Circus Maximus: indispensável para os amantes da boa música

Resenha - Nine - Circus Maximus

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Por Herivelto Glozer
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Nota: 10

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Após cinco anos de uma longa espera pelos fãs o ano de 2012 nos trouxe uma grande surpresa, a banda da Noruega formada por MICHAEL ERIKSEN(vocals), LASSE FINBRATEN(keyboards), MATS HAUGEN(guitar) ,TRULS HAUGEN(drums) e GLEN CATO MOLLEN(bass) mostraram ao mundo sua mais recente criação, comparado ao seu Antecessor Isolate, o álbum Nine, traz um CIRCUS MAXIMUS mais maduro e direto, além dos elementos conhecidos pelos fãs da banda, ouve um acréscimo de novos elementos ao som, fazendo desse álbum algo grandioso e indispensável para os amantes da boa música.
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Logo de cara o álbum começa com a faixa FORGING, uma vinheta com um solo que causa um certo ar de suspense, nos passando a sensação do que algo grandioso esta para começar.

ARCHITECT OF FORTUNE: Inicia-se com uma introdução pesada com destaque para a Bateria de TRULS HAUGEN e os riffs de MATS HAUGEN passando por momentos de muita emoção, não deixando escapar a influencia forte do DREAM THEATER em sua trajetória, MICHAEL ERIKSEN cantando como nunca e com muita emoção, uma música maravilhosa, uma faixa longa e de muito impacto, nos passando a sensação de ser curta.

NAMASTE: Mostra um CIRCUS MAXIMUS moderno e atual, agregando novas influencias a sua música, o Baixo de GLEN CATO MOLLEN se destaca nessa faixa dando peso e agressividade, um refrão muito forte faz dessa música uma das mais interessantes do álbum.

GAME OF LIFE: Sensacional uma das músicas mais incríveis dos últimos anos, gruda na sua mente na primeira audição, sua levada melódica e Hard em alguns momentos nos traz um ar de muita emoção em sua trajetória, toda a estrutura dessa música deixa claro o quanto esse Álbum foi pensado e idealizado pelos integrantes da banda, o maior destaque sem duvidas é o Riff matador de MATS HAUGEN.

REACH WITHIN: A faixa mais pop do álbum, moderna e com um solo monumental é uma das faixas que mais mostra esse novo momento do CIRCUS MAXIMUS, tradicional, o baixo também faz a diferença nessa faixa.

I AM: Outra grande canção do álbum, uma música maravilhosa com um refrão empolgante, o maior destaque dessa faixa é sem dúvida o solo, moderno e atual sem perder a influência progressiva em sua trajetória, MATS HAUGEN e LASSE FINBRATEN dão uma verdadeira aula de criatividade e técnica nessa música.

USED: Talvez a faixa mais Heavy do álbum, com uma levada cadenciada e um refrão forte, é uma das faixas que mais mostra os elementos que levaram a banda ao auge, em alguns momentos é possível notar influências orientais em sua trajetória.

THE ONE: Sensacional, com uma levada empolgante essa é uma das faixas mais rock do álbum e com um refrão matador, o destaque dessa faixa é mais uma vez os riffs de MATS HAUGEN e a voz inconfundível de MICHAEL ERIKSEN, no refrão fica evidente o casamento perfeito entre guitarra e voz, sendo algo direto e objetivo, o Solo dessa música também merece o seu destaque sendo um dos mais lindos do álbum.

BURN AFTER READING: Tem seu inicio com violão e voz em perfeita harmonia, nessa música é possível ver mais uma vez a evolução da banda em sua música, essa é a faixa mais complexa do álbum, com grandes momentos de guitarra, bateria e baixo.

LAST GOODBYE: Épica em toda sua trajetória, um inicio dançante, emendando um solo matador, um show de harmonia e melodia, Last Goodbye mostra toda a maturidade do CIRCUS MAXIMUS, não apenas pelo seu instrumental, mas pela sua letra maravilhosa e pela interpretação incrível de MICHAEL ERIKSEN.

É muito difícil de destacar uma única faixa desse álbum como a melhor, todas as musicas estão em um nível elevado em todos os sentidos, o maior destaque desse álbum talvez seja a capacidade de uma banda de metal Progressivo em inovar sua música, agregando novos valores sem deixar o seu passado de lado, foram cinco anos de espera e NINE figura entre os maiores destaques de 2012.

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