Kiss: A aura rockeira empresarial de Paul Stanley

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Por Fotoboard Tramparia, Fonte: Autobiografia Paul Stanley
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O guitarrista PAUL STANLEY e o baixista GENE SIMONS, ambos vocalistas, são os fundadores da banda americana de hard rock KISS, uma das empresas mais rentáveis do rock'n'roll de todos os tempos.

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Local de Publicação: Caxias do Sul-RS| Ano: 2015 | Páginas: 528 | Editora Belas-Letras | Foto de Capa:  Brian Lowe.
Local de Publicação: Caxias do Sul-RS
Ano: 2015
Páginas: 528
Editora Belas-Letras
Foto de Capa: Brian Lowe.

SIMONS e STANLEY se trombaram pela primeira vez em Manhattan, no apartamento de STEVE CORONEL, guitarrista e amigo de PAUL.

Naquela época, PAUL e STEVE tocavam na banda WICKED LESTER e estavam à procura de um baixista. Foi aí que GENE entrou na história.

Depois dos primeiros contatos, PAUL não se empolgou tanto com as músicas de GENE, mas o que lhe chamou mais atenção foi a ética de trabalho do baixista, semelhante aos propósitos e estilo de vida aguerrido de STANLEY.

Seu Cifro ao estilo anos 1990, onde era comum ouvir Cds no disc-man e usar porta disc-man, bolsa que ajudava a manter a integridade do leitor portátil de CDs e evitar que o disco "pulasse". Itens da foto: porta disc-man, fones de ouvido, encarte do álbum Destroyer, camiseta que mostra o desenho da maquiagem oficial de GENE SIMONS e da mega-língua do baixista.
Seu Cifro ao estilo anos 1990, onde era comum ouvir Cds no disc-man e usar porta disc-man, bolsa que ajudava a manter a integridade do leitor portátil de CDs e evitar que o disco "pulasse". Itens da foto: porta disc-man, fones de ouvido, encarte do álbum Destroyer, camiseta que mostra o desenho da maquiagem oficial de GENE SIMONS e da mega-língua do baixista.

A aproximação desses dois parceiros alinhados na mesma ética de trabalho, independente do intermédio de STEVE CORONEL, foi coincidência, acaso ou pura lei da atração?

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A resposta para tal questão não é tão importante quanto a mensagem captada no textículo abaixo, mas sim como dois roqueiros, residentes na megalópole de Nova York, tornaram-se grandes homens da indústria musical e verdadeiros exemplos para fãs e empreendedores de primeira viagem em qualquer ramo.

O pequeno trecho a seguir, foi retirado da autobiografia de PAUL STANTLEY - Uma Vida Sem Máscaras.

Percebi muito cedo que Gene tinha sido ensinado a valorizar e apreciar o dinheiro. As vezes, isso funcionava bem: por exemplo, eu volta e meia lhe dava os meus sapatos velhos.

Outras vezes eu o provocava: jogava moedas no chão de Chinatown porque sabia que ele as juntaria correndo. Eu costumava ficar ao lado do meio-fio e lançá-las no ar e ele corria até a sarjeta para buscá-las.

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Apesar das disparidades de nossas vidas, Gene e eu encontramos um ponto em comum. Compartilhávamos alguns aspectos cruciais (ambos vínhamos de famílias de imigrantes de judeus, ambos vivíamos no Queens), mas acho que o principal era o nosso estilo de trabalho.

Nós dois dávamos cem por cento. Os outros caras da banda não pareciam se entregar da mesma maneira. Tony, o baterista, só estava na banda por um motivo: era um sósia perfeito de Geezer Butler, do Black Sabbath.

Não tocava lá grandes coisas, mas tinha uma bateria da Ludwig e parecia saber o que estava fazendo. Uma vez ele levou ao ensaio um desenho que achou que seria perfeito para uma capa de disco, caso fizéssemos um álbum.

Era uma imagem da terra e de uma flor chorando no espaço sideral. Ele olhou para mim e disse:

Entendeu a moral?

Não, respondi.

Ah, você entendeu.

Não tenho ideia do que seja isso. Uma flor chorando na terra?

Tá bem...

Como Brooke Ostrander tocava flauta além de teclado, a banda trabalhou um cover de Locomotive Breath, então uma canção novíssima do Jethro Tull.

Mas, às vezes, Brooke tinha problemas ao cantar, a saliva entrava nos dutos errados e ele começava a tossir. Ele podia estar cantando em um segundo e logo em seguida sair da música. Eu me virava e via ele engasgado.

Eu nem sempre me dava bem com Steve Coronel, o responsável pela guitarra solo. Depois de uma discussão, ele começou a gritar comigo.

-- Por acaso você acha que é especial? -- perguntou.

-- Sim, na verdade sim -- eu disse. -- Tenho uma aura.

A expressão de Steve era como se eu tivesse atirado na mãe dele.

-- Você acha que tem uma aura!?

Steve estava irado. Então GENE falou.

-- Ele tá certo, STEVE. Ele tem mesmo.

Essa matéria faz parte da categoria Trecharias BioRockers e da Biblioteca Cifranegriana - Portalblog cifranegramisterial.com

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Sobre Fotoboard Tramparia

Fotógrafo artístico que registra e cria cenários com objetos ligados a cultura pop/rock, como CDs, livros, camisetas etc. Edita textos, fotos e divulga bandas no Portalblog cifranegramisterial.com. Desde os tempos de guri, ouve Led Zeppelin, The Cult, Rush, AC/DC, Iron Maiden, Guns N' Roses, Alice In Chains, entre outras inúmeras lendas do rock/metal. Toca piano e teclado, pratica esportes e está sempre em busca de energia rock and roll e da natureza.

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