Lucifer's Friend: Mostrando que a música não envelhece
Resenha - Live @ Sweden Rock - Lucifer's Friend
Por Vicente Reckziegel
Postado em 27 de fevereiro de 2016
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após muitos anos com suas atividades encerradas, eis que em 2014 os veteranos alemães do Lucifer’s Friend anunciam seu retorno, uma volta comemorada por todos os fãs do Hard/Progressive Rock, AOR e toda a gama de sonoridades que os mesmos sempre tiveram em todos os seus anos de existência, desde o lançamento de seu debut auto intitulado, no agora muito distante ano de 1970.
De fato, o Lucifer’s Friend nunca se prendeu a um estilo em nenhum de seus lançamentos, passando de um lado mais Hard/Heavy do primeiro disco, para alguns momentos mais progressivos, psicodélicos, jazzísticos, dentre outros, em seus lançamentos posteriores. Com a saída de seu vocalista John Lawton em 1976, para ocupar o microfone do Uriah Heep, a banda aos poucos foi perdendo seu impacto, e mesmo o retorno do mesmo alguns anos depois não foi o suficiente para os mesmos manterem a banda ativa, encerrando suas atividades no ano de 1982.
Mas, histórias à parte, o retorno tão esperado por todos aconteceu, e este disco ao vivo gravado a partir da apresentação da banda no Sweden Rock Festival em junho de 2015 é a maior prova que a banda certamente não desaprendeu a fazer um grande show.
Das 12 músicas tocadas nesse show, três foram lançadas no ano anterior, na compilação "Awakening", a ótima "Pray" e seus riffs contagiantes de guitarra, a viajante "Riding High", além da mais simples e nem tão empolgante "Did Your Ever?" e seus teclados árabes.
Mas é obviamente nos clássicos que a casa vem abaixo, especialmente em músicas marcantes como a contagiante "Fire and Rain", com suas melodias grudentas e belos solos de guitarra, a cadenciada e puxada para o Deep Purple "Keep Going", com um grande trabalho de John Lawton nos vocais, a bela e tranqüila balada "Burning Ships", a número um no repertorio do quinteto "Ride the Sky" e seu inconfundível teclado, e termina com a alegre e até certo ponto festiva "High Flying Lady".
Mais de trinta anos depois da separação, e a banda ainda tem muita lenha para queimar, mostrando que a música não envelhece nunca...
Formação:
John Lawton - vocais
Peter Hesslein - guitarra
Dieter Horns - baixo
Jogi Wichmann - teclado
Stephan Eggert - bateria
Tracklist:
1. INTRO – AWAKENING
2. PRAY
3. FIRE AND RAIN
4. IN THE TIME OF JOB
5. KEEP GOING
6. HEY DRIVER
7. RIDING HIGH
8. MOONSHINE RIDER
9. DID YOU EVER?
10. BURNING SHIPS
11. RIDE THE SKY
12. HIGH FLYING LADY
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Banda de rock dos anos 70 ganha indenização do Estado brasileiro por ter sido censurada
Guns N' Roses estreia músicas novas na abertura da turnê mundial; confira setlist
A música sem riff de guitarra nem refrão forte que virou um dos maiores clássicos do rock
Concerto do Pink Floyd gravado por Mike Millard vai sair em vinil e CD oficial
Anthrax revela o título do próximo álbum de estúdio
Os 20 maiores riffs de guitarra da história, segundo o Loudwire
Kip Winger admite não se identificar mais com a música da banda que leva seu nome
Joe Bonamassa lançará show em tributo a Rory Gallagher
O motivo que fez Ozzy achar que membros do Metallica tiravam uma com a cara dele
Wolfgang Van Halen fala sobre a importância de ter aprendido bateria primeiro
A música que Robert Smith fez para deixar de ser gótico, e afastar parte dos fãs do The Cure
A reação de James Hetfield ao ver Cliff Burton após o acidente que matou o baixista
Ouça e leia a letra de "Ozzy's Song", homenagem de Zakk Wylde a Ozzy Osbourne
A banda que impressionou Eddie Van Halen: "A coisa mais insana que já ouvi ao vivo"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido


Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
A todo o mundo, a todos meus amigos: Megadeth se despede com seu autointitulado disco
"Old Lions Still Roar", o único álbum solo de Phil Campbell
Sgt. Peppers: O mais importante disco da história?


