Slayer: King e Lombardo falam sobre Metallica

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Por Marco Néo, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Uma entrevista em vídeo de seis minutos com o guitarrista Kerry King e o baterista Dave Lombardo, ambos do SLAYER, feita pelo canal de TV norueguês NRK P3TV na véspera da apresentação da banda no Hovefestivalen (um festival que rolou entre 25 e 29 de junho na ilha de Tromøy, nos arredores da cidade de Arendal, na Noruega), foi postada online. Confira a transcrição de alguns trechos.

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Sobre o Black Metal:

Kerry: "Pra mim o Black Metal não diz nada".

Dave: "Nem pra mim. Eu vi alguma coisa na TV na noite passada e foi bastante desapontador".

Kerry: "Eu as acho (as bandas de Black Metal) todas muito similares também".

Dave: "São. São. Mudava de uma banda para outra, e pra mim soou quase que como a mesma banda o tempo todo".

Sobre o legado musical do SLAYER:

Kerry: "Não acho que teve alguma vez que alguém possa ter dito, 'desta vez o SLAYER pisou na bola com esse disco, não vou ver o show deles'. E eu acho que isso é o que faz nossa longevidade, é o que nos faz... nos torna relevantes, e os fãs admiram isso".

Sobre tocar ao vivo:

Kerry: "As luzes se apagam, eu ouço a intro tocando... Hora do jogo".

Dave: "Nós vamos arrebentar, nós vamos destruir. Essa é a minha mentalidade em cima do palco. E quando o público não responde, eu digo para o meu roadie, 'eles são um bando de filhos da puta ingratos que não sabem dar valor à energia que nós estamos dando para eles'".

Kerry: "Quando eu entro no palco, não penso em 'falhar'. Pra mim isso não existe".

Dave: "Quando eu toco bateria, não há 'falha'".

Sobre o METALLICA:

Kerry: "Eu admirava o METALLICA e não quero vê-los indo pra uma porra de uma terapia. Quer dizer, resolvam isso dentro da banda, cara".

Dave: "É, isso é coisa pessoal. Tem coisa que você não deveria ficar mostrando pra todo mundo".

Kerry: "Não vou assistir aquele filme ['Metallica: Some Kind of Monster'] porque não é essa a impressão que eu quero ter deles. Eu quero lembrar de 'Battery' e 'Damage Inc.' e 'Ride the Lightning'. Não quero ver esses porras desses velhotes 'frágeis' que não podem tomar mais seu coquetel porque tem medo do que podem se tornar. Que se foda isso!"



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Sobre Marco Néo

Nascido na primeira metade dos anos 70, teve seu primeiro contato com sons pesados quando o Kiss veio para o Brasil, em 83, mas não compreendeu bem o que era aquilo. A contaminação efetiva ocorreu um ano depois, quando conheceu Motörhead, Judas Priest, AC/DC, Iron Maiden. Desde então, tornou-se um apaixonado colecionador de tudo o que se refere a Metal e Rock'n'Roll, independentemente de subestilos.

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