Resenha - Deadly Lullabyes Live - King Diamond

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Por Thiago Coutinho
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


O som do King Diamond sempre despertou reações maniqueístas: quem não ama, odeia. Comigo não foi diferente. Embora sempre apreciasse a temática lírica dos álbuns do “Rei Diamante” — em minha opinião, o conceito do álbum “Abigail” é nada mais do que estupendo — nunca me senti muito atraído por aqueles falsetes que ele insistia em utilizar em seus trabalhos.
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Pois bem, tudo mudou quando me deparei com este álbum duplo ao vivo, intitulado "Deadly Lullabyes Live". Aqueles falsetes enervantes — ainda que alguns fãs achem o máximo, a mim soavam um tanto sacais — estão agradavelmente ausentes. Quer dizer, não desapareceram totalmente, mas estão bem mais dosados. Mesmo o fã mais árduo tem que concordar que Mr. King não tem uma voz à Bruce Dickinson ou Dio, mas sabe utilizá-la a contento. Também não poderia deixar de ressaltar sua interpretação vocal, que deixa muitos vocalistas de metal no chinelo.

Mas nada disso ajudaria se a produção do álbum fosse uma tremenda porcaria. E o que Andy LaRocque e King Diamond fizeram neste quesito foi ilegal! Há tempos não ouvia um álbum ao vivo com uma qualidade tão fidedigna, tão cristalina, tão demais!

Por isso, delire ao som de “Mansion in the Darkness” (essa ficou perfeita!), “So Sad”, “Welcome Home”, faixas do mais recente trabalho, “The Puppet Master" e todos aqueles clássicos do heavy rock horror que fizeram a história de King Diamond.

Há ainda a participação da vocalista húngara Livia Zita, que fez as vozes femininas no álbum “The Puppet Master" e que repete a dose neste trabalho ao vivo. Em suma, um grande álbum. Compre sem titubear!

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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