Royal Hunt: a banda retorna viva e pulsante
Resenha - Cast In Stone - Royal Hunt
Por André Luiz Paiz
Postado em 20 de maio de 2018
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Sempre que surge um novo lançamento do Royal Hunt, há uma sensação interessante. Sabemos o que vamos encontrar, mas é impossível enjoar ou entediar-se diante do material que é entregue. Três anos após o último álbum de estúdio, a banda retorna com "Cast In Stone", mais um álbum de músicas inéditas eletrizantes e com todos os elementos que os fãs esperam (e alguns novos).
Primeiramente, é necessário chover novamente no molhado e dizer que não há ninguém melhor que D.C. Cooper para o posto de vocalista desta banda. Eu gosto de todas as fases: a dos primeiros álbuns, a primeira passagem de D.C., a fase com John West e também a do marcante álbum "X", com Mark Boals. Mas, é impressionante o encaixe do seu timbre e potência, com o material escrito por André Andersen. Tudo parece ter voltado ao normal após o seu retorno. Falando em André Andersen, ele deu uma entrevista exclusiva para o 80 Minutos e você pode conferir aqui no site.
O que destaco em evidência nas faixas de "Cast In Stone" é a energia que transborda pelos falantes. A banda definitivamente está em um ótimo momento. Além disso, está pesada, sendo que é possível identificar alguns riffs muito parecidos com os do Judas Priest. Adicionando a voz de D.C., parece que estamos ouvindo o Silent Force, seu antigo grupo. Claro que tudo isso é adicionado ao trabalho orquestral espetacular de Andersen e também à veia progressiva do grupo. Batera e baixo também apavoram a todo instante.
Sinceramente, posso dizer tranquilamente que todas as faixas são destaque. A que menos me impressionou foi a de encerramento, "Save Me II", mas está bem longe de ser uma faixa ruim. "Fistful Of Misery" abre o álbum com um daqueles refrãos para cantar ao vivo com a banda. "The Wishing Well" possui levada espetacular, com D.C. melódico e perfeito. "The Last Soul Alive" exemplifica perfeitamente o que eu disse sobre a combinação de estilos. Rápida e pesada, com sua levada Judas Priest. E a "Sacrifice"? Começa como uma balada e se transforma em uma faixa grandiosa, com passagens espetaculares. E o restante? Possui o mesmo nível, vá por mim.
O que posso dizer de "Cast In Stone" é: obrigado André Andersen, por manter o Royal Hunt vivo e pulsante.
Apoie o artista, adquira a sua cópia de "Cast In Stone" no link abaixo.
Confira esta e outras resenhas no 80minutos.com.br
Um portal gratuito para que você possa dar a sua nota nos seus álbuns favoritos.
Tracklist:
01. Fistful Of Misery
02. The Last Soul Alive
03. Sacrifice
04. The Wishing Well
05. Cast In Stone
06. A Million Ways To Die
07. Rest In Peace
08. Save Me II
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Fabio Laguna quebra silêncio e fala sobre não ter sido convidado pelo Angra para reunião
Jimmy Page celebra 25 anos de show do Iron Maiden no Rock in Rio III
Shawn "Clown" Crahan fala sobre o próximo álbum do Slipknot: pausa agora, criação em andamento
Dave Mustaine diz que integrantes reagiram bem ao anúncio do fim do Megadeth
A banda inglesa de rock que Regis Tadeu passou parte da vida pronunciando o nome errado
William DuVall encara desafio do metal ao gravar com Metal Allegiance: "É preciso estar à altura"
Roger Waters explicou porque seu primeiro álbum solo traz uma mulher nua na capa
Regis Tadeu explica por que Roger Waters continua um imbecil
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
Filmagem inédita do Pink Floyd em 1977 é publicada online
Com problemas de saúde, Mick Box se afasta das atividades do Uriah Heep
Guitarrista da banda solo de Bret Michaels sai em sua defesa
Os discos do U2 que Max Cavalera considera obras-primas
Paul Stanley e Gene Simmons serão induzidos ao Songwriters Hall of Fame
Lista: cantadas rockeiras para você conquistar o/a crush - Parte 1
Edu Falaschi descobriu que seu primo famoso tem mais seguidores que ele no Instagram
Kerrang!: os 100 melhores álbuns de Rock em lista da revista


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



