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Project46: Derrubando ideia que apenas Rap é música de Protesto

Resenha - Que Seja Feita a Nossa Vontade - Project46

Por Eder F. Santos
Fonte: Metal Rock and More
Em 26/04/14

Nota: 9

"Doa a quem doer" lançado em 2011 apresentou a banda ao país, os colocou em importantes festivais como o Monsters of Rock e Maquinaria Fest, além da possibilidade de abrir pra bandas de peso como All That Remains e Parkway Drive. "Que seja feita a nossa Vontade" tem tudo pra leva–los ainda mais longe.

Primeiramente deve–se salientar que novamente Adair Daufembach, assim como em seus projetos anteriores, repetiu com maestria a excelente produção, todos os instrumentos estão perceptíveis. Detalhe para a ótima presença do baixo de Rafa Yamada, mas pra quem conhece os seus demais trabalhos sabe que o instrumento sempre tem um papel relevante nas músicas.

"Que Seja Feita Nossa Vontade", nome alusivo ao trecho de uma oração Cristã, porém com o sentido reverso, apresenta além de um maravilhoso instrumental recheado de riffs e solos incríveis uma excelente critica a política, religião, violência e desigualdades sociais. Algo que há tempos a cena nacional vinha devendo.

O disco abre com "Caos Renomeado", uma critica ao papel alienador que a imprensa exerce. A música já esta inclusive com seu vídeo clipe sendo gravado. Na sequencia "Foda–se" traz uma mensagem de repudio àqueles que não assumem seus atos.

"Erro +55" merece destaque, a música descreve de forma sublime o sistema existente. É um verdadeiro tapa na cara dos políticos corruptos. A quarta faixa "Desordem e Progresso" apresenta a mesma ideia, porém agora nos convida a lutar contra todos os problemas que tinham sido colocados na música anterior.

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Em seguida vem "Carranca" sua letra deixou um pouco a desejar, mas fato este passa despercebido pelo instrumental executado. A música abre com a típica sonoridade do samba que a acompanha todo o tempo, destaque a performance do batera Henrique Pucci que fez uma brilhante estreia em estúdio com as baquetas da banda. Outro ponto a destacar é o belo solo de guitarra que termina resultando em uma tradicional vinheta utilizada nas antigas transmissões de futebol.

"Na Vala", é uma das mais gratas surpresas e mostra que provavelmente o Rap também colaborou na construção do conteúdo do álbum. Há música que na maior parte do tempo todo flerta entre o estilo e o Metal narra a historia de um caso de violência, o que já passou a ser corriqueiro principalmente nas grandes cidades.

"Empedrado" foi a primeira faixa a ter sua versão de estúdio lançada, apresenta uma excelente critica ao descaso das autoridades para com os viciados em drogas, ressaltando que muitas vezes o vicio é a única alternativa encontrada pra esquecer a situação de fome e frio em que encontram – se nas ruas.

Na sequencia "Veneno" conta a história de alguém que se deixou levar pelos vícios, mas que consegue se recuperar e agora luta contras as recaídas. A nona faixa "Em nome de quem?" aborda as falhas cometidas pelos políticos e pelos "falsos profetas" responsáveis por alienar a população em busca de voto e dinheiro.

O disco fecha com "Vergonha na Cara" a mais curta do play, porém a que melhor casou uma ótima letra com um excelente instrumental. A música sem papas na língua aborda os diferentes problemas de nossa sociedade, e fecha o trabalho com chave - de - ouro.

Que Seja a Nossa Vontade é um dos melhores discos já feito nesse país. Possui uma sonoridade que pode agradar a todas as gerações de ouvintes de metal, desde os mais Thrash até os simpatizantes de influencias contemporâneas. Portanto aqueles que gostam dos gêneros de guitarras distorcidas não podem deixar de conferir esse álbum.

Track List:
01 – Caos Renomeado
02 – Foda – se (se depender de nós)
03 – Erro + 55
04 – Desordem e Progresso
05 – Carranca
06 – Na Vala
07 – Empedrado
08 – Veneno
09 – Em nome de Quem?
10 – Vergonha na Cara

Project 46:
Caio MacBeserra (Vocal)
Jean Patton (Guitarra)
Vini Castellari (Guitarra)
Rafa Yamada (Baixo/Vocal)
Henrique Pucci (Bateria)

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