Max Cavalera: de onde vem tanta inconveniência?

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Por Igor Miranda
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Sites focados em heavy metal, como o Whiplash, registram dezenas de manchetes com declarações polêmicas de Max Cavalera. O ex-frontman do Sepultura não é do tipo que economiza nas palavras quando fala de sua antiga banda.
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Há quem interprete tal postura como "sinceridade em excesso". Existem aqueles que entendem isto como "inconveniência". Eu compreendo de ambas as formas, mas com uma tendência para a segunda opção. Há alguns depoimentos interessantes de Max sobre os antigos bastidores da banda e os seus próprios sentimentos, mas, no geral, cai-se na mesmice em criticar os outros sem propósito aparente.

É evidente que o único responsável por tais declarações polêmicas é o próprio Max Cavalera. É ele quem fala. Entretanto, é legítimo entender a conjuntura que passa pela própria imprensa especializada.

Em tempos de redes sociais, busca por cliques e usuários que só leem manchetes (e ignoram textos), é cômodo cavar um gancho forte em um título. Boa parte dos veículos que produzem material exclusivo, a partir de entrevistas, faz isto - especialmente os portais gringos.

Diante disso, é impressionante a quantidade de entrevistadores que fazem algumas perguntas capciosas a Max Cavalera. Disse e reforço que ele é o único responsável por suas declarações, mas, se ele já tem um perfil "sem papas na língua", qual o propósito jornalístico de provocá-lo a cada entrevista?

Pior ainda é que o reflexo dos depoimentos de Max Cavalera e algumas respostas dadas por Andreas Kisser, por vezes com mais classe. Formam-se "torcidas" relacionadas ao Sepultura. Tem quem demonstre apoio aos Cavaleras xingando o Sepultura atual e vice-versa, como se tomar lado fosse algo necessário. Não dá para curtir o trabalho de ambos? Eu acho que dá. Inclusive, é o que faço.

Muitas críticas de fãs às declarações de Max Cavalera são pesadas. E com certa justiça, afinal, algumas afirmações dele são, mesmo, inconvenientes. Mas deve-se entender que elas acontecem sob determinadas circunstâncias, ancoradas pela imprensa e sob o combustível de fãs-torcedores.

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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e apaixonado por rock há mais de uma década. Começou a escrever sobre música em 2007, com o surgimento do saudoso blog Combe do Iommi. Atualmente, é redator-chefe da área editorial do site Cifras e mantém um site próprio (www.IgorMiranda.com.br). Também co-fundou o site Van do Halen, para o qual trabalhou até 2013 – apesar de ainda manter por lá uma coluna semanal, chamada Cabeçote.

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