G.B.H.: em 1983, dando os seus primeiros passos no crossover

Resenha - A Fridge Too Far - G.B.H.

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Por Ricardo Seelig, Fonte: Collectors Room
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Uma das mais influentes bandas do punk inglês, o G.B.H. é idolatrado em todo o mundo e não é diferente aqui no Brasil. A cena punk de São Paulo nos anos 1980 tinha o grupo liderado pelo vocalista Colin Abrahall como uma de suas principais referências. E a amizade de bandas como o Ratos de Portão com o Sepultura, por exemplo, levou o G.B.H. até o universo da família Cavalera, com o grupo inglês fazendo a cabeça também de Max e Iggor.

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Este primeiro parágrafo foi só pra mostrar, rapidamente, o impacto do quarteto por aqui. E histórias semelhantes aconteceram mundo afora. Nascido na cena street punk do final dos anos 1970, o G,B.H. é natural de Birmingham e influenciou não apenas todo o punk e hardcore que veio depois, como também teve suas ideias absorvidas por ícones do metal extremo como o Bathory, por exemplo.

O quinto álbum do grupo está sendo relançado no Brasil pela Hellion Records e é uma boa oportunidade para aqueles que nunca bateram cabeça ou entraram em uma roda de pogo ao som do G.B.H. conhecerem o som dos caras. A edição nacional vem com encarte com letras e pôster, um atrativo a mais para os colecionadores

"A Fridge Too Far" saiu originalmente em em 1989 e traz os ingleses já flertando abertamente com o crossover, equilibrando faixas mais punk das antigas com outras onde a influência de metal dá as caras. Há um híbrido metal/punk permeando todo o disco, que conta com canções rápidas e com doses de melodia até então inéditas na carreira da banda.

Trata-se de um registro histórico e que cai como uma luva na coleção de quem se interessa por música agressiva e pesada. Se é o seu caso - como é o meu, diga-se de passagem -, trata-se de um item imperdível.




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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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