Led Zeppelin: as crianças da capa de "Houses Of The Holy"

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Por Zé Elias, Fonte: Dailymail.co.uk, Tradução
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A capa surreal de "Houses of the Holy", do Led Zeppelin, que tem crianças de cabelo dourado engatinhando num cenário apocalíptico, é uma das mais simbólicas imagens da história do rock. Mas enquanto a imagem já é familiar ao mundo inteiro, o que poucag ente sabe é que o menino que aparece na fotomontagem é agora um conhecido apresentador de televisão.

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A matéria a seguir é cortesia de Rick Hewett, do Dailymail.co.uk.

Stefan Gates, do programa da BBC2 Cooking In The Danger Zone (“Cozinhando na Zona de Perigo”), tinha só cinco anos quando ele e sua irmã Sam foram fotografados nus no Giant’s Causeway, Irlanda do Norte. A história foi revelada enquanto o Led Zeppelin se preparava para o concerto do dia 10 de dezembro de 2007, cujos 20 mil ingressos foram disputados por mais de 1 milhão de pessoas.

Hoje, Stefan, 40 anos, viaja por alguns dos mais perigosos lugares do mundo em seu programa, onde participa da preparação e degusta pratos exóticos. Mas a lembrança das sessões de fotos nos dez dias chuvosos em County Antrim está viva em sua memória.

Ele seguiu Sam, que agora tem 42 anos, como modelo infantil, depois de ela ter sido descoberta por um caçador de talentos. Eles posaram juntos em propagandas de malhas e apareceram separadamente em comerciais e novelas e séries de TV, incluindo “Poldark”.

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Stefan diz: “Ganhamos algum dinheiro como modelos e a chance de viajar por lugares em que não havíamos estado antes. Nossa família não estava bem, não tinha condições de tirar férias, então isso acabou sendo muito bom pra nós.”

“Para a capa do Led Zeppelin, fomos para a Irlanda justamente na época do Troubles (um período político muito violento, que durou de 1960 a 1998). Eu me lembro de quando chegamos ao aeroporto e vimos aquele monte de gente com armas. Ficamos numa hospedaria próxima ao Giant’s Causeway para aproveitar a magia da luz do amanhecer e do anoitecer.”

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Sobre Zé Elias

José Elias da Silva Neto é paulista, nasceu em 1965. Mora em Poços de Caldas, MG. É designer gráfico, baixista e palmeirense. O primeiro rock que ouviu foi com uns 3 anos de idade, "Wooly Booly", de Sam the Sham and the Pharaos. Aos 6 anos, em 1972, foi apresentado por um primo 12 anos mais velho ao Machine Head, do Deep Purple, e ao Santana 3, saídos então do forno. Uns três anos depois, conheceu a coletânea 1962-1966 dos Beatles, aquela de capa vermelha. Mas a paixão só engrenou de vez em 1979, quando escutou o álbum No Mean City, do Nazareth. Quem tá sempre no player: Jethro Tull, Deep Purple, Queen, Led Zeppelin, Genesis, Kansas, Gentle Giant, Dixie Dregs, Emerson Lake & Palmer, Rush, Yes, Focus... e também algumas coisas de outros gêneros: jazz dos tempos de cabaré, música clássica, algo de MPB. Quem ele escutou muito, mas deixou de lado: Iron Maiden. Quem nunca lhe fez a cabeça: Kiss, Radiohead, Rolling Stones, U2, thrash metal, power metal, melodic metal, death metal (e quase tudo que leva metal no nome) e músicas com solos que duram dois dias e meio.

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