Dark Moor: peça indispensável para os amantes do estilo

Resenha - Tarot - Dark Moor

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Por Diego Camara
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


A saída de Elisa Martin foi bastante sentida pelos fãs do Dark Moor, principalmente no lançamento de “Beyond the Sea” em 2005, onde muitos duvidaram da capacidade dos espanhóis em oferecer um bom conjunto de metal e sinfonia sem a vocalista e suas composições. O álbum conceito “Tarot”, lançado dois anos depois, viria como resposta à altura para todos aqueles que duvidaram do grupo.
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“Tarot” é um álbum realmente forte e consistente em todos os sentidos. Começando pela arte de capa, com um dos mais belos desenhos dentre os álbuns lançados em 2007, que transmite muito do misticismo colocado no álbum, onde cada música fala sobre algum dos arcanos maiores do baralho de tarô.

A abertura do álbum é feita pela intro “The Magician”, com um som bastante misterioso e sinfônico, bem ao estilo pomposo do grupo. A música seguinte, “The Chariot”, traz um som mais forte e um bom uso de bateria e guitarra, além de um refrão bastante marcante. O vocal de Alfred Romero se apresenta muito bem, dando o tom épico que a música necessita.

“The Emperor”, a quinta faixa, vem carregada de emoção, com um coral no refrão e vocais guturais distribuídos pela música. O som fica bastante carregado e completo, com uma fusão bastante cadenciada entre Heavy Metal e Música Clássica já conhecida da banda, principalmente no solo de guitarra, mostrando a competência de Enrik Garcia.

A faixa seguinte, “Devil in the Tower”, quebra o som do álbum, dando uma virada sensacional no que até agora tinha sido apresentado. Um coral acompanha a música, juntamente com vocal gutural e o som rápido de bateria e guitarra, que acaba criando um ambiente onde a sinfonia dá o tom de contraponto ao heavy metal, no que parece um grande conflito. Destaque para o trecho a capella da música, que caiu muito bem no som dos espanhóis.

O álbum termina com “The Moon”, música conceituada na canção “Moonlight Sonata” de Beethoven, que fecha o trabalho com chave de ouro. O som épico do Dark Moor se mistura aos elementos da sinfonia de maneira única. Vale ressaltar a letra composta para esta música, que se encaixa como uma luva na canção, como se a melodia tivesse sido originalmente feita para ela.

“Tarot” se apresenta como uma peça indispensável para os amantes do estilo da banda, que gostam de um bom heavy metal com sons de música clássica. É um álbum que mostra a maturidade do Dark Moor. Se em “Beyond the Sea” muitos sentiam a falta de Elisa Martin, em “Tarot” a presença dela já deixou de ser indispensável.

Dark Moor é:
Alfred Romero – Vocal
Enrik Garcia – Guitarra
Dani Fernandes – Baixo
Roberto Cappa – Bateria

Faixas de “Tarot”:
1. The Magician
2. The Chariot
3. The Star
4. Wheel of Fortune
5. The Emperor
6. Devil in the Tower
7. Death
8. Lovers
9. The Hanged Man
10. The Moon

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Sobre Diego Camara

Nascido em São Paulo em 1987, Diego Camara é jornalista, radialista e blogueiro. Seu amor pelo metal e rock começou há 6 anos. Um amante da nova geração, é um grande fã de Arjen Lucassen, Andre Matos e bandas como Nightwish, Hammerfall, Sonata Arctica, Edguy e Kamelot. Também não deixa de ter amor pelos clássicos, como Helloween, Gamma Ray e Iron Maiden e do Rock de bandas como Oasis, Queen e Kings of Leon. Atualmente seus textos podem ser lidos no blog OCrepusculo.com sobre assuntos diversos, além de planos para criação de um projeto totalmente voltado aos blogs de Rock e Metal.

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