A estreia alucinógena, inovadora e quase esquecida do Atomic Rooster
Resenha - Atomic Rooster - Atomic Rooster
Por Giovanna Techio
Postado em 15 de agosto de 2023
Mesmo dentro do cenário do Rock, o Atomic Rooster, uma das melhores bandas do Rock Psicodélico dos anos 70, passou praticamente despercebida, especialmente se formos tratar sua popularidade em paralelo a qualidade de suas composições.

O álbum de estreia autointitulado da banda, lançado em 1970, é uma jornada deslumbrante pelo Rock Progressivo e o Rock Psicodélico da época, mesclando influências do blues, do rock e do progressivo, o Atomic Rooster entregou um álbum de estreia que capturou a atmosfera experimental e a criatividade da era, mas com alguns elementos que mostram que a banda estava à frente do seu tempo.
O álbum começa com a faixa "Friday the 13th", que imediatamente mostra a habilidade da banda em criar um ambiente hipnotizante, com o uso de teclados vibrantes e um riff de guitarra cativante. Essa faixa de abertura, assim como outras do álbum, apresenta a notável contribuição do tecladista e vocalista Vincent Crane, que dá uma identidade única ao som da banda.
A abordagem experimental é evidente nas composições, que muitas vezes apresentam mudanças dinâmicas e estruturas não convencionais. Faixas como "And So to Bed" e "Gershatzer" exibem essa variação, alternando entre momentos atmosféricos e explosões de energia musical.
A música "Death Walks Behind You" é uma das faixas mais conhecidas do álbum, caracterizada por sua introdução dramática e poderoso riff de guitarra. A faixa-título "Atomic Rooster" também se destaca, oferecendo um equilíbrio entre o progressivo e o rock pesado.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A voz forte e distintiva de Vincent Crane adiciona uma camada emocional às músicas, enquanto sua proeza nos teclados, especialmente o uso do órgão Hammond, confere ao álbum uma textura única. A seção rítmica, composta pelo baixista Nick Graham e pelo baterista Carl Palmer, também contribui para a solidez das composições.
Em termos líricos, o álbum muitas vezes aborda temas sombrios e introspectivos, combinando bem com a sonoridade atmosférica e experimental.
O álbum de estreia do Atomic Rooster é um testemunho da criatividade musical e da fusão de estilos que caracterizavam a cena do rock progressivo e psicodélico na época. Sua abordagem única, misturando teclados vívidos, riffs de guitarra marcantes e estruturas criativas, estabeleceu o Atomic Rooster como um nome a ser lembrado nesse período importante da música. Seu álbum de estreia continua sendo uma peça notável na história do rock progressivo e do rock psicodélico.
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