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The Gathering: Uma bem-humorada Anneke comenta o show no Brasil

Por Alexandre Cardoso
Em 26/04/06

No dia seguinte ao marcante show dos holandeses do The Gathering em São Paulo, tivemos a oportunidade de realizar uma entrevista exclusiva para o Whiplash! com a vocalista Anneke van Giersbergen, no hotel em que a banda estava hospedada. Extremamente feliz com o show e muito simpática, uma descontraída Anneke falou sobre a experiência de tocar em nosso país, sobre sua música e o novo álbum da banda, "Home", com lançamento previsto para 15 de abril.

Fotos: Lidiane dos Santos

Whiplash! - Por que demorou tanto para que a banda fizesse uma turnê no Brasil? Que motivos tornaram isso possível dessa vez?

Anneke van Giersbergen - É uma boa pergunta, porque nós queríamos vir há muito, muito tempo. Eu sei que nossa música vai muito bem em toda a América do Sul, não apenas no Brasil. Nunca viemos porque não tínhamos as conexões certas, as pessoas certas que nos convidassem e cuidassem de tudo. Então, nosso agente tentou encontrar essas conexões aqui e finalmente conseguimos. Mas é realmente graças a pessoas como Luiz, que inclusive é da banda que tocou conosco [Luiz Garcia, guitarrista do Ashtar, que é da Paradigma Assessoria de Comunicação e Marketing de Relacionamento, responsável pela vinda do The Gathering ao país]. Eles gostam da nossa música e fizeram o necessário para conseguir nos trazer aqui. Os grandes produtores preferem bandas maiores, então, é difícil conseguir trazer o The Gathering até aqui. Para nós foi fantástico vir após tantos anos, já que recebemos muitos e-mails e cartas de fãs brasileiros. Sabemos que as pessoas daqui gostam de nós, mas tínhamos que vir para ver. Estamos feliz que nossa primeira experiência aqui foi simplesmente maravilhosa, de verdade. Mas o local do show era muito grande! (risos)

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Whiplash! - Vocês estão acostumado a tocar em lugares grandes como o Via Funchal?

Anneke van Giersbergen - Não, não mesmo! Tinha mais gente aqui do que na Holanda... Então, para nós, é divertido.

Whiplash! - Você prefere os lugares grandes ou pequenos clubes?

Anneke van Giersbergen - Eu gosto dos dois. Gosto dos locais maiores e festivais porque são uma diversão. Muitas pessoas e muito barulho...mas eu gosto dos pequenos clubes porque são mais intimistas e, quando temos uma boa iluminação, tornamos o show mais pessoal, podendo olhar as pessoas nos olhos.

Whiplash! - E quais eram as expectativas para esse show no Brasil?

Anneke van Giersbergen - Nenhuma!(risos) Nós apenas tocamos, sabe? Viemos pra cá pensando: "Bem, vamos ver no que isso vai dar", até porque não conhecíamos as pessoas que nos convidaram. Poderiam até ser pessoas más, que apenas roubariam dinheiro; isso acontece. Mas nós apenas fechamos nossos olhos e pulamos.

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Whiplash! - Mas vocês sabiam alguma coisa sobre o público brasileiro?

Anneke van Giersbergen - Sim. Nós tocamos no Chile... claro que é outro país, mas nós sabemos que os latino-americanos falam com seus corações. E nós adoramos isso. Acho que nossa música também vem do coração, e as pessoas simplesmente põe isso pra fora, eles realmente gostam do que ouvem. E os brasileiros são muito barulhentos! (risos) Olhamos para o público do jeito que o público olha para nós. Vocês também são um show para nós. Na Holanda, o público é mais quieto: eles gostam do som, fecham os olhos e aproveitam, o que também é ótimo.

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Whiplash! - Como foi a primeira vez da banda aqui, como vocês escolheram o que tocar?

Anneke van Giersbergen - Sabemos que aqui as pessoas gostam muito das músicas antigas, por isso tentamos fazer um repertório com músicas de todos os álbuns. Faremos esse repertório o ano todo, também na Europa, talvez com pequenas mudanças. Queríamos um show mais roqueiro, com mais guitarras, já que fizemos por um bom tempo a turnê no formato semi-acústico.

Whiplash! - Vocês mudaram de gravadora para a distribuição do novo álbum, passando da sua própria gravadora Psychonaut Records para a Sanctuary Records. Foi uma mudança necesária para a banda?

Anneke van Giersbergen - Sim. Ainda continuamos com nossa gravadora, mas ela é muito pequena. Claro que somos a única banda dela, mas sentimos que esse álbum necessitaria de mais ajuda para divulgação. Então, fizemos um contrato com uma gravadora maior, apenas para nos ajudar nessa parte. O lado bom é que nós temos os direitos sobre nossas músicas e ainda temos a ajuda de uma grande gravadora. Com isso, teremos mais conexões, mais dinheiro e poder para nos apoiar um pouco mais.

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Whiplash! - Vamos falar sobre o novo álbum, "Home". Qual era o momento da banda quando vocês deram início ao processo de composição?

Anneke van Giersbergen - Geralmente, as músicas começam a aparecer durante a turnê do álbum anterior. Começamos a juntar as idéias para, após a turnê, começarmos a fazer algumas "demos para que não esqueçamos de nada, seja em fitas ou no computador. Depois, começamos a falar sobre elas e vamos compondo outras coisas nos ensaios. Então, temos outro período de "demos", para pôr tudo em ordem e começar a dar os toques finais nas músicas, para irmos pro estúdio na sequência. É um processo de meio ano, ou até mesmo um ano inteiro. Mas acredito que o processo realmente intenso seja de alguns meses ou meio ano.

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Whiplash! - Você é quem escreve a maioria das letras da banda. Você costuma escrevê-las antes ou depois de ter toda a parte instrumental pronta?

Anneke van Giersbergen - A maior parte vem depois. Há vezes, por exemplo, em que Frank (teclados) ou René (guitarras) vêm com idéias, ou uma melodia, daí eu chego para fazer as linhas vocais e as letras. Geralmente é quando estamos juntando as partes de baixo e bateria.

Whiplash! - E sobre o que falam as letras nesse novo álbum?

Anneke van Giersbergen - Eles falam sobre o dia-a-dia, as coisas que vemos e vivemos todos os dias. É sobre o que escrevemos: podem ser coisas grandes, pequenas, tristes ou alegres...pode ser tudo.

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Whiplash! - O que é diferente em relação ao último álbum de estúdio, "Souvenirs" (2003)?

Anneke van Giersbergen - Hmmm...(pensativa) Todo álbum é sobre o dia-a-dia... letras e músicas. Mas acho que esse álbum é mais puro, mais focado nessas coisas. Musicalmente também, porque no último álbum, "Souvenirs", tivemos muita produção, com muitos detalhes e "camadas" de som. Se você o escuta 10 vezes, sempre ouve algo de novo. O novo álbum é mais direto. No estúdio, gravamos ao vivo, tudo de uma vez, para depois fazer os overdubs.

Whiplash! - Na hora de tocar ao vivo, como lidam com essas "camadas"?

Anneke van Giersbergen - Podemos fazer muita coisa com samples, loops e coisas do tipo. Mantemos as partes de teclado mais importantes , mas é claro que temos que deixar coisas para trás quando se toca ao vivo. Eu gosto disso, porque uma música é sempre construída em cima de uma boa melodia ou linha vocal, e é o que acaba sendo mais importante, essa essência da canção.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Whiplash! - Esse é o primeiro álbum com a nova baixista, Marjolein Kooijman. Como foi a adaptação dela à banda? Ela participou do processo de composição para "Home"?

Anneke van Giersbergen - Sim, bastante! Ela é ótima, pois não apenas é uma grande baixista, mas também toca guitara e canta. Ela fez de tudo no álbum. Ajudou a fazer partes de guitarra muito importantes. Demos um "empurrãozinho" e ela fez muito, foi realmente ótimo.

Whiplash! - Pudemos ver no palco que a banda tem muita energia e espontaneidade. Vocês demonstram estar realmente curtindo tudo aquilo. Mesmo quando erram, como aconteceu no show, vocês levam numa boa e continuam. Acha que essa confiança e relacionamento com os outros músicos veio com a experiencia ao longo de tantos anos de carreira?

Anneke van Giersbergen - Acredito que sim, porque a experiência nos deixa também mais à vontade, como quando erramos, por exemplo. Se você faz 100 shows, comete pelo menos 100 erros e daí, é só rir disso. No começo era diferente, claro, nos confundíamos quando isso acontecia, mas agora não é nada demais. Temos que continuar porque é apenas uma pequena coisa num show de uma hora e meia. E é engraçado.

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Whiplash! - Você pode perceber o efeito que a música do The Gathering causa no público? Digo isso porque no show tivemos as mais variadas reações: sorrisos, choros...

Anneke van Giersbergen - É muito importante para nós que sejamos amigos e que possamos nos divertir, dividir nossos sentimentos e amor pela música. Se fosse apenas uma relação de negócios, nunca teríamos essa paixão pela música.

Whiplash! - Que tipo de música vocês têm ouvido recentemente?

Anneke van Giersbergen - Todos nós gostamos de música pop inglesa e "post rock" como Mogwai, por exemplo. Mas também coisas como uma banda da Islândia chamada Sigur Rós, que faz uma música muito atmosférica. Também ouvimos música clássica e coisas antigas como Pink Floyd e Beatles. No rock e no metal, temos ouvido coisas como System of a Down. Eu gosto bastante desse "pop metal", é muito energético.

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Whiplash! - E vocês se consideram uma banda de heavy metal, no sentido mais direto do termo?

Anneke van Giersbergen - É engraçado porque, para o público do heavy metal, nós somos uma banda de heavy metal. Mas para os góticos, somos uma banda gótica. Na cena alternativa, somos considerados uma banda alternativa. Acho que nós nos espalhamos como o óleo entre o público. As pessoas nos chamam como acham que devem. Por mim tudo bem. Estou feliz que o público do metal ainda goste de nossas músicas, apesar de hoje nós sermos muito leves para uma banda de metal.

Whiplash! - Ontem pudemos ver pessoas dançando no show, mas também, outras batiam cabeça...

Anneke van Giersbergen - Exatamente! (risos) Imagine a gente vendo isso, é maravilhoso, ainda mais hoje em dia, quando temos as pessoas umas contra as outras, com tantas guerras acontecendo, por exemplo. Acho fantástico que todas essas pessoas diferentes se juntem para uma coisa, que é a música. Para nós, é ótimo.

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Whiplash! - Como você mantém sua voz em forma durante a turnê?

Anneke van Giersbergen - (tossindo) Hmmm, acho que não mantenho! (risos) A melhor coisa é dormir bastante, mas isso é algo que é bem difícil durante a turnê, quando se está voando de um lugar para o outro. Temos que ser um pouco mais saudáveis e dormir mais, descansar. E depois do show, nada de ficar papeando. Somente por 10 minutos e depois chega. Mas não sou boa nisso, eu sempre fico papeando. Não é bom quando se canta bastante. Não sou do tipo que fica aquecendo antes do show, sou muito preguiçosa. Mas tudo bem, eu consigo mesmo assim.

Whiplash! - Você não soa como uma pessoa preguiçosa no palco...

Anneke van Giersbergen - (risos) Não, eu não sou preguiçosa pra tocar ao vivo, apenas para praticar! E também não se deve ter preocupações, porque elas ficam na sua garganta. Na noite que antecede o começo da turnê, fico totalmente quieta. Quando você se preocupa demais, você pifa. Isso pra mim é o mais importante, porque o resto... é só fazer!

Whiplash! - Podemos esperá-los por aqui na próxima turnê?

Anneke van Giersbergen - Espero que sim! Realmente espero... soube que o Rio de Janeiro é um ótimo lugar. Adoraríamos voltar e talvez tocar no Rio também. Veremos. Temos que ser convidados novamente, claro. Talvez no final deste ano, ou apenas no próximo.

Whiplash! - Anneke, deixe uma mensagem para os visitantes do Whiplash! e para os fãs do Gathering.

Anneke van Giersbergen - Em primeiro lugar, estamos super felizes em estar aqui. O clima é demais (risos). Nós saímos da Europa com 10 centímetros de neve e nossas bicicletas estavam debaixo dessa neve. Pegamos nossos casacos e chapéus, mas quando chegamos aqui foi maravilhoso! Já adoramos por causa disso, mas claro, o show foi realmente ótimo, com tantas pessoas presentes para nossa primeira vez aqui. Queremos voltar, pois o novo álbum sai no dia 15 de Abril e esperamos que todos o ouçam. Ouçam umas três vezes, pois um álbum do The Gathering precisa desse tempo para ser entendido. Estamos muito orgulhosos dele e esperamos que todos o apreciem e nos digam o que pensam dele.

Agradecimentos à Paradigma Assessoria de Comunicação e Marketing de Relacionamento, Hellion Records e Century Media Records

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