True Widow: Avvolgere, uma viagem sem contornos
Por Ricardo Cunha
Postado em 28 de agosto de 2017
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Banda formada em 2007, quando o cantor e guitarrista Dan Phillips retornou a Dallas/Texas depois de uma pausa na música. Recrutou a cantora/baixista Nicole Estill e o baterista Timothy Starks e a banda tomou forma rapidamente. Lento e analógico, True Widow faz uma música redonda que remete a imagens de amanhecer, neblina, campos secos, etc. Um anos após, estreou nos estúdios com um disco ao qual batizou com o mesmo da banda. Trabalho este, que foi imediatamente foi acolhido pelos primeiros fãs.
Após seu início auspicioso, a banda lança em 2011 o trabalho com título bastante incomum: "As High as the Highest Heavens and from the Center to the Circumference of the Earth" [Em português, algo como "Tão alto quanto a circunferência entre o céu e o centro da terra]. O disco ajudou a banda a se manter nesse direcionamento e a chegar num som mais amadurecido. Porém, até antes de "Circumambulation" de 2013, não havia atingido o sucesso profissional de que hoje gozam. Disco responsável por elogios gerais do universo do metal e de publicações tão diversas como Pitchfork, NPR, Decibel Magazine e Metal Injection. Embalada pelo êxito do álbum, a banda fez turnés extensas nos EUA, Rússia e Europa, incluindo inúmeras aparições em festivais de renome, como Roadburn, Fun Fun Fun Fest, Psycho California e muito mais.
Ano passado (2016) o trio do Texas lança Avvolgere, seu quarto álbum, que, aperfeiçoou a fórmula estabelecida no trabalho anterior. O som frui em direção ao clímax com atmosferas serenas e músicas arredondados acompanhados de vocais escarpados que envolvem o ouvinte com ondas sonoras e melodias hipnotizantes. A alternância entre os vocais masculinos e femininos ajuda a desfazer as fronteiras entre o peso do stoner rock, a atmosfera vibrante de shoegaze. Há ainda, resquícios da melancolia do indie rock. Conciso e ao mesmo tempo tortuoso, o álbum é capaz de levar o ouvinte a uma jornada sem contornos.
Veja um vídeo da música de trabalho:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Como EP de apenas três músicas mudou o rumo do rock dos anos 2000, segundo a Louder
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen


Tony Iommi: John Bonham quebrou a bateria de Bill Ward
Heavy Metal: as 10 introduções mais matadoras do estilo
Metal Cristão: As 10 melhores bandas, segundo a Hardwired
Metallica: sobre o que fala "For Whom The Bell Tolls"
Fãs pediam que membros do Metallica transassem com suas namoradas?


