Resenha - Phantom Agony - Epica
Por Rafael Carnovale
Postado em 21 de setembro de 2003
Nota: 8 ![]()
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A banda EPICA foi formada em 2002, por Mark Jansen, mais conhecido por seus trabalhos com o After Forever. Após deixar a banda, Mark passou por um período turbulento em sua vida pessoal e profissional. Mas passada a tempestade, veio a bonança. Mark recrutou músicos talentosos e preparou seu retorno, consolidado em 2003 com o lançamento de "The Phantom Agony". Como Mark era uma das partes criativas do After Forever, fica a grande dúvida. Será que ele conseguiria fazer algo diferente de sua banda original?
Até que "The Phantom Agony" de fato lembra muito "Decipher", segundo cd do After Forever. Após uma introdução calcada no erudito, "Adyta", "Sensorium" adentra nossos ouvidos mostrando-se um som calcado no gótico com pitadas bem heavy e teclados bem colocados. Até aí nada de diferente. Os vocais se Simone Simons lembram Floor Jansen, mas com uma pegada menos lírica. A faixa seguinte "Cry for the Moon" já mostra uma banda que mescla bem os climas do gótico com as viagens do som progressivo, com bons resultados. O que se confirma em faixas como "Feint", cuja beleza impressiona.
Já faixas como "Illusive Consensus" já soam bem mais pesadas, com as guitarras bem pulsates e a bateria acompanhando o ritmo, com alternância de vocais limpos com vocais guturais, muito bem colocados. O que torna a acontecer com extremo brilhantismo em "Façade of Reality" e "Sief Al Din", aonde as guitarras chegam a ter o pique (PASMEM!) madeniano, com vocais em coros, resultando numa mistura inusitada, mas bem colocada. O lado mais calmo e relaxante retorna na bela balada "Run for a Fall", aonde Simone mostra toda sua habilidade vocal, acompanhada por uma banda que investe bem nos elementos orquestrados e no uso de teclados. A suíte progressiva "The Phantom Agony" fecha o cd, com nove minutos de metal gótico intercalado com erudito e progressivo, sendo um tanto quanto difícil de digerir, embora seus arranjos beirem a perfeição.
Um bom cd, que se diferencia do After Forever por ser mais experimental e ousado. Um tiro que poderia ser no escuro, mas que acabou acertando o alvo, se não em cheio, bem próximo. Uma banda de muito futuro.
Line Up:
Mark Jansen – Guitarras,Vocais
Simone Simons – Vocais
Ad Sluyter – Guitarras
Goen Jansen – Teclados
Yoes Muts – Baixo
Jeroen Simons - Bateria
Lançado em 2003 na Europa pela Transmission Records.
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