Bruce Kulick fala sobre "Kissology: Volume 2"

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Por Marco Néo, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O site KissOnline.com postou uma entrevista recente com o ex-guitarrista do KISS, Bruce Kulick, sobre sua história com a banda e sobre o que os fãs podem experar da St. Louis KISS Expo.

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Da sua perspectiva, o que é mais interessante nas convenções de KISS?

Kulick: "O que mais me fascina é como os fãs de KISS transmitem isso para o resto de suas famílias. Obviamente os fãs de KISS que viram a banda original, ou 12 anos depois quando eu estava na versão sem maquiagem do grupo, estão agora com trinta e poucos anos, e têm esposa e filhos. Os garotos agora têm entre cinco e dez anos e, por influência de seus pais, são fascinados pelo KISS. Eles são a próxima geração. O olhar em seus rostos quando eles vêem um dos membros do KISS, e eles me reconhecem das capas dos álbuns ou do show 'Unplugged', me impressiona. Tornou-se uma coisa familiar, o que eu acho que é uma das coisas mais surpreendentes sobre o KISS".

A banda conseguiu chegar a um patamar de ícone, quase no nível da Disney ou da Coca-Cola.

Kulick: "Certamente, e quando isso engloba até a minha história com a banda, que é sem maquiagem, eu me sindo bastante lisonjeado, claro. Naquele tempo nós éramos uma banda típica de rock, se bem que não tem nada de típico no trabalho com Gene e Paul. Nós estávamos num patamar diferente e acima de muitas das 'hair bands' daquela época. Então é sempre ótimo que os fãs estejam tão animados de me conhecer".

O que eu sempre achei ótimo sobre a sua fase foi que vocês provaram que havia uma vida para a banda sem a maquiagem.

Kulick: "Claro, nós sempre tentamos fazer um grande show, seja com lasers, ou com uma imensa pirotecnia, ou nós descíamos de uma pilastra cheia de raios no teto. Toda noite era como uma volta em um brinquedo da Disneylândia".

Você já era um músico de sucesso antes de entrar para o KISS. O que você aprendeu sobre o mundo da música, estando no KISS, que talvez não soubesse antes?

Kulick: Eu já tinha alguma experiência antes de entrar na banda, o que me ajudou bastante com a experiência intensa de repentinamente me juntar a uma banda como o KISS, que tinha acabado de lançar um disco de platina. Mas a forma de trabalho de Gene e Paul era realmente interessante. Uma vez que você tem o tipo de sucesso que eles já tinham, tem a condição de tomar as rédeas do negócio. Eu vi aquilo pela primeira vez. Quando eu toquei com o Meat Loaf, é claro que eu era só um guitarrista da banda de apoio, e eu o vi não tomar as rédeas e somente correr louco em busca da fama. O que eu aprendi com o Gene e o Paul foi que eles viveram todos os altos e baixos do negócio, então eles sabiam como proteger a banda e ir adiante e sobreviver numa indústria muito difícil. Eles lidavam com a gravadora e com as pessoas que organizavam as turnês de uma forma bem dura, porque eles, com razão, sabiam que ninguém mais tinha a visão que eles tinham".

Eu sei que você recentemente tocou no disco solo de Paul Stanley, mas tem mais alguma coisa do KISS vindo que você possa comentar?

Kulick: "Eu tenho algumas novidades sobre o DVD 'Kissology 2', que está pra sair; vai ser realmente incrível. Recentemente eu vi uma preview de algumas coisas que estarão nele. Uns caras da MTV vieram e eu gravei alguns comentários para alguns dos concertos nos quais eu aparecia. O primeiro 'Kissology' vai de 1974 a 1977. O 'Kissology 2' vai de 1978 até 1995, com a reunião. Basicamente, ele começa nos álbuns solo, vai até a época do Vinnie Vincent, a retirada da maquiagem, daí a época em que eu me juntei à banda. Alguns dos shows são da turnê do 'Creatures of the Night' e da turnê do 'Hot in the Shade', e são muito bem filmados. Muito melhores do que os bootlegs que circulam por aí".

Alguma boa lembrança de visitas a St. Louis em turnês passadas?

Kulick: "Nos velhos tempos, quando eu toquei aqui com o Meat Loaf, eu conheci um jovem que gostava muito de guitarras, e tinha uma lojinha que vendia guitarras para músicos que estavam em turnê. Acabamos desenvolvendo uma longa amizade, e a loja se chama Silver Strings. Nos tornamos tão bons amigos, na verdade, que quando eu me casei, em 1989, ele foi ao casamento. Então, a cada ano eu vou vê-lo, toda vez que estou em St. Louis. Eu gosto muito da cidade e acho as pessoas muito amáveis. É meio que uma panelinha, mas ao mesmo tempo é um pouco como Nova York, com todas as pessoas diferentes que vão pra lá. Eu acho que essa é a primeira 'KISS Convention' em St. Louis, mal posso esperar por ela, eu acho que vai ser muito legal".

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Sobre Marco Néo

Nascido na primeira metade dos anos 70, teve seu primeiro contato com sons pesados quando o Kiss veio para o Brasil, em 83, mas não compreendeu bem o que era aquilo. A contaminação efetiva ocorreu um ano depois, quando conheceu Motörhead, Judas Priest, AC/DC, Iron Maiden. Desde então, tornou-se um apaixonado colecionador de tudo o que se refere a Metal e Rock'n'Roll, independentemente de subestilos.

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