Resenha - Power Plant - Gamma Ray
Por André Toral
Postado em 18 de dezembro de 1999
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ninguém pode negar que o ano de 1999 tenha sido farto, no que diz respeito aos ótimos lançamentos- sejam de bandas nacionais ou internacionais.
Gamma Ray - Mais Novidades
Dentro disso, enquadra-se o GammaRay, que detonou com Power Plant; um álbum que contém peso extraordinário sem - claro!- deixar de apostar em melodias que só Kai Hansen poderia proporcionar. No entanto, se formos comparar os primeiros álbuns da banda, notaremos que Power Plant é muito diferenciado, pois o que escutamos é um heavy, ora tradicional, ora power metal. Logo na primeira faixa, a esplendorosa Anywhere in the Galaxy, notamos isso, de cara. Razorsblade Sigh é outro petardo cercado de peso e melodia; sua linha vocal seguiu isso à risca. Típica para shows, Send me a Sign nos oferece todo aquele clima ao vivo, com direito a coro e palmas. Enaltecendo o quanto este disco se diferencia dos demais, temos um fato inédito na carreira da banda, ou seja, Short As Hell, que chega a lembrar o Metallica do Black Album.
Sem dúvidas, algo que impressionou, foi a inclusão de uma música de pop do Pet Shop Boys. Muita gente, mesmo antes de ter escutado, se antecipou ao dizer que aquilo era um abuso, absurdo etc. É uma pena, pois isso engrandece o modismo. Como podem malhar algo que sequer escutaram? Só porque, originalmente, era uma música de pop brega? It’s a Sin foi uma autentica cirurgia do GammaRay a uma música que ficou pesada, cavalgada, com uma melodia maravilhosa. Fenomenal!
Outro destaque foi para Heavy Metal Universe, que traz aquele clima puramente Manowar, tanto em termos de letra quanto musicalmente, pois se assemelha muito a fase do Louder Than Hell. Armageddon é outro clássico cheio de emoção, garra e peso, distribuídos por sua longa duração.
Instrumentalmente, a banda se mostra perfeita; a voz de Kai Hansen, comparando desde Walls of Jericho(Heloween) até os que se seguiram, mostra uma enorme diferenciação. Sua tonalidade está mais suja, grave e rouca, diferente daqueles agudos constantes. Em certas músicas, Kai chega muito perto de Rob Halford(Ex- Judas Priest), como pode-se notar em Strangers in the Night, Gardens of the Sinner e Anywhere in the Galaxy, entre outras.
Outro destaque todo especial, foi a capa desenhada por Derek Riggs(que é responsável pela maioria dos Eddies no Iron Maiden). Cheia de detalhes egípcios, não há como deixar de fazer uma comparação com Powerslave do Maiden.
Enfim, temos um álbum cheio de garra; feito por quem entende do "assunto".
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Amanda Somerville se manifesta após diagnóstico de tumor cerebral agressivo
O que realmente significa quando um álbum é lançado em versão remasterizada?
A música que o Black Sabbath escreveu para "A Hora do Pesadelo 3"
Como seria o Pink Floyd se Syd Barrett tivesse permanecido na banda?
Rolling Stones voltam ao estúdio apenas três meses após lançar novo álbum
Rockstar Games divulga rádio de GTA 6 com Kerry King e Tom Araya
Alice Cooper conta como reagiu ao assassinato de John Lennon
Johnny Ramone: o guitarrista que revolucionou o rock com três acordes faria 78 anos
A música contra o capitalismo desenfreado que rendeu milhões para a banda
Dave Lombardo ainda escuta thrash metal? O próprio responde
Tobias Forge (Ghost) reativa sua banda de death metal, Repugnant
Teria o movimento punk zoado o Black Sabbath por pertencer a um "mundo antigo"?
12 bandas de rock que contam com apenas um membro original na formação
Tom Morello conta como se tornou fã de Nuno Bettencourt antes do sucesso do Extreme
Amigo revela que Mike Love (Beach Boys) enfrenta sérios problemas de saúde



Com ex-membros do Primal Fear e Gamma Ray, Fearless V anuncia primeiro álbum
O Gamma Ray ainda existe? Kai Hansen responde
Kai Hansen (Helloween, Gamma Ray) lança novo single solo, "Wait and See"
Kai Hansen, do Helloween e Gamma Ray, conta que foi eletrocutado em sua primeira visita ao Brasil
Iron Maiden: Review do novo álbum publicado na revista Kerrang


