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Patria: Peso, agressividade e consistência em novo trabalho

Resenha - Liturgia Haeresis - Patria

Por Marcos Garcia
Em 12/07/11

Nota: 10

A cada dia que se passa, é muito bom em ver que bandas de qualidade conseguem manter um padrão de qualidade de seu trabalho, uma vez que os famosos discos ‘não tão bons’ aparecem muitas vezes nas piores horas possíveis, que são na hora da banda mostrar a cara, de se afirmar em sua cena. Exemplos visíveis não faltam, mas ainda bem que existem bandas como o PATRIA, que permanecem fiéis às convicções sonoras que possuíam em sua origem, e que agora nos brinda com seu terceiro Full Length, este furioso e seco ‘Liturgia Haeresis’, seu primeiro lançamento pelo selo francês Drakkar Productions.

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O disquinho mostra certa evolução em relação aos lançamentos anteriores, apesar das raízes firmes em seu Black Metal cru, ríspido e agressivo nos moldes das bandas que iniciaram a Segunda Onda do Black Metal, já que as estruturas melódicas da banda estão um pouco mais trabalhadas e a gravação deu uma polida. Mas não se enganem com isso, pois é a mesma banda de sempre.

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A produção visual continua sendo extremamente simples e funcional, sendo um aspecto marcante os membros permanentes da banda não usarem mais a maquiagem cadáver, mas novamente lhes digo: não se enganem, pois o PATRIA ainda é o mesmo.

Musicalmente, a banda continua a mesma, nos brindando com músicas que se alternam naquela velocidade típica de bandas como MAYHEM, SARCÓFAGO, DARKTHRONE, MYSTERIIS e BURZUM de início de carreira, mas com variações rítmicas bem sacadas, estruturas melódicas mais bem trabalhadas, com muitas alternâncias de andamento. Simples assim, mas ótimo para os ouvidos.

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Abrindo de forma magistral, temos a ótima ‘Death’s Empire Conqueror’ (que inclusive é o primeiro Single de promoção), uma música rápida, com ótimas guitarras, e vocal absurdamente insana, bem como ‘Underworld Temple’, sendo que esta segunda tem momentos mais cadenciados e levadas extremamente empolgantes, que possui uma intervenção mais cadenciada com vocais gregorianos. Em ‘Sons of Destiny’, segue a mesma opressão musical encontrada nas antecessoras, com aquela mediação bem feita entre velocidade moderada, riffs matadores e bem ganchudos, cozinha rítmica coesa, que são especialidades da banda.

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Em ‘Nevoeiro’, esta música tem o andamento mais lento e soturno, o que a transforma em uma faixa bem diferenciada no CD, mostrando uma faceta ótima da banda, com os vocais mostrando a grandiosidade de sempre. Em ‘Transcendental’, a velha agressividade retorna, mas a alternância de andamentos não permite que ela se torne uma faixa repetitiva ou chata; ‘Legio Mortis Nostrae’ é aquela faixa climática, que serve como uma introdução bem macabra para ‘Darkland Worship’, onde teclados bem sacados contribuem para a música ficar ainda mais tenebrosa em seus momentos mais amenos. ‘Umbra Patri’ se inicia com guitarras limpas, até entrar mais pancadaria, só que com momentos mais trabalhados e ótimos corais, onde fica mais evidente a evolução da banda citada acima.

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Na faixa-título, mais cadência e grande trabalho da cozinha baixo e bateria, mas não dá para não destacar as guitarras, que transformam a música em um hino. Por fim, um bônus muito bom na versão Black Metal para o hino ‘Black Winter Day’, do AMORPHIS, com direito a teclados na introdução, vocais limpos nos refrões e tudo, só que com um ritmo mais acelerado e com as partes de teclados que preenchem a versão original feitas pelas guitarras.

Peso, agressividade e consistência em um dos melhores plays do ano até aqui, e não tem como não recomendar mais este ótimo trabalho da banda. E que a banda, com apoio da Drakkar Productions, chegue definitivamente no lugar de destaque que faz por merecer a tempos.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Formação:

Triumphsword – Vocais
Mantus – Todos os instrumentos

Tracklist:

01. Death's Empire Conqueror
02. Underworld Temple
03. Sons of Destiny
04. Nevoeiro
05. Transcendental
06. Legio Mortis Nostrae
07. Umbra Patri
08. Darkland Worship
09. Liturgia Haeresis
10. Black Winter Day

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Sobre Marcos Garcia

Marcos Garcia é Mestrando em Geofísica na área de Clima Espacial, Bacharel e Licenciado em Física, professor, escritor e apreciador de todas as subdivisões de Metal, tendo sempre carinho pelas bandas mais jovens e desconhecidas do público, e acredita no Underground como forma de cultura e educação alternativas. Ainda possui seu próprio blog, o Metal Samsara, e encara a vida pela máxima de Buda "esqueça o passado, não pense no futuro, concentre-se apenas no presente".

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