Resenha - VIBE - LS Jack
Por Rafael Carnovale
Postado em 06 de junho de 2002
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
VIBE (Vibrações Inteligentes Beirando a Existência)
Quem diria que um grupo lançado pela Xuxa e associado diretamente às boy bands da vida fosse aparecer numa resenha da Whiplash? Bem, aqui está. Os rapazes do LS Jack apareceram há dois anos, com seu cd de estréia, auto-intitulado. Ganharam forte projeção ao aparecerem no Planeta Xuxa, com seu pop-rock, falando de letras de amor adolescente, e de refrões pegajosos. Obtiveram sucesso razoável e fizeram vários shows pelo Brasil. E alguns anos após, eles retornam com seu segundo CD, VIBE, que mostra muita maturidade no som, e principalmente, a necessidade de criar uma identidade musical que mostre o que a banda realmente tem a oferecer: um bom Pop-Rock, influenciado diretamente por Legião, Paralamas e Biquini Cavadão.

O cd não pode ser taxado de ruim, e os caras não fazem pinta de boy band. Pelo contrário, investem nas guitarras e no uso concreto do violão, criando climas interessantes, que podem ser notados de longe nas duas primeiras faixas, "Uma Carta" e o "Hit Carla" (que toca nas rádios). O lado mais pop da banda aparece em faixas como "Minha Vida é Você", "Plantado do Seu Lado" (que poderia ser escrita por Herbert Vianna), a melosa "Talvez" (que remete ao primeiro cd da banda).
Mas a banda também aparece com pegadas mais rockeiras, como podemos notar nas faixas "Dois Passos" (muito inspirado no rock de Biquíni Cavadão e Nenhum de Nós), a mais rockeira "Setembro" (com uma letra mais voltada para o lado político, sendo um dos destaques do cd), a semi balada rockeira "Como um Menino", e a diferente "S.D.R (Sexo, Drogas e Rock and Roll)", que com suas pitadas de ska torna-se um passo à frente na carreira da banda.
A banda ainda fala bastante de amor em suas letras, mas começa a mostrar maior evolução, principalmente na faixa "Setembro", no bem sacado Cover de Tony Scalzo, "The Way", que virou "Decisão Final", e na faixa título, que fecha o cd. A banda mostra que, com maior maturidade poderá produzir músicas muito mais rockeiras, pois abriu mão dos teclados e samples em várias faixas para inserir mais guitarras.
Jogada comercial? Maturidade? Não saberemos de fato, mas que de fato eles mudaram, mudaram sim, e para melhor.
Line Up:
Sergio Ferreira – Guitarra
Marcos Menna – Voz , Violões
Marcel – Guitarras, Teclados
Bicudo – Bteria
Vitor Queiroz – Baixo
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor livro de todos os tempos, segundo Robert Smith do The Cure
O tipo de banda que Joey Ramone odiava; "toda esta merda de nova fórmula de rock"
A música que Flea escolheu como a melhor definição do Red Hot Chili Peppers
Sai Mario, entra Luigi: brasileiro assume temporariamente a bateria do Gojira
5 músicas que fazem o metaleiro olhar para o amigo e dizer: "Agora ficou sério"
5 álbuns de rock que são maiores que a própria banda
System of a Down puxa coro contra o Oasis durante show em Londres
A opinião de Regis Tadeu sobre o clássico "Somewhere in Time" do Iron Maiden
Devin Townsend ainda não ouviu Angine de Poitrine para poder continuar os odiando
A banda que vendeu milhões nos anos 70 e hoje não aparece nas listas de rock clássico
Rick Wakeman anuncia detalhes de novo álbum, "Return to the Red Planet"
A banda que Bono queria ver na MTV em 2005 incendiando "a imaginação de garotos de 16 anos"
Jim Root explica semelhança do novo álbum do Slipknot com Pink Floyd
Echo and the Bunnymen anuncia primeiro álbum em 12 anos
A obra-prima do rock anos 90 que foi gravada em uma mansão medieval assombrada na Inglaterra
O motivo pelo qual um retorno dos Beatles teria sido um "desastre", segundo Elton John
Tom Morello relembra Chris Cornell e afirma que vocalista era "misterioso"
Como foi criada a bela capa de "Youthanasia", clássico do Megadeth

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



