Stryper: "Deus me dizia para sair", diz ex-baixista

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Por Monica Fontes, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O ex-baixista do STRYPER, Tim Gaines, reservou um pouco do seu tempo para responder 50 perguntas feitas pelos fãs. Ele fala desde a sua saída do grupo até os projetos atuais e seus planos futuros.

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Por que você deixou o STRYPER?

Tim: "Várias razões me levaram a isto... Conflitos internos, falsas promessas, desunião da banda, diferenças musicais, de personalidade e espirituais, etc... Durante a turnê de 2003, fiquei chateado com algumas coisas que estavam começando a me incomodar. Uma questão que persistia há anos em minha mente era: 'Deus realmente quer que sejamos rock stars?' (Idolatria é um pecado). Nós estávamos lá para sermos exaltados pelo que Deus estava fazendo? Nós realmente levamos as pessoas ao conhecimento salvador de Jesus Cristo ou só fazemos o show e recebemos a glória por nós mesmos? Durante aquele período, perdi o interesse em fazer shows e só tocava em cultos para Deus e rezava pela Sua proteção. Pude ouvir Deus falando comigo em cada noite no palco e dizendo que meu tempo aqui estava quase acabando. Depois que a turnê acabou, alguns eventos acontecerem e decidi deixar a banda. Tivemos uma reunião e dei a notícia ao STRYPER".

Você se arrepende de ter saído?

Tim: "Não. Dediquei 21 anos da minha vida ao STRYPER. Tivemos um ótimo período nos anos oitenta. As vezes eu gostaria de passar um tempo com eles. Sinto muita falta deles e tenho muito carinho por todos. Mas também estou tendo sucesso com algumas coisas minhas e estou indo bem".

O que você pensa do atual baixista, Tracy Ferrie?

Tim: "Pelo que eu sei, ele parece ser uma ótima pessoa e um grande cristão. Ele é um baixista fenomenal e tem uma boa presença de palco. Pelo que eu ouvi, os fãs o adoram".

Você ainda é amigo dos outros membros da banda e mantém contato com eles regularmente?

Tim: "Sim, ainda sou amigo deles. Falo sempre com Oz e nos encontramos quando estamos na cidade. Considero Oz como um dos meus melhores amigos. Falo com Michael regularmente e rezo por ele e sua família. A única pessoa com quem não tenho contato é Robert. Não falo com ele desde que deixei a banda. Espero que isso mude logo".

Você já pensou em trabalhar com o STRYPER novamente? Caso negativo, o que acha de participar em uma das apresentações no futuro?

Tim: "Se Deus me abrisse a porta para trabalhar com o STRYPER de novo, é claro que eu iria. Mas desde que Ele estivesse coordenando. Ainda tenho o meu baixo preto e amarelo e o meu spandex... Vai acontecer? Não sei. Obviamente, eles precisariam me consultar. Sei que muitas coisas mudaram na banda desde a minha saída, então quem sabe? Eles estão vivendo muito bem sem mim".

Quem é, ou foi, sua maior influência na carreira?

Tim: "Eu cresci ouvindo o pop dos anos 60 e 70. As canções daquela época me influenciaram mais que qualquer coisa. No início dos anos 70, estava muito ligado em ELTON JOHN e queria ser pianista, mas descobri que, o que realmente me atraía, eram as linhas de baixo de suas músicas. O baixista do Elton era o Dee Murray e foi quando eu realmente me interessei pelo baixo. Outras grandes influências foram Geddy Lee, do RUSH; John Deacon, do QUEEN; John Paul Jones, do LED ZEPPELIN; Craig MacGregor, do FOGHAT; e mais tarde Jaco Pastorious, Jeff Berlin e muitos outros.

Como você lida com as tentações na estrada (sexo, drogas, bebida, etc)?

Tim: "Lido da mesma forma como se estivesse em casa e tento viver da melhor maneira que posso e que acho válido... Tenho uma linda esposa a quem amo muito e valorizo mais a nossa relação do que o prazer de uma noite. Prefiro ser racional a me drogar ou ficar bêbado em algum lugar. Tento viver sob o padrão de Deus e não sob o padrão do mundo, que é: 'Se isso lhe parece bom, faça'".

A matéria completa (em inglês) pode ser lida aqui.




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Sobre Monica Fontes

Mônica Fontes - Carioca, nascida em 1968, vive no Rio de Janeiro e é tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por música, leitura e cinema, começou a ouvir rock aos 13 anos, já tendo presenciado grandes shows e eventos desse gênero. Além do rock, também se interessa por outros estilos, como o Pop e MPB. Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, U2 e Guns N'Roses são algumas de suas bandas preferidas, sem deixar de prestigiar as excelentes bandas e artistas nacionais. Acessa o Whiplash há alguns anos e começou a colaborar por gostar de traduzir os diversos assuntos relacionados no site.

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