Miasthenia: Um álbum denso, pesado, com muito feeling

Resenha - Miasthenia - Antípoda

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Por R.Grim - The Grotesque
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E lá se vão mais de 23 anos de carreira, com álbuns grandiosos bem como participações sejam elas em tributos ou coletâneas, e como não poderia ser diferente o Miasthenia nos brinda com o fantástico Antípodas, que foi gravado, mixado e masterizado entre julho e dezembro de 2016.

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O trio formado por Hecate (Vocal e Teclados), Thormianak (Guitarras e Contrabaixo) e V. Digger (Bateria) consegue se superar a cada lançamento, e neste álbum não poderia ser diferente, tanto que falar deste álbum de forma resumida é impossível, ainda mais para um fã que os acompanha desde 1996. Mas vamos lá...

Antípodas vem em Digipack, com belíssima arte, toda ela concatenada ao contexto deste grande álbum, arte assinada por Marcio Menezes (Blasphemator Art), Fabricio Rodrigues e Slanderer Possessed. As letras, são uma verdadeira aula de história, e não poderia ser diferente, afinal Hecate é professora doutora do departamento de História da Universidade de Brasília, e pesquisa as representações femininas na sociedade Inca, esse cuidado com as letras não é novidade, basta revisitar os lançamentos passados.

Os Vocais de Hecate transmitem muita força, e é aí que eu vejo uma característica vocal de Hecate que raramente vi em outros vocalistas de metal extremo, há um feeling absurdo na pronuncia de cada palavra, o que deixa tudo ainda mais envolvente!!! E essa característica é notada desde seu primeiro álbum "XVI". Temos ainda alguns momentos com vocais limpos e até coros com vocais masculinos e femininos, cada qual cuidadosamente elaborado.

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As guitarras e contrabaixo de Thormianak são outro espetáculo, quem já os viu ao vivo sabe do que me refiro. É impressionante seu trabalho neste álbum, peso, muito peso!!! Melodias incríveis, solos dobrados, não tem como não quebrar o pescoço com a avalanche de riffs despejada neste álbum!!!

A bateria de V. Digger é outro ponto que impressiona, pois, mesmo tendo vários momentos sejam eles cadenciados ou extremos, cada parte foi minuciosamente estudada, e isto é percebido em cada faixa, cada mudança de vocal, de andamento... já os vi ao vivo algumas vezes, e é incrível uma bateria ficar de pé depois de passar por V. Digger.

Enfim, um álbum denso, pesado, com muito feeling, distribuído em 8 faixas, ao qual fica difícil destacar a melhor... Para Começar confira o clip da faixa Coniupuyaras.

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