Stereo Nasty: o que já era bom na estreia, ficou ainda melhor
Resenha - Twisting the Blade - Stereo Nasty
Por Ricardo Seelig
Fonte: Collector's Room
Postado em 18 de junho de 2019
Entre as bandas que executam o que podemos chamar de metal tradicional retrô, o Stereo Nasty certamente é uma das mais divertidas. Após a estreia com "Nasty by Nature" (2015), os irlandeses retornaram em 2017 com "Twisting the Blade" – ambos os discos foram lançados recentemente em CD no Brasil pela Hellion Records.
O que se percebe logo de cara em "Twisting the Blade" é que tudo que já era bom no primeiro disco, aqui ficou melhor ainda. As músicas estão maduras, a evolução da banda é clara em todos os aspectos. Além disso, a produção é bem melhor.
Temos um álbum curto, com apenas 34 minutos e nove faixas, e que vale o investimento. A abertura com "Kill or Be Killed" já mostra serviço. O riff e o clima Accept de "No One Gets Out Alive" tornam a canção um destaque imediato. "Reflections of Madness" une o speed metal às mudanças de andamento e à enxurrada de riffs do thrash, enquanto a ótima "Through the Void" é uma espécie de balada thrash metal. Falando no gênero, a abordagem do grupo nesse segundo disco conversa, em diversos momentos, com a onda de bandas que há poucos anos revisitou o estilo e teve como principais expoentes nomes como o Toxic Holocaust. "Hauting the Night" é um exemplo claro dessa aproximação.
"Twisting the Blade" é um disco muito bom, e que agradará sem muito esforço qualquer fã de heavy metal, principalmente quem curte a pegada dos anos 1980. Recomendo fortemente!
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