AC/DC: 10 ótimas músicas da banda além dos clássicos "óbvios"

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Por Igor Miranda
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Com clássicos conhecidos por qualquer fã de rock que se preze, algumas boas músicas na carreira do AC/DC acabam passando batidas. Confira, abaixo, dez canções um pouco mais obscuras cujas audições são recomendadíssimas.

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A lista está organizada por ordem cronológica.

“Love Song” (High Voltage: versão australiana – 1975): provavelmente a única música que é dignamente uma balada da história do AC/DC. Tem a impressão digital da banda, mas obviamente um pouco mais melódica.

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“Love At First Feel” (Dirty Deeds Done Dirt Cheap – 1976): um hardão arrastado com influência blues e o pleno destaque à voz de Bon Scott. Digno.

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“Crabsody In Blue” (Let There Be Rock – 1977): Bluesão clássico bastante esquecido na carreira do AC/DC. Grande performance dos irmãos guitarristas Angus e Malcolm.

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“Kicked In The Teeth” (Powerage – 1978): frenética e exalando a atitude que é de praxe no AC/DC de Bon Scott. Essa música tinha moral para se tornar clássica. Só faltou um refrão de impacto.

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“Beating Around The Bush” (Highway To Hell – 1979): uma das mais insanas músicas lançadas pelos australianos. O riff inicial resume tudo o que há para se dizer dessa canção.

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“Let Me Put My Love Into You” (Back In Black – 1980): outra que tinha moral para se tornar clássica – e até um bom refrão marca presença. Mas ficou ofuscada em um trabalho repleto de canções que marcaram época. Nada que tire a sua magnitude, diga-se de passagem. Uma das melhores da lista.

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“Inject The Venom” (For Those About To Rock – 1981): rock n’ roll pra beber cerveja e amassar a latinha na testa. A atitude intrínseca aos riffs, à seção rítmica e à performance de Brian Johnson é louvável e – desculpem o saudosismo – um pouco rara nos dias de hoje.

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“Boogie Man” (Ballbreaker – 1995): o elemento Blues sempre esteve presente no som AC/DC, mas deixou de estar escancarado após o falecimento de Bon Scott – aparentemente o verdadeiro entusiasta da influência. Mas Ballbreaker marca a volta desse aspecto e essa canção reflete o bom momento.

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“Can’t Stand Still” (Stiff Upper Lip – 2000): a introdução já vale por toda a música, mas vale a pena ouvir o resto. Mais uma que só poderia ter sido feita pelo AC/DC – e mais ninguém no mundo. Vale ressaltar que a guitarra solo dessa música é tocada por Malcolm Young.

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“Stormy May Day” (Black Ice – 2008): na levada de um slide guitar, temos uma das mais injustiçadas músicas do AC/DC. Tem cara de single que agradaria qualquer fã de rock n’ roll.

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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e apaixonado por rock há mais de uma década. Começou a escrever sobre música em 2007, com o surgimento do saudoso blog Combe do Iommi. Atualmente, é redator-chefe da área editorial do site Cifras e mantém um site próprio (www.IgorMiranda.com.br). Também co-fundou o site Van do Halen, para o qual trabalhou até 2013 – apesar de ainda manter por lá uma coluna semanal, chamada Cabeçote.

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