Witchcraft: fazem um Black mais tradicional que seus conterrâneos

Resenha - Hegyek felettem - Witchcraft

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

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O Witchcraft, apesar de ter esse nome nada original em inglês, surgiu há mais de 15 anos e acaba de lançar seu terceiro álbum, desta vez contando com letras e temáticas na língua pátria, isto é, em húngaro. Fazendo um Black Metal mais tradicional, do que seus conterrâneos costuma fazer, o grupo agradará em cheio os mais radicais do estilo.
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Primeiro porque a banda é enraizada nos mestres nórdicos do estilo, segundo porque a banda faz um som que permanecerá intacto no underground e, por fim, porque usa e abusa dos clichês mais extremos do gênero. A temática abrange temas como paganismo e trevas, e o som é direto e sem frescura, não incorporando nenhum elemento mais melódico nas composições.

Em "Hegyek felettem" (que significa 'acima da colina', em uma tradução livre) você encontrará vocais rasgados, quase gritados envolto por guitarras ríspidas e gélidas, além de um baixo reto e bateria devastadora. O diferencial dos caras é que algumas composições como Megittam a vért e a faixa título possuem algumas quebradas e mudanças de andamento, onde os riffs passam a soar mais na linha Death Metal, mas mantendo a pegada do som.

Istentelen abre o disco de forma magnífica, com riffs eufóricos e uma dose de melodia que se encaixou perfeitamente a velocidade da composição. O vocalista Angmar berra agonizantemente dando uma aura de melancolia com fúria, que só composições de Black Metal podem fazer sentir algo do tipo.

Összeesküvés segue a mesma linha, enquanto Fekete és hideg possui uma levada mais primordial, na linha de Hellhammer e Bathory. Por isso é bom o ouvinte prestar atenção em Csak a fagy que une as raízes nórdicas com influências dos pais do Metal extremo, que mostra que a banda conhece o chão que pisa.

É interessante citar que no release da banda, em inglês, todos os nomes das canções em húngaro foram traduzidos para o inglês, facilitando o trabalho da imprensa e a interpretação do ouvinte, ponto pros caras. Completa o Witchcraft WLR (guitarra), Elzeril (baixo) e Knot (bateria, que também é do Véer). Bom trabalho.

http://witchcraft.atw.hu/
http://www.myspace.com/witchcrafthun

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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