Dismember: ajudou a consolidar o 'Swedish Death Metal'
Resenha - Like an Ever Flowing Stream - Dismember
Por Leonardo M. Brauna
Postado em 21 de janeiro de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O DISMEMBER foi uma das bandas que ajudou a consolidar o ‘Swedish Death Metal’ mundo a fora. O seu primeiro álbum, "Like an Ever Flowing Stream", lançado em maio de 1991 finalmente alavancou o som desses suecos ao grande reconhecimento no meio ‘Underground’ que já vinha sendo premeditado desde as quatro demos anteriores. O título foi tirado de um trecho bíblico do livro de ‘Amós’, mas as letras em nada reverenciam a adoração em um deus judaico-cristão. Assim que o LP saiu, as comparações com seus conterrâneos ENTOMBED foram massivamente sustentadas pela crítica e pelo público e para reforçar mais ainda essa "classificação", o álbum ainda trouxe NICKE ANDERSSON (na época, baterista do ENTOMBED) tocando guitarra em todas as faixas, menos no solo da primeira, como músico convidado. Vamos à pedrada!
A apresentação de clássicos que começa logo com os riffs de "Override of the Overture" já nos prepara para as "fortes emoções". A produção do álbum é bem homogênea a das outras bandas daquela região que assegura a alta qualidade do som.
O destroço se torna mais potente com "Soon to Be Dead" que acaba com os ouvidos mais sensíveis em seus menos de dois minutos de duração. Toda a expressão furiosa de MATTI KÄRKI é posta pra fora em sua entonação gutural.
Gustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Sem deixar a violência de lado, "Bleed for Me" assume o seu posto na lista de clássicos com muita força nas guitarras e em momentos cadenciados fornece um contraste sonoro perfeito. FRED ESTBY soube atender as exigências da faixa com maestria!
Outro grande momento do disco atende pelo nome de "And So Is Life", notamos melhor desenvoltura nesse som para partes mais complexas que chamam até um pequeno arranjo com teclados. No início da faixa percebemos que NICKE além de baterista sagaz também começava a revelar o seu talento como guitarrista, fazendo um excelente solo.
Um dos maiores hinos da banda também pertence a esse trabalho, "Dismembered" para quem é fã de ‘Death Metal’ dispensa comentários, mas serve de referência para todas as gerações futuras desse seguimento. Competência, ódio e muita energia fazem dessa um belo "cartão de visitas".
A sexta "canção", "Skin Her Alive" impõe mais peso e agressividade com o seu trabalho uniforme. As guitarradas sujas de ROBERT SENNEBACK valorizam a execução bem trampada do tema musical.
"Sickening Art" surge "ditando as regras" que fazem partir ao meio a cervical de qualquer ‘Headbanger’. Essa também é um show a parte dentro desse grande ‘Full Length’. O vocal e instrumental formam toda a brutalidade necessária para o gosto dos fãs.
O CD fecha com a sombria "In Death's Sleep" que teve presença marcante nos palcos, principalmente no encerramento dos shows, aliás, quase todas as músicas desse trabalho eram obrigatórias.
Para nós resta a esperança de poder novamente conferir uma volta desses mestres que encerraram a carreira em 2011. Em esclarecimento ao público, o então baixista TOBIAS CRISTIANSSON informou através da imprensa a seguinte nota: "Depois de 23 anos, o DISMEMBER decidiu terminar. Agradecemos aos nossos fãs pelo apoio." – Ou seja, nada foi esclarecido!
Lançamento: Nuclear Blast.
Line Up:
MATTI KÄRKI – vocal;
ROBERT SENNEBACK – guitarra;
DAVID BLOMQVIST – guitarra, solo na faixa 1;
RICHARD DIAMON – baixo,
FRED ESTBY – bateria.
NICKE ANDERSSON – guitarra solo em todas as faixas, exceto faixa 1. (convidado).
Track List:
1."Override of the Overture" 5:15
2."Soon to Be Dead" 1:55
3."Bleed for Me" 3:20
4."And So Is Life" 3:11
5."Dismembered" 5:54
6."Skin Her Alive" 2:15
7."Sickening Art" 3:55
8."In Death's Sleep" 5:21
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A melhor música já escrita em todos os tempos, segundo Bob Dylan e Billy Joel
Deep Purple lança "Splat!", seu disco mais pesado em muitos anos
As 5 melhores músicas do Black Sabbath de todos os tempos, segundo Geezer Butler
As bandas de metal que Hetfield não compreende; "Como diabos conseguem lembrar das músicas?"
O motivo compreensível que levou Mikkey Dee a deixar o King Diamond
O filme com a melhor trilha sonora de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Children of Bodom anuncia show na Espanha para julho de 2027
As 25 melhores músicas do Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
O vocalista contestado que mudou os rumos de uma das maiores bandas da história do metal
Marcelo D2: "Via Ratos de Porão e Cólera mais como alternativa que Titãs e Barão"
A música do Led Zeppelin que melhor define Robert Plant, segundo Jimmy Page
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
Moonspell lança "Far from God", seu primeiro disco de estúdio em cinco anos
A música de guitarra que Brian May chamou de uma das mais bonitas já gravadas
O grande problema do Bon Jovi que irritava Taylor Hawkins, segundo o próprio
Noel Gallagher elege a canção Pop perfeita; "é simplesmente incrível"
O beatle com quem George Harrison não trabalharia de novo: "Com o John Lennon eu faria banda"
O clássico que é imbatível, segundo Slash e Bruce Dickinson; "não existe nada mais pesado"


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
