Green Lung: Malvado, mas com potencial para atingir público melódico
Resenha - Woodland Rites - Green Lung
Por Ricardo Cunha
Postado em 08 de maio de 2019
Green Lung se define como uma banda de "heavy psych". Natural de Londres, o grupo é formado pelo vocalista Tom Templar, o guitarrista Scott Black, o baixista Andrew Cave, o baterista Matt Wiseman e o tecladista John Wright. Seu primeiro registro de estúdio foi o EP Free the Witch (2018), desde então, rapidamente chamou a atenção da gravadora Kozmik Artifactz, que lançou seu novo álbum este ano (2019).
Woodland Rites é um disco cheio de músicas marcantes e tem tudo pra ganhar o grande público. O som, apensar de ser similar ao de outras bandas londrinas dos anos 90, encontra compensação através de uma proposta mais ousada nos riffs, que pendem mais para o peso, e nas letras, que em geral, são sarcásticas e brincam com a forma como as pessoas se dedicam à uma religião e aos seus símbolos. Alguns sites especializados estão definindo o som da banda como Doom Metal, o que discordo frontalmente. A despeito do apelo para o lado mais "malvado" creio que Woodland Rites" realizará melhor o seu potencial junto de um público mais qualificado para o "melódico/acessível". Os destaques vão para Let The Devil Him, The Ritual Tree e Templar Down.
Os caras já dividiram palcos com nomes como Conan, Conjurer, Primitive Man, Mammoth Weed Wizard Bastard e isso lhes deu a habilidade de se portar como gente grande tanto nas performances ao vivo quanto no estúdio. O nível de maturidade do grupo os levou a atingir certa profundidade musical já no primeiro álbum. Sem dúvida, um dos melhores álbuns de estreia do ano.
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