Poets of the Fall: aperitivo para "Revolution Roulette"

Resenha - Ultimate Fling - Poets of the Fall

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Por Ricardo Pagliaro Thomaz
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Esquentando as turbinas para o esperado novo álbum do Poets of the Fall, "Revolution Roulette", o seu mais novo single, "The Ultimate Fling", lançado agora dia 6 de Fevereiro, faz bonito, mas deixa aquele gostinho de que o grupo usou um pouco menos de fermento dessa vez em sua mistura.

A música, que tem uma guinada bem radiofônica, possui produção moderna com mistura de elementos clássicos do rock, elementos que fizeram com que a banda despontasse como uma das mais promissoras desse novo milênio. É também a mais pesada deles até agora. A execução instrumental continua impecável e a voz de Mark continua cristalina. Mesmo com todas essas qualidades, não é a melhor faixa single feita pelo grupo até então, não quando se compara com coisas como "Lift", "Carnival of Rust" ou "Locking up the Sun", por exemplo. Nesta, a melodia, elemento que marca o som da banda, foi meio jogada a escanteio, dando lugar a um som mais cru, direto.

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A música é apresentada em três versões diferentes no single: a versão radiofônica, chamada de "The Producer's Cut", a versão do álbum, "The Director's Cut", que possui um solo final de encher os ouvidos, e uma maravilhosa versão acústica, chamada "The Impromptu Alternate Version". Uma das raras vezes que a versão acústica da música de um grupo fica tão boa quanto sua versão plugada.

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Pra terminar esse aperitivo, uma boa versão ao vivo de "Fire", diretamente do palco de Ankkarock, das turnê de 2007. A ótima capa do single segue o estilo das anteriores, parece que a banda está se especializando em produzir capas emblemáticas. Seguimos então aguardando o lançamento de seu terceiro trabalho de estúdio, programado pra sair em 26 de março.

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Sobre Ricardo Pagliaro Thomaz

Roqueiro e apreciador da boa música desde os 9 anos de idade, quando mamãe me dizia para "parar de miar que nem gato" quando tentava cantarolar "Sweet Child O'Mine" ou "Paradise City". Primeiro disco de rock que ganhei: RPM - Rádio Pirata ao Vivo, e por mais que isso possa soar galhofa hoje em dia, escolhi o disco justamente por causa da caveira da capa e sim, hoje me envergonho disso! Sou também grande apreciador do hardão dos anos 70 e de rock progressivo, com algumas incursões na música pop de qualidade. Também aprecio o bom metal, embora minhas raízes roqueiras sejam mais calcadas no blues. Considero Freddie Mercury o cantor supremo que habita o cosmos do universo e não acredito que há a mínima possibilidade de alguém superá-lo um dia, pelo menos até o dia em que o Planeta Terra derreter e virar uma massa cinzenta sem vida.

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