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2022/07/09

Resenha - A Natural Disaster - Anathema

Por Sílvio Costa
Em 13/01/04

O novo trabalho do Anathema pode ser considerado surpreendente sob diversos aspectos. De modo geral, a banda optou por fazer um disco mais "tranqüilo" quando o comparamos ao álbum anterior. Por outro lado, isto não significa dizer que há simplesmente uma seqüência de temas lentos e guiados por teclados. A banda preferiu mesclar suas influências mais díspares, de modo a criar um disco com atmosfera melancólica, típica do doom metal do início dos anos 90, com arranjos que remetem ao rock progressivo dos anos 70. Um 'trip rock' - seja lá o que isto queira dizer - absolutamente cativante, ainda que não seja muito fácil de se ouvir e gostar de imediato.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

O disco abre com "Harmonium". É uma canção bastante lânguida, guiada por teclados atmosféricos (como se dizia nos anos 90) e acentuada por uma letra que, apesar de parecer melancólica, fala de liberdade e de se viver em equilíbrio consigo mesmo. Com uma soberba interpretação de Vincent Cavanagh (G/V), "Balance", a faixa seguinte, lembra um pouco The Smiths e tem um ritmo mais marcante. Com vozes estranhas e o mesmo ritmo martelante da faixa anterior, "Closer" soa esquisita e foge um pouco da orientação geral do disco. Três faixas merecem um comentário especial. "Are You There?", cantada por Daniel Cavanagh (G) é triste, mas lindíssima. Provavelmente teria lugar no Eternity (1996) graças à sua melodia doce. A maior surpresa deste disco é a pesada "Pulled Under at 2000 Meters a Second", guiada pelo baixo de James Cavanagh, é interpretada furiosamente por Vincent e ainda conta com um excelente trabalho do baterista John Douglas. Por fim, a faixa-título, que traz um belíssimo vocal feminino, apresenta variações rítmicas bastante interessantes.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Este disco é uma espécie de resumo dos quatro últimos álbuns da banda. Não é nada que vá despertar novas paixões ou deixar furiosos os fãs antigos que não abandonaram a banda por conta de suas inúmeras transformações. É apenas um bom disco, feito com uma certa dose de honestidade e com muitíssimo bom gosto. E, antes que eu me esqueça, a arte gráfica é, de novo, um primor.

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2022/08/18


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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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