Dirty Grave: Transmitindo honestidade e talento

Resenha - Dirty Grave - Dirty Grave

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 7

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Algumas bandas transmitem honestidade e talento de longe. Esse é o caso do Dirty Grave, banda oriunda do interior paulista, mais precisamente Orlândia, e que logo em seu ano de fundação (2013) já soltou seu primeiro trabalho.
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Se enveredando pelos caminhos do Doom Metal clássico, o trio formado por Mark Rainbow (vocal/baixo), Victor Bergy (guitarra) e Arthur Assis (bateria), bebe firme na fonte de Black Sabbath, Candlemass e seus derivados, e ainda impõe sua característica nas quatro composições aqui encontradas.

Com destaque para a técnica do guitarrista Bergy, a banda destila todos os clichês do estilo, com andamento cadenciado e clima fúnebre, tendo linhas de baixo pulsantes e uma bateria que segue o que a cartilha pede. As temáticas místicas são cantadas por Mark de uma forma que poderia ter um pouco mais de garra, mas mesmo assim não compromete tanto.

O que realmente compromete aqui é a produção que ficou muito baixa. Os instrumentos são audíveis, mas somente dando certo grau no volume e isso faz com que a banda perca alguns pontos, já que é tão fundamental o peso no Doom Metal. Isso faz parecer que a banda não possui tanta energia, mesmo diante de tanto talento. Porém, não é nada que não possa ser reajustado num próximo trabalho.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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