Genocídio: Rebellion marcou o começo do renascimento da banda
Resenha - Rebellion - Genocídio
Por Ricardo Cunha
Postado em 28 de julho de 2020
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Alguém já disse que as mudanças são a única constante no mundo volátil em que habitamos. Tem sido assim comigo e não poderia ser diferente com ninguém. Portanto, devemos entender a mudança, não apenas como algo que faz parte do jogo, mas também - e principalmente, como algo necessário para o nosso aprendizado.
É neste contexto que a banda lidou com mais mudanças que ocorreram alterando a formação e forçando o grupo a voltar a atuar como um trio. Da line up anterior, restaram WPerna (líder e fundador) e Murilo (baixo e vocal), que recrutaram Alex para a bateria.
Assim, gravaram Rebellion, disco em que descartaram as influências góticas do anterior e resgataram a tradição do thrash metal oitentista. Retomam a velocidade e a agressividade dos primeiros álbuns fazendo novamente um grande álbum.
Para a felicidade de muitos, os riffs death metal se fizeram presentes novamente. A produção/gravação melhorou muito em relação ao disco anterior e isso renovou as expectativas do grupo. A banda necessitava se reinventar e esse movimento se deu pelo resgate de uma essência perdida com as constantes mudanças de formação que, querendo ou não, geraram desgaste. Todavia, o espírito do bom e velho Genocídio está presente outra vez.
Particularmente, para este que vos escreve, este disco marca o começo do renascimento da banda.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O artista que é "a essência do rock", segundo James Hetfield do Metallica
As três músicas punk que Lemmy escolheu entre as maiores de todos os tempos
Os 100 melhores álbuns da década de 1980, em lista da Classic Rock
A canção do Iron Maiden que arrepia Bruce Dickinson; "genial"
Dave Mustaine classifica Teemu Mäntysaari como o guitarrista que sempre procurou
A obra-prima do Pink Floyd que, para Roger Waters, quase foi arruinada por David Gilmour
A banda clássica dos anos 70 que Noel Gallagher chamou de "uma merda"
A música que Ronnie James Dio fez para deixar o Black Sabbath para trás
A lenda do rock que Lou Reed odeia: "Pessoa mais sem talento que já ouvi na vida"
O músico que intimidou Jimmy Page; "Não conhecia ninguém que tocasse daquele jeito"
Qual seria a melhor música de cada álbum do Iron Maiden?
O clássico do Black Sabbath que foi lançado há mais de 50 anos, mas continua atual
A única banda de rock nacional que não virou peça de museu, segundo Regis Tadeu
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
58 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil em julho
Regis Tadeu lista as três melhores músicas da Legião Urbana
A canção de álbum clássico do Guns N' Roses que Slash acha "leve demais"
Por que gaúcho Humberto Gessinger fala "Tu", mas compõe letras usando "Você"?


Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Metallica: um DVD com título mais do que adequado



