Aeon Prime
Por Emanuel Seagal
Fonte: Aeon Prime
Postado em 08 de março de 2011
Scarioth. Este era o nome do embrião do que hoje conhecemos como Aeon Prime. O ano era 2003; o local, Guarulhos, SP. Dois jovens tinham a idéia de formar seu próprio grupo de heavy metal, inspirados pelas grandes bandas a que haviam sido apresentados alguns anos antes. Dessa forma, os guitarristas Felipe Mozini e Yuri Simões davam o pontapé inicial do Scarioth, que mais tarde contaria com Guilherme Fazza no baixo e Diego Mascarenhas na bateria.
Os anos passavam. Bateristas e vocalistas também. E, tendo apenas realizado algumas apresentações locais, a banda chegava ao fim três anos depois de sua formação, farta de tanto lutar para solidificar-se no cenário.
Em 2008, o conjunto já finalizava algumas composições e pretendia assim voltar à ação, o que só veio a acontecer no início do semestre seguinte com a entrada do baterista Lucas Spolzino. O velho amigo Guilherme Fazza retoma ao seu posto e, nessa altura, o line-up da banda se consolidaria com Yuri e Felipe formando a dupla de guitarras, Michel nos vocais, Guilherme no baixo e Lucas na bateria.
Eram notórios o talento e a química musical que os cinco rapazes apresentavam e, com isso, o grupo começava a pensar nos próximos passos, entre eles, encontrar um nome. Paralelamente, ensaiavam composições visando às primeiras apresentações marcadas em alguns dos melhores pubs da região, como os rock bares Manifesto e Blackmore. Ainda com o nome indefinido, a banda se apresentava ora como Vegga, ora como Reflectere, participando de festivais de bandas independentes (na capital e no interior) com memoráveis apresentações, em que arrancou muitos aplausos e elogios dos espectadores, fechando o ano em grande estilo.
Aproveitando o bom momento vivido, 2009 teve início com um único pensamento: gravar o primeiro trabalho. Os músicos se concentravam em aumentar seu número de composições visando ao vindouro EP e, meses mais tarde, cinco músicas foram eleitas e ensaiadas à exaustão até o fim daquele ano. Concentrados, entram então no estúdio Masterpiece, de propriedade de Pedro Esteves (Liar Symphony) que assina a produção das gravações do EP The Poet And The Wind iniciadas em dezembro, e que se estenderam até julho de 2010.
Foi nos primeiros meses de 2010 que, finalmente, o grupo encontrou seu nome: Aeon Prime. Forte, impactante. E é dessa forma que a banda se define e pretende espalhar sua arte mundo afora.
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