ainda tem contato com ele. Como foi trabalhar com ele?

Roland Grapow: Pra ser honesto eu tive muitas grandes experiências com todos os produtores. Só com Tommy Hansen foi incrível. Eu aprendi com todos eles. Michael Wagner que mixou "Chameleon" e Chris Tsangarides que produziu "Pink Bubbles Go Ape".

E todos foram ótimos, mas aí o fodástico Roy apareceu... Ele mudou minha vida cara! Esse cara é incrível. Ele não é o produtor "engenheiro", ele é o animador, ele está na criação das músicas e as faz se tornarem melhor. Ele te força a trabalhar na pré-produção muitas vezes. Ele te diz "isto não está pronto, faça isso de novo". Ele está te inspirando o tempo todo e também é muito critico. Lembro que Andi Deris tinha escrito todas as letras e achou que tudo estava pronto, daí Roy disse "Não, faça tudo de novo, não é forte o bastante, o inglês não está bom o bastante, etc..."

O album "The Dark Ride" mudou completamente a minha vida. Acho que o som do Masterplan é basicamente baseado na experiência desse álbum que eu tive com Roy Z. Ele primeiro e então Andy Sneap que levou isso um passo à frente porque ele produziu nossos dois primeiros álbuns e eu ainda tenho uma amizade com ele. Ele me mostrou muitos truques sobre gravação de guitarra e bateria, mixagem, masterização e edição.

O segredo de Roy Z é inspirar as pessoas e dar a elas bons sentimentos, dar-lhes exemplos, falar sobre a música, analisar a música. Acho que Roy tem um ouvido incrível em 'The Dark Ride'. Especialmente no meu som, ele mudou minha técnica na guitarra. Ele me disse "volte ao seu próprio estilo, antes de estar no HELLOWEEN". Ele disse "eu gostava do seu estilo quando você tinha 22 anos". Então quando eu entrei no HELLOWEEN, tentei ser um clone do YNGWIE MALMSTEEN e foi meu maior erro. Algumas pessoas ainda amam o que eu fiz no HELLOWEEN. Mas basicamente eu estou mais feliz agora com meu próprio estilo e Roy foi um grande responsável por isso e ainda somos amigos.

Antes de "Time To Be King" ser lançado ele o ouviu e me escreveu um belo email dizendo que gostou muito e achou que era um grande trabalho e desejou-me sorte com o álbum. Ainda temos contato mas não tanto como antes.

LoudTrax: Causa certa impressão ver alguém que é bem jovem mudar o som de artistas já estabilizados. Por exemplo, quando você escuta os álbuns que Roy produziu com Dickinson, HALFORD e o HELLOWEEN, há um som em comum que é o som do ROY Z e isso é algo que impressiona.

Roland Grapow: Sim, mas, como eu disse a banda tem que se abrir. Ouvi dizer que Roy não teve vida fácil com o álbum do JUDAS PRIEST. Os artistas em carreira solo são mais abertos, eles querem algo mais moderno e Roy é o cara perfeito pra isso.

O HELLOWEEN com o empresário naquele tempo decidiu que nós queríamos tentar algo novo, algo mais sombrio. Então Roy veio com os tons baixos, eu nunca ouvi falar sobre aquilo ser feito com uma banda do nosso estilo. Ouvi isso com bandas como KORN e LIMP BIZKIT. A princípio eu fiquei preocupado sobre isso, mas agora sou um grande fã de todas essas bandas. Ele nos disse pra sermos abertos. No começo, eu não gostava daquele tipo de banda porque eram tão distantes do nosso estilo e agora eu adoro todas elas. Atualmente eu não ouço muito Power Metal! Você nunca fica velho e continua de mente aberta.

Quando você incorpora esse outro som tem-se um power metal melódico com guitarras mais sombrias e pesadas. Era o que eu queria. Bandas como o TESTAMENT também chegaram a esse nível com o Andy Sneap e é por isso que eu o chamei. Gostei do que ele fez no álbum do BLAZE então chequei o que ele fez em outras bandas.




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