Circus Maximus: indispensável para os amantes da boa música
Resenha - Nine - Circus Maximus
Por Herivelto Glozer
Postado em 06 de dezembro de 2012
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após cinco anos de uma longa espera pelos fãs o ano de 2012 nos trouxe uma grande surpresa, a banda da Noruega formada por MICHAEL ERIKSEN(vocals), LASSE FINBRATEN(keyboards), MATS HAUGEN(guitar) ,TRULS HAUGEN(drums) e GLEN CATO MOLLEN(bass) mostraram ao mundo sua mais recente criação, comparado ao seu Antecessor Isolate, o álbum Nine, traz um CIRCUS MAXIMUS mais maduro e direto, além dos elementos conhecidos pelos fãs da banda, ouve um acréscimo de novos elementos ao som, fazendo desse álbum algo grandioso e indispensável para os amantes da boa música.
Logo de cara o álbum começa com a faixa FORGING, uma vinheta com um solo que causa um certo ar de suspense, nos passando a sensação do que algo grandioso esta para começar.
ARCHITECT OF FORTUNE: Inicia-se com uma introdução pesada com destaque para a Bateria de TRULS HAUGEN e os riffs de MATS HAUGEN passando por momentos de muita emoção, não deixando escapar a influencia forte do DREAM THEATER em sua trajetória, MICHAEL ERIKSEN cantando como nunca e com muita emoção, uma música maravilhosa, uma faixa longa e de muito impacto, nos passando a sensação de ser curta.
NAMASTE: Mostra um CIRCUS MAXIMUS moderno e atual, agregando novas influencias a sua música, o Baixo de GLEN CATO MOLLEN se destaca nessa faixa dando peso e agressividade, um refrão muito forte faz dessa música uma das mais interessantes do álbum.
GAME OF LIFE: Sensacional uma das músicas mais incríveis dos últimos anos, gruda na sua mente na primeira audição, sua levada melódica e Hard em alguns momentos nos traz um ar de muita emoção em sua trajetória, toda a estrutura dessa música deixa claro o quanto esse Álbum foi pensado e idealizado pelos integrantes da banda, o maior destaque sem duvidas é o Riff matador de MATS HAUGEN.
REACH WITHIN: A faixa mais pop do álbum, moderna e com um solo monumental é uma das faixas que mais mostra esse novo momento do CIRCUS MAXIMUS, tradicional, o baixo também faz a diferença nessa faixa.
I AM: Outra grande canção do álbum, uma música maravilhosa com um refrão empolgante, o maior destaque dessa faixa é sem dúvida o solo, moderno e atual sem perder a influência progressiva em sua trajetória, MATS HAUGEN e LASSE FINBRATEN dão uma verdadeira aula de criatividade e técnica nessa música.
USED: Talvez a faixa mais Heavy do álbum, com uma levada cadenciada e um refrão forte, é uma das faixas que mais mostra os elementos que levaram a banda ao auge, em alguns momentos é possível notar influências orientais em sua trajetória.
THE ONE: Sensacional, com uma levada empolgante essa é uma das faixas mais rock do álbum e com um refrão matador, o destaque dessa faixa é mais uma vez os riffs de MATS HAUGEN e a voz inconfundível de MICHAEL ERIKSEN, no refrão fica evidente o casamento perfeito entre guitarra e voz, sendo algo direto e objetivo, o Solo dessa música também merece o seu destaque sendo um dos mais lindos do álbum.
BURN AFTER READING: Tem seu inicio com violão e voz em perfeita harmonia, nessa música é possível ver mais uma vez a evolução da banda em sua música, essa é a faixa mais complexa do álbum, com grandes momentos de guitarra, bateria e baixo.
LAST GOODBYE: Épica em toda sua trajetória, um inicio dançante, emendando um solo matador, um show de harmonia e melodia, Last Goodbye mostra toda a maturidade do CIRCUS MAXIMUS, não apenas pelo seu instrumental, mas pela sua letra maravilhosa e pela interpretação incrível de MICHAEL ERIKSEN.
É muito difícil de destacar uma única faixa desse álbum como a melhor, todas as musicas estão em um nível elevado em todos os sentidos, o maior destaque desse álbum talvez seja a capacidade de uma banda de metal Progressivo em inovar sua música, agregando novos valores sem deixar o seu passado de lado, foram cinco anos de espera e NINE figura entre os maiores destaques de 2012.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco nacional dos anos 70 elogiado por Regis Tadeu; "hard rock pesado"
Como uma canção "profética", impossível de cantar e evitada no rádio, passou de 1 bilhão
A música feita pra soar mais pesada que o Black Sabbath e que o Metallica levou ao extremo
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 1970 até 1999
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Registro do último show de Mike Portnoy antes da saída do Dream Theater será lançado em março
Max Cavalera só curtia futebol até ver essa banda: "Virei roqueiro na hora"
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
A contundente opinião de Anders Fridén, vocalista do In Flames, sobre religião
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
"Obedeço à lei, mas não, não sou de direita", afirma Dave Mustaine
"Morbid Angel é mais progressivo que Dream Theater", diz baixista do Amorphis
25 bandas de rock dos anos 1980 que poderiam ter sido maiores, segundo o Loudwire
As melhores músicas de heavy metal de cada ano, de 1970 a 2025, segundo o Loudwire
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai


