Twisted Sister: "excursionar dá muito trabalho"
Por Caio
Fonte: Entertainment Weekly
Postado em 17 de setembro de 2007
Clark Collis do Entertainment Weekly recentemente conduziu uma entrevista bem humorada com Jay Jay French, guitarrista do TWISTED SISTER, que falou sobre o novo disco natalino da banda.
Entertainment Weekly: Como surgiu a idéia do álbum "Xmas"?
Jay Jay French: "Surgiu pelo fato de nosso vocalista não escrever uma música nova há 20 anos. E eu estava tentando animá-lo - ou qualquer outro - sobre qualquer coisa. E eu perguntei o que ele achava de um álbum de Natal? E finalmente Dee [Snider] admitiu que 'O Come All Ye Faithful' foi a inspiração para 'We're Not Gonna Take It'. Agradeço a Deus os escritores originais estarem mortos já faz um bom tempo e não haver risco de quebra de direitos autorais".
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Entertainment Weekly: Algum dos artistas dos quais você se aproximou para o "Monster Ballads Xmas" disse para enfiar seu dedo no "lugar onde o sol não bate"?
Jay Jay French: "Não, o máximo que tive que ouvir foi: 'Nós estamos em um estúdio no meio de uma gravação, nós não temos tempo pra isso, muito obrigado'."
Entertainment Weekly: E agora, o que vem em seguida? Um tributo Thrash-Metal ao Dia de Ações de Graças?
Jay Jay French: "Bem, o curioso da coisa é que a idéia original seria fazer um disco para o Hannukkah [festa judaica também conhecida como "Festival Das Luzes". Olha, ninguém esperava que a gravação do 'Xmas' fosse tão bem sucedida como foi. E aí, surgiu o selo [Razor & Tie], me pedindo para dirigir esse outro projeto. Francamente, se o TWISTED SISTER quisesse ter feito um outro álbum, esta compilação não seria feita. Mas é tão difícil fazer o TWISTED SISTER fazer alguma coisa. Eu não sei se voce já deu uma olhada no nosso cronograma de turnê para este ano — mas consiste em dois shows [risos]. E mesmo assim reclamam que estamos sobrecarregados!"
Entertainment Weekly: Então, qual o problema?
Jay Jay French: "Eu não sei se há um problema. Mas, até onde sei, as gravadoras não estão vendendo. Estes são os fatos — os QUEENSRŸCHEs, os PRIESTs — vendem no máximo 10 por cento do que vendiam quando estavam no auge. Enfim, na melhor das hipóteses estão vendendo 40 a 50.000 unidades, talvez 100.000 unidades. Excursionar gera muito trabalho que não resulta em vendas. É impraticável e atrapalha tudo o mais que você queira fazer... e ainda por cima nós envergonhamos nossos filhos quando aparecemos em cima do palco vestidos como um bando de travestis de meia-idade".
Leia o artigo completo no link abaixo.
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