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Resenha - Absolute Power - Blitzkrieg

Por Bruno Coelho
Em 08/11/02

Nota: 6

Sempre me alongo bastante em minhas resenhas, mas desta vez serei bem mais breve. Este disco do Blitzkrieg é um sonorífero daqueles! A capa é bisonha! O conteúdo até que não é tão bisonho mas também não encanta, não empolga, não alegra, não enlouquece e não te faz bangear. Pelo menos não até a quinta faixa.

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As guitarras são legais, o vocal fraco, a bateria fraca e o baixo é previsibilíssimo. O que ainda pode salvar o disco são realmente as guitarras, que apesar de não serem nada impressionantes ou técnicas, são bem executadas. Alguns solos satisfazem, os riffs não muito. Criatividade bateu na porta dos caras e não os encontrou em casa. Tudo aqui já foi visto e revisto por todas as bandas de metal que você possa imaginar.

O som é o nosso querido Heavy Metal puro e clássico. Lembra de longe Iron, Saxon, Judas, Sabbath pós-Ozzy... bem, nem tão de longe assim. Qualquer destas bandas fizeram trabalhos mais interessantes e por isso se diferenciam deste CD do Blitzkrieg.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

O som, a gravação, a mixagem, a produção: fraco, fraca, fraca e fraca. Ao contrário de muitos discos, nacionais até, este aqui parece disco de banda novata e sem muito talento pra mostrar. Coisa que não poderia ter acontecido com o Blitzkrieg, que já tem uma certa estrada percorrida. Uma estrada que não é exatamente gloriosa, mas é uma estrada. Essa história não vou contar até porque não conheço profundamente.

Dentre as faixas, consigo destacar a sexta: Terror Zone. Apesar de óbvia, esta faixa possui um refrão bacana (bem Iron) e traz várias referências, na letra, ao velho Sabbath, ao Judas e ao Iron (que por concidência fantástica são exatamente as bandas que citei como influência!). A sétima faixa, Who Takes The Fall, vale a conferida também, principalmente se você gosta de Judas, e o mesmo eu diria da oitava, DV8R, se aí já não fosse um abuso do estilo "mamãe quero ser Judas". Tá certo que a banda é extremamente NWOBHM mas aí já é de fuder né? Pô! Dá pra processar os caras! A última faixa, Feel The Pain, também chega quase a empolgar, mas aí parece que o batera tropeça e o vocalista simplesmente não ajuda! Mas que vocalistazinho que não ajuda, rapaz! Porra!

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Rapazinho, vale escutar o do teu amigo porque comprar mesmo... acho que não. É foda dizer essas coisas porque opinião de resenhista é confiável até certo ponto. Resenhista também tem gosto (afinal gosto é que nem * e quem tem * tem gosto... não necessariamente por *) e isso acaba interferindo no resultado final da resenha. Pode ser que você se amarre... eu não consegui!

Falei que não ia escrever demais e acabei escrevendo né? Foi mal. Tomara que o Blitzkrieg levante-se com mais garra... ou caia de vez!

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Sobre Bruno Coelho

Bruno Coelho é Arquiteto, escritor, poeta, produtor de eventos, pai, tradutor, intérprete e professor de inglês. Morou em cinco capitais brasileiras e hoje dedica-se ao árduo labor de organizar eventos na capital maranhense de São Luís. Fã do Dream Theater, Tool, Symphony X, Pain of Salvation e Evergrey, encontra espaço pra novas bandas e vertentes sempre.

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