Obscurity Tears
Postado em 17 de dezembro de 2006
Fonte: www.obscuritytears.com (site oficial da banda)
No outono de 1994, Flávio Marcelo (guitarra), Wíres Alves (bateria), Júnior Alves (guitarra), Wellington Resende (vocal) e Luciano Rodriguez (baixo) uniram-se para formar uma banda chamada Smashed Face. Esta banda seguia a linha Doom Death Metal. Tendo como influências bandas como: Paradise Lost(antigo), Blaspherion, Cathedral e My Dying Bride.
Smashed Face apresentava um Doom Death Metal pesado e ríspido, com riffs rochosos e grotescos vocais guturais.
A banda Smashed Face sofreu algumas mudanças devido a problemas internos. A última formação da banda Smashed Face foi: Flávio Marcelo (baixo e vocal), Wíres Alves (bateria), Júnior Alves (guitarra), Wellington Resende (guitarra e vocal) e Luciano Rodriguez (teclados).
As músicas compostas pela banda Smashed Face estavam tornando-se muito diferentes do estilo inicial, tanto em suas letras como em suas melodias. Então, a banda achou melhor também, mudar de nome, passando a se chamar Obscurity Tears. Depois disso Luciano Rodriguez deixa a banda. E em 1998 Evandro Andrade (guitarra) entra para a banda e Júnior Alves passa a ser responsável pelos teclados.
No início de 1999 a formação da Obscurity Tears cresce com a entrada de Nitelma Lima (vocal) e alguns meses depois entra Jefferson Barreto (violino) com a proposta de tornar o som da banda Obscurity Tears mais melódico ainda.
Melodias começam a fluir intensamente no som da banda, os vocais angelicais de Nitelma e os arranjos de violino de Jefferson deixam o som da Obscurity Tears com uma atmosféra densa e viajante.
Finalmente a Obscurity Tears grava seu primeiro CD em janeiro de 2000, intitulado Songs for a Black Winter, contendo 5 composições.
Este álbum foi gravado e mixado, em 22 horas, no outono do ano 2000 no Estúdio Gusdel em Recife-PE. Mas, devido a alguns problemas, ele teve de ser remixado e finalmente masterizado no inverno de 2000 no Estúdio DB3 em Recife-PE. Foi produzido pela banda Obscurity Tears de forma totalmente independente.
Em seguida é feita uma jornada de shows para divulgação do álbum. A banda se apresenta em diversas cidades vizinhas e em outros estados.
O CD Songs for a Black Winter teve uma ótima aceitação do público e da mídia expecializada. Foi avaliado e elogiado por diversas revistas, tais como: Roadie Crew, Valhalla e Rock Brigade. Tendo a nota sempre acima da média.
"Como uma banda que mora num país tropical conseguiu compor um material tão denso e que pode figurar lado a lado com qualquer banda européia do estilo?" Ricardo Batalha - Revista Roadie Crew nº 23.
Em novembro de 2001 Wíres Alves (bateria) e seu irmão Wellington Resende (guitarra e vocal) saem da Obscurity Tears por motivos pessoais. Em seus lugares entram Denes (bateria) e nosso ex-violinista Jefferson Barreto (guitarra) volta para a banda.
Em junho de 2002 a banda Obscurity Tears é convidada a participar da coletânea "BLACK WORLD", organizada pela Satânic Evil Produções. Uma coletânea contendo as principais bandas de metal nacionais. A faixa escolhida foi "Crying in Silence".
Em setembro de 2002 a banda apresenta-se no IV Blizzard of Rock da Vitória, um festival tradicional na cidade de Vitória de Santo Antão - PE, tendo seu registro no CD "IV Blizzard of Rock". A faixa escolhida foi mais uma vez "Crying in Silence".
No dia 13/08/2004 a Obscurity Tears encerrou suas atividades devido aos problemas que ocorreram nos últimos anos e que conseqüentemente causaram um desgaste aos integrantes restantes.
A Obscurity Tears retoma suas atividades em outubro de 2005.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As únicas quatro músicas próprias que o Guns N' Roses ainda não tocou ao vivo
Como o Queen, Sylvester Stallone e uma guitarra quebrada produziram o maior hit de 1982
As 10 melhores músicas do Kreator, na opinião de Mille Petrozza
O álbum mais subestimado do Black Sabbath, de acordo com a Metal Hammer
Os 50 melhores discos de todos os tempos, segundo a Classic Rock
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Lou Gramm
O hábito nojento que virou demonstração de respeito nos shows punk dos anos setenta
Os 3 maiores riffs de guitarra dos anos 1970, segundo o lendário Eddie Van Halen
O álbum mais subestimado de Iron Maiden, Metallica e Slayer, de acordo com a Metal Hammer
Por que Roger Waters não repetiu sozinho o sucesso do Pink Floyd segundo fãs
O único assassino que ainda tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
A melhor música do Pantera, segundo a Metal Hammer
O disco do Sepultura que se equipara aos clássicos dos anos 90, segundo a Metal Hammer
Kerry King achou que Paul Bostaph estava brincando quando se ofereceu para voltar ao Slayer
As 40 melhores músicas da história do nu metal, segundo a Louder
A banda de metal mais popular de cada país do mundo, segundo o Spotify
O disco pouco conhecido do Pink Floyd que traz um personagem da Marvel na capa
Paul Stanley: A dor e o drama de ser talaricado por um Caça-Fantasmas



Téléphone: A banda que revolucionou a música francesa
Presença de Palco: dicas para iniciantes
George Harrison: O Beatle calado, sempre à sombra de Lennon e McCartney



