Stereo Nasty: o que já era bom na estreia, ficou ainda melhor

Resenha - Twisting the Blade - Stereo Nasty

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Ricardo Seelig, Fonte: Collector's Room
Enviar correções  |  Ver Acessos

publicidade

Entre as bandas que executam o que podemos chamar de metal tradicional retrô, o Stereo Nasty certamente é uma das mais divertidas. Após a estreia com "Nasty by Nature" (2015), os irlandeses retornaram em 2017 com "Twisting the Blade" - ambos os discos foram lançados recentemente em CD no Brasil pela Hellion Records.

Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1987A7X: Curiosidades sobre a banda que talvez você não saiba

O que se percebe logo de cara em "Twisting the Blade" é que tudo que já era bom no primeiro disco, aqui ficou melhor ainda. As músicas estão maduras, a evolução da banda é clara em todos os aspectos. Além disso, a produção é bem melhor.

Temos um álbum curto, com apenas 34 minutos e nove faixas, e que vale o investimento. A abertura com "Kill or Be Killed" já mostra serviço. O riff e o clima Accept de "No One Gets Out Alive" tornam a canção um destaque imediato. "Reflections of Madness" une o speed metal às mudanças de andamento e à enxurrada de riffs do thrash, enquanto a ótima "Through the Void" é uma espécie de balada thrash metal. Falando no gênero, a abordagem do grupo nesse segundo disco conversa, em diversos momentos, com a onda de bandas que há poucos anos revisitou o estilo e teve como principais expoentes nomes como o Toxic Holocaust. "Hauting the Night" é um exemplo claro dessa aproximação.

"Twisting the Blade" é um disco muito bom, e que agradará sem muito esforço qualquer fã de heavy metal, principalmente quem curte a pegada dos anos 1980. Recomendo fortemente!




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato. Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Denuncie os que quebram estas regras e ajude a manter este espaço limpo.


Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Stereo Nasty"


Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1987Heavy Metal
Os dez melhores álbuns lançados em 1987

A7X: Curiosidades sobre a banda que talvez você não saibaA7X
Curiosidades sobre a banda que talvez você não saiba

Motorhead: a gafe nazista de Lemmy em NurembergMotorhead
A gafe nazista de Lemmy em Nuremberg

Beatles: Quais as pessoas e objetos da capa do Sgt. Peppers?Beatles
Quais as pessoas e objetos da capa do Sgt. Peppers?

Iron Maiden: Bruce Dickinson revela sua canção de merdaIron Maiden
Bruce Dickinson revela sua "canção de merda"

Oh, play them Blues: os caminhos do BluesOh, play them Blues
Os caminhos do Blues

Nuno Bettencourt: tocar com Rihanna foi incrível, aprendi muitoNuno Bettencourt
"tocar com Rihanna foi incrível, aprendi muito"


Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

Mais matérias de Ricardo Seelig no Whiplash.Net.

adClio336|adClio336