Ozzy Osbourne: "gostaria de ser levado a sério"

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Por Zé Elias, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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George Varga, do jornal americano San Diego Union-Tribune, realizou em novembro de 2007 uma entrevista com OZZY OSBOURNE, que, dentre outras coisas, comentou sobre sua relação com drogas.

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Em relação a abuso de drogas e afins:

"Eu não bebo nem uso drogas hoje em dia. Nem fumo cigarros; estive num centro de reabilitação com caras que podem perder o paladar, mas não conseguem largar o cigarro. Alguém perguntou-me, 'o que você teria feito se não pudesse realizar o novo álbum sem álcool ou drogas?' Eu suponho que então seria hora para eu dar isso por encerrado. Mas uma pessoa da equipe do programa de recuperação disse: 'Ozzy tem o peso dos anos nas costas. Não é pecado pedir ajuda.' Mesmo se eu não bebo, a doença do vício ainda está presente; eu tenho meu livro ’12 passos para a recuperação’ na minha frente, todo dia".

Sobre sua segunda esposa e gerente, Sharon:

“Amo minha esposa mais do que qualquer coisa. Eu não estaria na posição em que estou sem ela. Ela é a melhor pessoa no mundo, sem discussão. Porque uma vez que ela resolva partir, será uma m...”

Sobre não ser mais um errante, agora que está num bom caminho:

"Mesmo pessoas que andam na linha não são felizes toda hora. Mesmo elas têm um dia ruim ou um motivo pra estar mal. Mas o que me deixa de saco cheio, bem.... Eu tenho estado sóbrio há algum tempo, e agora quero que me levem a sério. Porque eu costumava ser um pedaço de carne babada no chão. E agora eu saí dessa, quero que me levem a sério. Eu tenho um terapeuta que diz: 'Faça as contas. Quantos anos você teve de vício?’ Eu respondo: 'A maior parte de minha vida.' E em seguida: 'Há quanto tempo está de cara limpa? Pessoas não mudam do nada, você tem que trabalhar pra isso.’"

Sobre seu legado futuro:

"Eu quero ser lembrado como um herói, um cara que trabalhou, não porque arranquei a cabeça de um pássaro, ou o que quer que seja assim. No ano que vem, farei meu 40º aniversário como músico profissional. Eu me recordo quando o primeiro álbum do Black Sabbath saiu (em 1970), pensei: 'Este será bom por alguns anos; eu conseguirei algumas cervejas e um pouco de drogas.’ Número um, eu não sei como estou vivo. Número dois, eu não sei".

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Sobre Zé Elias

José Elias da Silva Neto é paulista, nasceu em 1965. Mora em Poços de Caldas, MG. É designer gráfico, baixista e palmeirense. O primeiro rock que ouviu foi com uns 3 anos de idade, "Wooly Booly", de Sam the Sham and the Pharaos. Aos 6 anos, em 1972, foi apresentado por um primo 12 anos mais velho ao Machine Head, do Deep Purple, e ao Santana 3, saídos então do forno. Uns três anos depois, conheceu a coletânea 1962-1966 dos Beatles, aquela de capa vermelha. Mas a paixão só engrenou de vez em 1979, quando escutou o álbum No Mean City, do Nazareth. Quem tá sempre no player: Jethro Tull, Deep Purple, Queen, Led Zeppelin, Genesis, Kansas, Gentle Giant, Dixie Dregs, Emerson Lake & Palmer, Rush, Yes, Focus... e também algumas coisas de outros gêneros: jazz dos tempos de cabaré, música clássica, algo de MPB. Quem ele escutou muito, mas deixou de lado: Iron Maiden. Quem nunca lhe fez a cabeça: Kiss, Radiohead, Rolling Stones, U2, thrash metal, power metal, melodic metal, death metal (e quase tudo que leva metal no nome) e músicas com solos que duram dois dias e meio.

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