Legião: CD lança novo olhar sobre a obra de Renato Russo
Resenha - Rádio Intérprete - Renato Russo
Por Ronaldo Pereira
Fonte: renatorusso.com.br
Postado em 05 de abril de 2015
Novos intérpretes relembram o cantor, que faria 55 anos em março.
Legião Urbana - Mais Novidades
O CD promocional Rádio Intérprete – Lançamentos é uma homenagem à memória de Renato Russo, que faria 55 anos em 27 de março. A proposta é renovar a obra de Renato e mostrar uma nova ótica, com nomes que estão surgindo e se destacando na cena musical brasileira. A ideia surgiu a partir do sucesso da Rádio Intérprete, uma plataforma criada no Portal Renato Russo para divulgar as regravações do compositor. A versão física sai em formato CD, que será distribuído apenas para a mídia e fãs sorteados, aumentando seu caráter de item de colecionador.

O disco abre com a versão turbinada para "Tempo Perdido", com a banda-tributo Urbana Legion. Formada por Egypcio (Tihuana) nos vocais e com guitarras nervosas de Marcão (ex-Charlie Brown Jr), a banda já é sucesso com o single em diversas rádios rock brasileiras. Já "Boomerang Blues" foi refeita por Gui Lopes em um arranjo que mistura blues, jazz e música brasileira. Gui é uma das revelações do novo blues brasileiro e começou sua carreira em Brasília. Ju Martins escolheu regravar a música "Vamos Fazer Um Filme", lançada originalmente no álbum "O Descobrimento do Brasil", da Legião Urbana. Com arranjo MPB, Ju se destaca pelo belíssimo vocal.
Os paulistanos da Poesia Armada gravaram "A Canção do Senhor da Guerra" com o mesmo clima oitentista da versão original. Um coro infantil abre a música, dando ainda mais impacto ao arranjo. Já o jovem Kevin Dasilva, de 18 anos, é uma descoberta da Rádio Intérprete e com arranjo neo-folk, gravou "Mariane", que está no oitavo disco da Legião Urbana, "Uma Outra Estação". Primeiro guitarrista da Legião Urbana, embora não seja um artista novo, Kadu Lambach mostra a força da melodia de "Monte Castelo" em versão instrumental. O disco fecha com a faixa bônus "Eu Sei", com Finis Africae & Negrete, em uma versão puxada para a soul music. A regravação é uma demo de 2001 que permanecia rara até ser descoberta recentemente nos arquivos da banda. Com o recente falecimento de Negrete, torna-se, também, uma homenagem ao eterno baixista legionário.

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



70 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil em maio
Steve Harris afirma que nunca conseguiu assistir um show dos Rolling Stones
Amy Lee relembra a luta para retomar o controle do Evanescence; "Fui tratada como criança"
O cover gravado pelo Metallica que superou meio bilhão de plays no Spotify
5 bandas de heavy metal que seguem na ativa e lançaram o primeiro disco há mais de 40 anos
O rock ainda é gigante no Brasil? Números e dados desafiam o discurso de "crise do gênero"
A curiosa lista de itens proibidos no show do Megadeth em São Paulo
A música de Bruce Dickinson que tem um dos melhores solos de Adrian Smith
Dez músicas clássicas de rock que envelheceram muito mal pelo sexismo da letra
A condição de Ricardo Confessori pra aceitar convite de Luis Mariutti: "Se for assim, eu faria"
As músicas com as melhores letras do Shaman e do Angra, segundo Ricardo Confessori
A dificuldade de incluir K.K. Downing em documentário do Judas Priest
O dia em que Nuno Bettencourt levou um beijo na boca de Eddie Van Halen e travou
Ex-guitarrista do Turnstile pode passar o resto da vida na cadeia
O disco clássico do Soulfly que Max Cavalera considera estranho
Nirvana: "In Bloom" e o recado para quem canta sem entender a letra
O famoso álbum de power metal com erro de concordância nominal no título
Renato Russo fazia questão de remunerar bem os músicos que acompanhavam o Legião Urbana
Killswitch Engage faz post sobre Bangers Open Air e escolhe Legião Urbana como trilha sonora
Quando Renato Russo preferiu ficar em casa com o namorado a gravar com os Paralamas
Marcelo Bonfá lembra de quando levou baterista do U2 para dançar forró
Marcelo Bonfá explica fim de projeto com Dado Villa-Lobos
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


