RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

O conselho de fundador da Nuclear Blast que fez o Sepultura voltar às raízes

O álbum que Dave Grohl disse ter sido "o disco mais bonito" que já ouviu

O cantor com o trabalho mais difícil do rock, segundo Ian Anderson

A banda dos anos 90 que Geddy Lee acredita que terá músicas lembradas para sempre

Richie Faulkner (Judas Priest) revela experiência com tabuleiro Ouija e CD do Pantera

Regis Tadeu explica por que "A Matter of Life And Death" do Iron Maiden é gospel

Os 10 melhores riffs de Keith Richards, segundo a Far Out Magazine

Ministry lança "We Hate", single e vídeo com críticas, paródias e ironias a Donald Trump

A brutalidade do Grave Digger em "Return of the Reaper"

A música dos anos sessenta que ajudou a colocar a expressão "heavy metal" no vocabulário do rock

O melhor disco do Soilwork, na opinião de Mateus Ribeiro

A polêmica capa do Bon Jovi mudada por seu vocalista porque "seria um suicídio profissional!"

O dia em que Herbert Vianna aceitou cantar na música que o acusava de ter se vendido

As 6 perguntas sobre Nando Reis que até hoje permanecem sem resposta

Dimmu Borgir nunca chegou perto de acabar, diz guitarrista


A Perfect Circle
Foo Fighters

Resenha - Turn Loose the Swans - My Dying Bride

Por
Postado em 30 de dezembro de 2003

Os primeiros anos da década de 1990 foram bastante produtivos para o doom metal, especialmente aquele oriundo da Inglaterra - que tinha como representantes máximos a Trindade do Doom: Anathema, Paradise Lost e My Dying Bride. De lá para cá, as bandas se reinventaram, obtiveram sucessos e deram alguns tropeços. O importante é que estas três bandas deram o impulso inicial para muita coisa que está sendo feita agora e que cheira a novidade oportunista, mas que, há mais ou menos dez anos, soava como algo absolutamente novo e arejado.

My Dying Bride - Mais Novidades

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Este Turn Loose the Swans, lançado originalmente em 1994, marca um importante passo na evolução do My Dying Bride. Tido como um dos grupos mais originais desta safra do metal britânico, os septeto capitaneado pelo performático Aaron Stainthorpe transformou o doom metal já bastante original da banda (especialmente por conta da presença do violinista/tecladista Martin Powell, hoje no Cradle of Filth) em algo inteiramente novo, com maior fluência dos elementos góticos em detrimento das características tipicamente death metal dos primeiros discos.

Se você é daqueles que adora velocidade em riffs e palhetadas esqueça este disco. São sete faixas distribuídas em pouco menos de uma hora e - exceção feita a alguns momentos de "The Songless Bird" - os riffs se arrastam melancolicamente, criando climas soturnos que se encaixam com perfeição aos lamentos de Aaron. Um dos melhores momentos do disco é, sem dúvida, a recriação de "Sear Me", do primeiro LP da banda (As the Flowers Withers, de 1992), que ganhou arranjos de teclado mais elaborados e uma interpretação soberba do vocalista e único letrista da banda. Além desta, outro destaque é a longa "The Crown of Sympathy" que, com mais de 12 minutos de duração, tem um dos riffs mais pesados que eu já tive o prazer de ouvir. Impossível é não se emocionar com a dobra de guitarra e violino na introdução de "The Snow is on my Hand".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O My Dying Bride é uma banda que já teve o requinte de ter algumas letras cantadas em latim e jamais abriu mão de soar com altas doses de originalidade. Este não é um disco para todos os gostos, mas que agrada imensamente aqueles que se identificam com a mensagem e a sonoridade do doom metal tradicional.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp

publicidadeGustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.
Mais matérias de Sílvio Costa.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS