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Dream Theater 2022

Resenha - Contagion - Arena

Por Thiago Sarkis
Em 08/06/04

Nota: 5

O Arena deu início às suas atividades em 1995, e por lá deveria ter parado. Os membros têm, ou ao menos já estiveram em outros projetos, e todos eles infinitamente superiores à banda que propuseram montar. Clive Nolan deveria seguir no Pendragon e seu projeto com Oliver Wakeman, John Mitchell teria o The Urbane e continuaria com Annie Lennox e Mick Pointer é ex-baterista do Marillion e não precisava tocar em grupo cover, digo, clone.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Tudo que o Arena apresenta alguém já está perpetrando ou o fez melhor. O próprio Nolan, figura principal, aparece aqui com mais espaço, mas menos inspiração do que em qualquer outro trabalho efetivado pelo Pendragon.

Você deve imaginar impossível estes músicos talentosos lançarem discos fracos, como "Contagion" (2003) ou "Songs From The Lions Cage" (1995) e até o EP extra no lançamento nacional, "The Cry". É óbvio que eles mostram suas qualidades, deixam-nas nítidas, contudo, não investem o bastante para se superarem ou trazer novidades para a cena do rock progressivo.

O som é um neo-prog sonolento, com um conceito interessantezinho e literalmente nada a acrescentar. Senão fosse por "Only Child" e "The Healer", eu trocaria todo o EP bônus new age por uma única música de Enya. Aliás, até ela tiveram a cara de pau de imitar. Ouça "Orinoco Flow" em "Fallen Idols", não é difícil perceber a sorção descarada da famosa compositora.

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Em "Contagion" salvam-se "Witch Hunt", "Ascension", "Cutting The Cards", "Skin Game"e as instrumentais "On The Box" e "Riding The Tide". Isso não significa que sejam excelentes músicas. Boas e só. Indubitavelmente não recomendado para fãs de IQ, Jadis, Forgotten Suns, La Tulipe Noire, etc. Ouçam os originais e não tão preguiçosos. Ô sono!

Site Oficial – http://www.verglas.com/arenaworld

Rob Sowden (Vocais)
John Mitchell (Guitarra)
Clive Nolan (Teclados)
Ian Salmon (Baixo)
Mick Pointer (Bateria)

Material cedido por:
Hellion Records – http://www.hellionrecords.com
Rua 24 de Maio, 62 – Lojas 280 / 282 / 308 – Centro.
São Paulo – SP – BRASIL
CEP: 01041-900
Tel: (11) 5083-2727 / 5083-9797 / 5539-7415
Fax: (11) 5549-0083
Email: [email protected]

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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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