Genocídio: Rebellion marcou o começo do renascimento da banda

Resenha - Rebellion - Genocídio

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Por Ricardo Cunha
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Alguém já disse que as mudanças são a única constante no mundo volátil em que habitamos. Tem sido assim comigo e não poderia ser diferente com ninguém. Portanto, devemos entender a mudança, não apenas como algo que faz parte do jogo, mas também - e principalmente, como algo necessário para o nosso aprendizado.

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É neste contexto que a banda lidou com mais mudanças que ocorreram alterando a formação e forçando o grupo a voltar a atuar como um trio. Da line up anterior, restaram WPerna (líder e fundador) e Murilo (baixo e vocal), que recrutaram Alex para a bateria.

Assim, gravaram Rebellion, disco em que descartaram as influências góticas do anterior e resgataram a tradição do thrash metal oitentista. Retomam a velocidade e a agressividade dos primeiros álbuns fazendo novamente um grande álbum.

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Para a felicidade de muitos, os riffs death metal se fizeram presentes novamente. A produção/gravação melhorou muito em relação ao disco anterior e isso renovou as expectativas do grupo. A banda necessitava se reinventar e esse movimento se deu pelo resgate de uma essência perdida com as constantes mudanças de formação que, querendo ou não, geraram desgaste. Todavia, o espírito do bom e velho Genocídio está presente outra vez.

Particularmente, para este que vos escreve, este disco marca o começo do renascimento da banda.


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