Mark Knopfler: bem longe do que fez no Dire Straits
Resenha - Kill To Get Crimson - Mark Knopfler
Por Carlos Henrique
Postado em 10 de dezembro de 2007
O novo álbum de Mark Knopfler (vocalista, guitarrrista e líder do Dire Straits) mostra - mais uma vez - o guitarrista bem longe do que fez no Dire Straits. Longe musicalmente, porém não na qualidade. "Kill To Get Crimson" chega às lojas trazendo um Mark mais calmo, novamente se inspirando em seus heróis como Hank Marvin em alguns solos e levadas. Quem escutar o álbum tentando achar uma nova "Sultans of Swing" ou "Telegraph Road", se decepcionará. Porém, quem escutar o álbum apenas querendo ouvir o talento de Mark, pode até eleger o álbum como o melhor da carreira solo do guitarrista.

"True Love Will Never Fade" dá início ao álbum, num ritmo leve, porém com a sempre inspirada guitarra de Mark fazendo-se presente.
"The Scaffolder's Wife" e "The Fizzy and The Still" mantém o clima no álbum. "Heart Full of Holes" já está entre as mais belas composições de Mark em sua carreira solo.
"We Can Get Wild" traz um pouco de rock 'n' roll ao álbum, sempre com a já citada influência de Hank Marvin em alguns solos. Na sétima faixa, "Punish The Monkey", o melhor momento do álbum... Uma composição inspiradora, com ótimo refrão, ótimo backing vocal - do sempre competente desde a época do Dire Straits Guy Fletcher - e ótimos solos.
Mais dois grandes destaques, "Let It All Go" e "In The Sky", estão entre as músicas mais calmas e belas do álbum.
Mark parece estar cada vez mais satisfeito com os rumos de sua carreira solo, e os fãs do Dire Straits vão cada vez mais ficando com o gosto de "acabou" (que já dura bem uns quinze anos).
Mark continua com o seu bom gosto, o seu talento natural e a sua voz rouca clássica. Não compõe mais "Sultans of Swing", "Tunnel of Love" e "Telegraph Road", mas ainda nos presenteia com "Punish The Monkey", "Heart Full of Holes" e "We Can Get Wild".
Só nos resta torcer para o guitarrista finalmente voltar ao Brasil.
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